Cuidado e proteção: decidir com quem deixar o bebê ao voltar ao trabalho deve ser escolha bem planejada
Ainda durante os primeiros meses de contato com o rebento, pais e mães se vêem às voltas com uma questão inevitável na vida moderna: com quem deixar a criança quando a licença-maternidade chegar ao fim? Com exceção daquelas mulheres que abdicam do trabalho para se dedicarem integralmente aos filhos, a dúvida paira sobre os casais que procuram equilibrar as suas possibilidades com a vontade de fazer o melhor pela criança.
Creches, babás e parentes costumam ser as possibilidades mais comuns e cada perfil de pais parece se adaptar melhor a cada uma delas. Além disso, questões como a disponibilidade financeira, a existência de um outro irmão e a proximidade geográfica com os avós contam na hora de optar.
Abaixo, um balanço das vantagens e desvantagens e o que deve ser levado em conta na hora de avaliar cada opção.
Creche ou escolinha
Avó ou outro parente
Babá
Meu filho tem 3 anos e esta na creche desde 1 ano de vida.No começo eu ate chorava de tristeza por não poder ficar cuidando dele em casa.O que muitos não sabem é que a criança muitas vezes gosta da creche,porque brinca muito aprende e tem amiguinhos.Hoje quando vou buscar meu filho ele conta pra mim tudo o que fez durante o dia o que comeu e com quem brincou, é sociavel e fala muito bem graças a convivência com as outras crianças.
Responder comentário | Denunciar comentárioOlá. Acho que sou uma dessas raridades que vocês descrevem. Eu decidi deixar o emprego para ficar com meu filho até, pelo menos,ele completar 1 ano.
Primeira coisa: eu sou mãe e educadora do meu filho. Ou seja, não estou lá só para dar de comer e trocar fralda. Mas para estimulá-lo paraa vida.
Segundo: Não, não foi fácil. Tem a questão financeira em si (passei a assumir também o trabalho de casa, fora o controle espartano das contas), mas também tem a tensão de deixar o peso das contas só para o marido, tem o estresse de viver "de mesada" depois de anos como ser independente.
E não podemos esquecer os temores profissionais (voltarei ao mercado? ficarei defasada?); os "culturais" (só falo de bebê, da casa, do visinho?), entre outros.
Mas o mais chato é ter de lidar com os questionamentos, digamos, educacionais. Se você resolveu ficar em casa com seu filho, então você não tem o "direito" de fazer mais nada por você (incrível isso, né?). Dando um exemplo: alguém pode ficar com meu filho uma horinha para eu fazer ginástica? Ohhhhh!!! Que absurdo! Como assim? Mas você não saiu do emprego para cuidar do seu filho?
Pois é. Eu deixei o trabalho e quando meu filho completou sete meses decidimos colocá-lo na escolinha por três horas, durante a manhã. Para eu ter tempo para mim também.
Foi ótimo, porque eu não sofri ao deixá-lo: era pouco tempo e eu estava pertinho se precisassem. Ele também não: virou uma atividade divertida.
Hoje, com um ano, ele está na escolinha durante as manhãs (5 horas), enquanto eu trabalho (voltei porque encontrei uma empresa que valoriza o resultado do trabalho e não o "bater cartão". Faço 4 horas na empresa e 4 horas em casa, com flexibilidade de horários).
Optei por educar minhas filhas e não me arrependo nem um segundo por isso.
A minha geração foi criada para sair em busca do seu espaço no mercado de trabalho e o que acaba acontecendo é que muitas mulheres satisfazem seu ego porém tem filhos sem a disponibilidade de estar presente na vida deles. É lógico q existe aquelas que precisam trabalhar aí não tem jeito, mas muitas delas é por pura vaidade ou falta de vontade de ser a famosa do lar.
Acabam perdendo o melhor de cada fase e esquecem q aquilo não volta mais e o mercado de trabalho vai estar lá sempre.
Conheço muitas mães que dizem q os filhos chamam a babá ou a avó de mãe, porque são essas q estão no dia a dia deles e não tem jeito essa é a realidade. Não adianta falar em qualidade, o dia a dia é o que conta para os nossos pequenos. A grande maioria tenta inclusive suprir sua falta e sua culpa por não estar presente satisfazendo todas as vontades das suas crianças.
