Pré-escola: flexibilidade de horários e convívio com outras crianças são as vantagens
Vantagens
Têm preço variável e que atendem a diversos perfis financeiros. A maioria sai mais em conta que contratar uma babá por período integral. Outras custam mais caro até que uma mensalidade de universidade.
Têm flexibilidade de horário. É comum escolinhas e berçários que oferecem horários diversos, por módulos. Nessas escolas, a mãe pode escolher um período (de manhã, de manhã e à tarde ou de manhã até o fim da tarde) de acordo com o tempo que fica fora de casa.
Segurança. Diversas pessoas vigiam as crianças e o ambiente é adaptado para elas, diminuindo o risco de acidentes e maus tratos. A relações públicas Maíla Mortoni, 34, mãe de Giovanna, de 2 anos, optou por botar a filha na escolinha quando ela tinha dez meses. Maíla acredita que a segurança é a principal vantagem, mas defende que a confiança na instituição é fundamental. “Confio muito nas ‘tias’ e sei que posso ligar a qualquer hora para pedir notícias dela que vou ficar sabendo de tudo o que aconteceu”, conta.
Estabilidade. Como a escolinha ou creche é uma instituição que atende a várias crianças, se uma “tia” ficar doente ou faltar por problemas pessoais, alguém vai substituí-la e a mãe não vai ficar desamparada.
Convívio. Crianças se divertem quando estão juntas e também se desenvolvem mais quando observam os amiguinhos. “É impressionante como ela passou a ter um repertório próprio de brincadeiras e de musiquinhas. Vejo que ela começa a formar sua própria vidinha”, diz Maíla, que também observou que a filha come melhor nos dias em que vai à escola. “Ela vê as outras crianças comendo frutas e come também. Em casa, é um drama!”, relata.
Desvantagens
Leva e traz. Em tempos de congestionamentos garrafais, levar e buscar as crianças na escola pode ser um martírio – ainda mais na hora do rush. Para evitar atrasos e perda de tempo no trânsito, é indispensável escolher uma escola perto de casa, pelo menos até a criança ter idade para andar no transporte escolar – o que algumas vezes implica em não matricular na escola que seria a primeira opção dos pais.
Contágio de doença é a maior reclamação dos pais de crianças em escolinhas, principalmente das que ainda não completaram um ano de vida. O médico pediatra homeopata José Armando Macedo, membro do Espaço Potencial, grupo de estudos ligado ao Departamento de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientiae, diz que o sistema imunológico infantil está em formação até os três anos de idade e que frequentar a escolinha ou a creche antes disso vai acarretar em alguns períodos de doença. Ele alerta que esse quadro pode ser mais intenso com os bebês por uma questão emocional. “Como bebês precisam de muita atenção e na escolinha precisam disputá-la com outras crianças, isso resulta em um estresse que diminui a imunidade, tornando-os mais suscetíveis a doenças”, explica.
Para Maíla não é diferente: “todo inverno eu sofro. Quando o tempo fica frio e seco ela fica com febre quase toda semana e, no ano passado, até gripe suína ela pegou”, lamenta. Além da preocupação com a saúde da criança, quando a escola é o único recurso para deixar os filhos, em caso de doença a mãe precisa faltar no trabalho ou ter um plano B até a criança se recuperar.
Adaptação. A adaptação na escolinha depende de como é feita a transição do convívio com a mãe para a escola e também do perfil da criança. Maíla ficou “grudada” com a filha até os dez meses, mas a bebê se adaptou rapidamente à nova rotina. “Ela nem chorava. Eu, em compensação, chorei durante um mês”, conta ela. Já a primeira filha do fotógrafo Charles Naseh, hoje com 11 anos, foi à escolinha com um ano e meio e não se adaptou. “Ela era muito grudada à mãe, que tinha ficado exclusivamente com ela até então, e colocamos na escola de repente. Não deu certo e passei a deixá-la com minha mãe”, lembra. O impacto foi tão grande para os pais e para a menina que ela só voltou à escola com cinco anos.
Adela Stoppel de Gueller, professora do curso de formação em psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae e do curso de especialização de Teoria Psicanalítica da PUC-SP diz que, não só na escola, mas em qualquer caso, a transição gradual é melhor. “É bom que a mãe fale bastante com o bebê lhe contando que em breve vai sair para trabalhar e que vai deixá-la com tal pessoa, mas vai voltar e ficar junto novamente. Também é interessante que ela saia algumas vezes por períodos mais curtos, deixando o bebê com o encarregado, para ver como o bebê vai reagindo”, explica.
meu, filhote tem 4 meses.
estou muito confusa não conssigo desidir com quem deichar meu bebe.
ja fis a matricula dele em uma escolinha mais ainda estou penssando se com uma baba ou na escola.
