Ter filho não é tarefa fácil. Veja como lidar com alguns problemas típicos das crianças e o que você precisa saber para tornar a vida delas (e a sua) mais feliz

_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=ModeloiG%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1237491686649&_c_=MiGComponente_C

Acordo Ortográfico

Além da vida complicada que toda mãe tem ¿ trabalho, casa, vida pessoal ¿ a tarefa de educar e criar as crianças se torna praticamente uma novela. Mal sobra tempo para ficar por perto e dar toda a atenção necessária. Isso sem falar da grana disponível que vai embora num piscar de olhos. Mas ver os pimpolhos crescerem felizes é incrivelmente compensador!

Jan Parker, jornalista e escritora especializada em problemas infantis, e Jan Stimpson, terapeuta familiar, resolveram dar uma mãozinha para as mães de primeira viagem (e aquelas que já estão no meio do caminho). O livro Criando Filhos Felizes ¿ O que toda criança precisa que seus pais saibam (Editora BestSeller) reúne dicas, ideias e informações para você não se descabelar quando alguns probleminhas aparecerem. Conheça alguns deles.

- Diminuir o seu ritmo de vida e separar um tempinho a mais para ficar com o bebê ajuda a criar laços atuais e futuros com a criança. Durante as primeiras semanas de vida, quase nada é mais importante que isso.

- É necessário compreender a linguagem do seu bebê. Ao saber o que ele faz quando está cansado, você evita que em outras ocasiões ele fique estressado por excesso de canseira. Assim fica mais fácil estabelecer rotinas para os horários de dormir.

- Use seu instinto. Uma testinha franzida, por exemplo, nem sempre significa tédio ou aborrecimento. Como nos adultos, também pode indicar concentração intensa.

- Brincar com os pequenos é parte fundamental do processo de conhecer um ao outro (abraçar do jeitinho que ele gosta, rir de uma brincadeira). Prazeres compartilhados não são apenas vitais para a auto-estima do bebê, como são também indispensáveis para que ele tenha a saúde emocional equilibrada e desenvolvimento comportamental.

- Caso você não esteja com disposição para brincar, é perda de tempo fingir que está se divertindo , porque as crianças têm uma fantástica habilidade para perceber inconsistências entre o que você realmente sente e o que faz.

- Na hora do choro, enquanto você descobre o que ele precisa, conforte e tranquilize a criança . E não se preocupe tanto: a maioria das mães depende de algumas tentativas e erros, de intuição e da crescente familiaridade com o jeito do filho.

- Nenhum pai jamais será perfeito, os filhos jamais serão crianças perfeitas, e é assim que deve ser . Sobrecarregar-se com culpas desnecessárias ou com altas expectativas irreais leva ao risco de focar o que não está acontecendo e não o que de fato é real: o relacionamento envolvente entre dois indivíduos únicos.

- Não se isole depois de virar mãe . É importante continuar com suas saídas e colocar seu filho em contato com outras crianças pequenas. Mas evite os pais competitivos. São tipos chatos que adoram dizer que seus filhos são melhores que os outros. Faz um mal danado para o seu sossego.

- Pense em si mesma. Que tal pedir para uma grande amiga dormir com o seu filho por uma noite? Assim você não tem o sono interrompido e introduz, devagar, as suas necessidades. Um pouco de paz e mimo com você mesma é extremamente saudável e necessário.

Vale sempre lembrar que aquilo que o seu filho precisa não é uma fórmula matemática e não permanece constante. Isso vai mudar com o tempo e pode te pegar de surpresa. Compreender essas mudanças e necessidades é a grande chave para um bom relacionamento, não importa quando.


Leia mais sobre: mães e filhos

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.