Não é porque optamos por estar em casa que somos alienadas, desinformadas etc, muito pelo contrário, nosso mundo é amplo, temos tempo para nós, para nos divertir, nos cuidar e cuidar de nossos filhos e o que é melhor: sem culpa
no meu ponto de vista os nossos filhos devem ficar com alguem que nos passa total confianca pois precisamos dar uma qualidade de vida melhor para eles e com isso exige muito do nosso lado profissional,e que a nossa ausencia pode ser suprida com as horas que passaremos juntos e nao importa o tempo e sim a qualidade para demonstrarmos o nosso amor e carinho.
Responder comentário | Denunciar comentárioBom dia,
O bebê tem que ficar sempre com os cuidados dos pais, quando eles são responsaveis e amororsos sem super protenção, que prejudica a criança, na falta dos pais fica com alguém que gosta e ama crianças de verdade, e sempre alicerssada pelos os cuidados dos pais.
um abraço fraternal Deus, abençoe a todos nós.
Antonio givaldo
Olha é muito fácil falar:" pare de trabalhar para poder ficar com seu filho". Entretanto, muitas mulheres (meu caso) precisam trabalhar. Se eu parar de trabalhar teremos graves problemas financeiros. Além disso, também acho muito saudável a mulher ter uma carreira para que ela possa se sentir feliz como ser humano pensante.
O meu filho fica com a minha mãe e no ano que vem com 1 ano e 6 meses irá para escola. Sei que já está pesado para ela, pois ele está andando e ela não aguenta o pique. Eu tenho um horário bastante flexível e normalmente ela fica com ele meio período.
Por isso, acho que não existe o certo ou o errado. Cada família se adapta de acordo com a sua realidade. E o mais importante é o amor que temos e damos ao nossos filhos. Mesmo aqueles que precisam deixar seus filhos o dia inteiro... eles são pais sim e amam seu filhos imensamente tb.
Eu não consigo entender. Essas pessoas fazem o filho, acham bonito e depois dizem que não podiam ficar em casa para cuida-los, passam a responsabilidade para outros. Coitados dos avós, que muitas vezes criam os bebes, sem a menor vontade, porque estão idosos para aguentar criança chorando, enchendo o saco. O bebe deve ficar com que os fez, simples assim. Se não puder, não os tenha. Simples assim. Uma mulher acima disso: mediocridade, outra citou estamos no século 20. Extado, não precisa ter filho. Vc pode ser feliz sem criança, pode ser feliz solteiro, pode ser feliz casada com outra mulher, nao precisa ser mae. Mas se vai ser, seja honesta e mulher suficiente para cuidar de seu bebe. Nao jogar o bebe para outros e ir cuidar da carreira. Isso sim é mediocridade. Hipocresia: enchem a boca para falar que sao pais, pais depois das 7 da noite, até a hora do jornal. Rita
Responder comentário | Denunciar comentáriosou babá à mais de dez anos, inclusive internacional,minhas patroas são mães maravilhosas,trabalhavam fora e quandotinham um tempinho corriam pra casa para alimentar os filhos,sou muito carinhosa com as crianças e com as mães delas tb,afinal de contas elas tem suas empresas e precisam trabalhar para dar um futuro melhor para seus filhos e eu como babá e sou muito eficiente no que faço,procuro ajudar o maximo possivel afinal esse é meu trabalho como outro qualquer,como um médico,advogado,motorista,enfermeira todos tem respossabilidade naquilo que faz e eu tb.adoro meu trabalho.
Responder comentário | Denunciar comentárioPara mim a babá é a última e terrível opção.
Tenho conhecimento de alguns casos concretos:
de babá que esquentava garfo quente e colocava no bumbum da criança para queimá-lo e a criança chorar até dormir para ela poder ter relações com o namorado.
Babá que enfiava agulhas nos órgãos genitais da criança para os pais não perceber hematomas.
Babá que colocava pimenta na boca da criança para a criança não comer as merendas e sobrarem para ela comer. Enfim, a creche é a melhor opção, pois a criança não fica somente com uma pessoa e mesmo que tenha uma psicopata na creche, as outras irão interferir.
A vovó é a segunda opção, pois uma vovó sozinha para cuidar de uma criança, pode vir a espancá-la por falta de paciência - claro que nem todas.
eu sou a favor das creches, desde que bem escolhidas.
trabalho fora e nao teria condicoes de ter filhos (financeiramente) se nao trabalhasse.
moro em cidade grande onde nao tenho uma pessoa de total confianca para deixar meus filhos.
na escolinha eles se socializam, aprendem muitas coisas novas, sao muito estimulados.
so tenho elogios quanto a escolinha.
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