A Geovanna tem hoje 2 anos e fica na escolinha desde 6 meses no período integral, ela adora. No inicio eu sofri mas do que ela, hoje ela pede para ir e de vez em quando chora para ficar na escola com os amiguinhos. O importante é visitar e pedir referencias das escolas.
Responder comentário | Denunciar comentárioOi, tem um mês que meu filho está indo pra escola. Ele tem 2 anos e quem cuidava dele era minha mãe, mas ela quebrou o braço e precisei decidir de vez colocá-lo ou não na escolinha. Foi muito difícil pra mim e pra ele, fiquei muito insegura e com medo, ele chorou muito e ainda tem crises de não querer ir. A escola é ótima e tenho fácil acesso a ele e as professoras. Mas foi uma decisão muito difícil de tomar, mesmo sabendo que é o melhor pra ele. Beijo para as mamães
Responder comentário | Denunciar comentárioMeu netinho foi matriculado na creche aos quatro meses de idade e, se no início tínhamos algumas dúvidas, hoje temos certeza de que foi a melhor opção. Ele se desenvolveu muito bem, é sociável, carinhoso e muito saudável. A creche escolhida permitiu um "laboratório", período de adaptação em que a mãe ficou algumas horas com o bebê e pode avaliar o ambiente. Sugiro que os pais visitem vários locais ,antes de optarem por uma instituição.A matéria mostra exatamente como os fatos acontecem, os possíveis problemas e as soluções. A creche representa sossego para os pais.Minha filha ,aos dez meses,ficava com uma babá - recomendada por uma amiga-que a maltratava. Sofri muito ao saber do fato.Sem opção,troquei a babá e rezei para dar certo.Meu neto é alegre e inteligente. O Governo deveria investir em educação infantil para que as mães sem recursos possam trabalhar sossegadas e , no futuro, possamos contar com jovens e adultos bem formados.
Responder comentário | Denunciar comentárioOlá
O caso do meu filho é bem semelhante a um citado na matéria. Quando tinha 1 1/2 coloquei ele na escolinha e não fiz uma adaptação pouco a pouco com ele que ficava já com a minha mãe. Isso por orientação da própria escola que tinha orientado e deixa-lo lá direto sem acompanhar nos primeiros dias.
Me arrependi profundamente de ter feito isso pois ele não se adptou (ficou apenas 2 semanas), ficou com traumas por muito tempo. Só agora, com quase 3 anos conosco conversando sobre escolinha todos os dias ele está começando a querer frequentar a escola.
Quando ele aprendeu a falar, meses depois, ele ainda lembrava com tristeza e paúra da escola e expos o por que de não gostar da escolinha. A partir daí fomos trabalhando a cabecinha dele para mudar de idéia.
Por isso eu aconselho a quem for colocar o filhote na escola, prepara-los muito bem para isso para não criar resistencias no futuro...
Abraços
Meu filho fica na escolinha desde cinco meses, no quinto e sexto mês por meio período, e depois período integral, hoje ele está com 1 ano e dez meses...no primeiro dia que deixei foi super sofrido, eu fiquei aos prantos enquanto o entregava para a professora...no segundo dia deixei para chorar no carro depois de entregá-lo..na realidade sofri muito e ele não...o convívio com outros da idade dele realmente faz a diferença e é compensador....
Responder comentário | Denunciar comentárioMeu filho fica em período integral na escolinha desde o 6 mês. Até os 2 anos ficou em uma escolinha, depois mudamos para outra por questões de período de fechamento. Está super adaptado, adora os amigos, fala bem da escola e já até chorou para ir.
Detalhe: entre ir para escolinha e ficas com os pais, ele prefere a segunda opção!
Meu filho ficou inicialmente com a tia, depois aos 04 anos foi para a escolinha, foi otimo e marcou muito os primeiros anos de vida com a companhia da tia, que até hoje aos 17 anos sente muito amor a afetividade pela tia especial. Sabemos que cada criança é especial, portanto a forma de criação vai influenciar muito na formação de sua perssonalidade, temos de acompanhar qual é o melhor para eles e respeitar as suas nessecidades para se formar um cidadão digno.
Abraços as todas as mamães.
escolinhas pagas pela prefeituras ou governo estaduais e um direito de todas as maes
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