Características dos filhos podem ser reconhecidas em teoria que ajuda os pais a lidar com o comportamento infantil

Amarelo, azul, verde ou laranja: teoria das cores pode ser aplicada às crianças
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Amarelo, azul, verde ou laranja: teoria das cores pode ser aplicada às crianças
Segundo a autora e palestrante Sheila Glazov , cada pessoa tem um perfil psicológico que pode ser classificado de acordo com uma cor. Essa teoria, desenvolvida pela norte-americana ao longo de seus mais de 40 anos como educadora, é o tema de “A Cor do Seu Cérebro” (editora Novo Conceito), livro recém-lançado no Brasil.

Sheila explica que sua classificação – que divide as pessoas em cérebros amarelos, azuis, verdes ou laranja – foi feita a partir de testes desenvolvidos sobre as teorias do psiquiatra Carl Gustav Jung. Com a abordagem simplificada, ela pode ser aplicada não só a adultos ou ao ambiente de trabalho, mas também às crianças.

Cada uma das cores têm características definidas. As crianças de “cérebro amarelo”, por exemplo, precisam saber claramente o que é esperado delas em casa e na escola. “Elas ficam estressadas – e, consequentemente, se comportam mal – quando suas rotinas são quebradas”, diz a autora. Portanto, os pais devem mantê-las sempre informadas sobre a programação e eventuais mudanças de planos.

Para as crianças de “cérebro azul”, o mais importante é passar tempo conversando e brincando com a família. O mau comportamento aparece quando elas não têm chance de falar sobre o que as incomoda. “Pais de crianças de “cérebro azul” devem aprender a ouvir seus filhos com cuidado”, recomenda Sheila.

Já as crianças de “cérebro verde” preferem ter tempo para elas mesmas e gostam de brincar com um amigo de cada vez. De natureza introspectiva, elas se comportam mal se são forçadas a interagir com outras pessoas quando não estão a fim. O ideal é que os pais, neste caso, ofereçam à criança privacidade e tempo para elaborar seus pensamentos.

Por fim, as crianças de “cérebro laranja” têm preferência por atividades que as permitam “botar a mão na massa” ou por esportes praticados em grupo. “Ter de seguir regras criadas por outras pessoas ou sentir que sua liberdade foi tolhida faz com que elas se comportem mal”, ilustra Sheila. Neste caso, os pais devem dar a elas tempo para se divertir.

Leia entrevista com Sheila Glazov, autora de “A Cor do Seu Cérebro”

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