“Para que o filho entenda até onde pode ir e o que lhe é permitido fazer, é importante que os pais sejam constantes, firmes e até previsíveis", explica psicóloga

Em restaurantes, escolas, festas, locais públicos e rodas de conversa em geral, uma das principais reclamações dos adultos atualmente é a falta de limites das crianças. Para não ser alvo desse tipo de comentário, muitas mães já se preocupam com isso quando seus filhos ainda são bebês. É nobre, mas um pouco cedo para começar.

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Falar o velho e bom “não” quando um pedido não puder ser atendido ou a criança faltar com a educação é o que resolve na hora de impor limites
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Falar o velho e bom “não” quando um pedido não puder ser atendido ou a criança faltar com a educação é o que resolve na hora de impor limites

“No início da vida, o bebê é totalmente dependente da mãe ou de seu cuidador principal. Mas, gradativamente, as crianças adquirem capacidade para tolerar frustrações e compreender os sinais emitidos pelos pais. Os limites podem começar a ser impostos aí, quando o filho ainda é pequeno”, explica a psicóloga clínica Aline Groff Vivian, doutora em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e professora do curso de Psicologia e Medicina da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).

A receita é tão simples quanto temida por alguns adultos: falar o velho e bom “não” quando um pedido não puder ser atendido ou a criança faltar com a educação.

“Para que o filho entenda até onde pode ir e o que lhe é permitido fazer, é importante que os pais sejam constantes, firmes e até previsíveis. Ou seja, é fundamental que ele reconheça o que se espera dele e também que os pais consigam dizer ‘não’, de forma a proteger a criança”, afirma Aline.

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