<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title><![CDATA[Comportamento - Atitude, etiqueta e relacionamentos - iG Delas]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/</link><description><![CDATA[Comportamento - iG Delas: Dicas e matérias para mulheres de atitude. Leia mais sobre etiqueta, relacionamento, traição e saiba como agir em cada situação.]]></description><language>pt-BR</language><pubDate>Fri, 24 May 2013 05:01:05 -0300</pubDate><lastBuildDate>Fri, 24 May 2013 05:01:05 -0300</lastBuildDate><docs>http://www.ig.com.br/rss/</docs>    <copyright>Copyright Sistemas Web - Internet Generation. Todos os direitos reservados.</copyright><atom:link xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/" rel="self" type="application/rss+xml" /><image><title><![CDATA[Comportamento - Atitude, etiqueta e relacionamentos - iG Delas]]></title><url>http://images.ig.com.br/logo_ig.gif</url><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/</link><width>65</width><height>80</height></image><item><title><![CDATA[Lei Maria da Penha coloca 140 mulheres na cadeia]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-24/lei-maria-da-penha-coloca-140-mulheres-na-cadeia.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Fernanda Aranda</strong></p>Dados da Justiça foram acumulados entre 2008 e 2012. Especialistas afirmam que na estatística estão agressoras de homens e de outras mulheres<p>A Lei Maria da Penha nasceu em 2006 para proteger mulheres contra a violência doméstica. Mas dados inéditos do Ministério da Justiça (MJ) revelam: elas também vão para a cadeia enquadradas na legislação.</p><p class=" ">Levantamento feito pelo <strong>iG</strong> no banco virtual do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do MJ, mostra que cerca de dois mil homens são presos anualmente por agredirem suas parceiras. Em meio ao comportamento violento masculino, 140 mulheres foram detidas nos últimos cinco anos por - nos dizeres da lei - “causarem morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial” contra pessoas que convivem no mesmo ambiente familiar.</p><p class=" "><br data-mce-bogus="1"></p><p>Os registros de prisões são referentes a dezembro de 2008 (primeiro semestre de análise que discrimina os crimes cometidos) e dezembro de 2012. As estatísticas são atualizadas todo semestre e as mais atuais foram disponibilizadas há um mês.</p><p>Os dados não traçam o perfil das vítimas, o que impossibilita saber quantos são homens e quantos são mulheres entre os agredidos pelas 140 detidas.</p><p><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/uma-em-cada-dez-brasileiras-ja-apanhou-de-um-homem/n1238112204006.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/uma-em-cada-dez-brasileiras-ja-apanhou-de-um-homem/n1238112204006.html">uma em cada dez brasileiras já apanhou de um homem</a></p><p>O número detecta simplesmente o uso de violência por parte das mulheres. Na outra ponta da agressão, segundo especialistas, estão namorados, noivos e maridos, mas também violentadas em relações homoafetivas, além de filhas, mães e irmãs vitimadas por agressoras.</p><p><strong>Cigarro apagado no peito</strong></p><p class=" ">Todos os ouvidos pela reportagem, incluindo o empresário C.B, 35 anos, que recorreu à proteção da Lei Maria da Penha após ser ameaçado de morte e conviver com a cicatriz de um cigarro apagado no peito pela a ex-mulher, fizeram questão de ressaltar que a violência perpetrada por uma mulher ainda é minoria.</p><p class="   ">As estatísticas endossam a prevalência de homens, já que as encarceradas com base na legislação representam 0,88% da quantidade de homens penitenciados no período analisado (15.889 no total). Veja no gráfico abaixo:</p><p class="    "><br data-mce-bogus="1"></p><p class="  ">“É lamentável que, em pleno século 21, os homens ainda ataquem suas mulheres. E isso acontece muito”, lamenta o empresário, que prefere o anonimato.</p><p>Ele ganhou a proteção da Lei Maria da Penha contra a ex-mulher em 2008 e ainda convive com as sequelas da violência. “Mas assim como as mulheres, em um dado momento, sentiram necessidade de criar meios, leis e entidades para se defender da agressão dos homens, o gênero masculino vive hoje um momento parecido”, diz. “Um momento em que se faz necessária a criação de entidades às quais se possa recorrer para receber orientação, receber apoio”. <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-24/recorrer-a-lei-maria-da-penha-foi-a-unica-maneira-de-me-preservar.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-24/recorrer-a-lei-maria-da-penha-foi-a-unica-maneira-de-me-preservar.html">Leia a entrevista completa com ele, que foi caluniado e perseguido pela ex-mulher, aqui.</a></p><p class="  "><strong>Divergências</strong></p><p class=" ">Entre estudiosos e juristas, a utilização da Lei Maria da Penha para proteger vítimas masculinas não é consenso. “Achamos inadmissível usá-la em favor dos homens”, avalia Ana Teresa Iamarino, do departamento de enfrentamento da violência contra a mulher, da Secretaria Especial de Políticas Para Mulheres, ligada ao governo federal.</p><p class=" "><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/2012-06-04/pesquisa-mostra-violencia-contra-mulher-durante-o-parto.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2012-06-04/pesquisa-mostra-violencia-contra-mulher-durante-o-parto.html">pesquisa mostra violência contra mulher durante parto</a></p><p>“A lei foi criada justamente para beneficiar mulheres, aquelas que vivem uma relação desigual de poder, de força e de opressão. Nosso acompanhamento mostra que quando a lei é usada em favor deles, as decisões acabam revogadas. Estes casos que resultam em prisões de mulheres, em geral, são para beneficiar outras mulheres, principalmente as vítimas de violência em relações homoafetivas”, analisa Ana Teresa.</p><p>Já o advogado Zoroastro Teixeira, que atua no Mato Grosso e é especializado em direito de família, contesta a restrição. Em 2008, ele conseguiu que o cliente fosse protegido pela Lei Maria da Penha, após provar as agressões e ameaças por parte da ex-companheira. Alegou que todos são iguais perante as leis, invocando o chamado princípio de isonomia.</p><p class=" ">Desde então orienta outros colegas “de Brasília, Rio Grande do Sul e Ceará” com demandas parecidas. “Quando o homem é vítima de violência doméstica, não tem as garantias processuais e a força da Lei Maria da Penha. É a via mais rápida para afastar a agressora da vítima”, acredita. “Na minha avaliação, por excluir o homem desta proteção, a lei fere o princípio de isonomia e é inconstitucional. Mas eu a usei para proteger um homem violentado e humilhado”.</p><p class="  "><strong>Violências diferentes</strong></p><p>Ex-desembargadora e fundadora do Instituto Brasileiro de Defesa da Família (IBDFAM), Maria Berenice Dias discorda de Teixeira e reitera que a lei, quando é protetiva, serve para defender o “mais vulnerável”.</p><p>“A legislação trata de maneira desigual porque as mulheres não são iguais do ponto de vista de vitimização doméstica”, diz Maria Berenice, afirmando que o mesmo princípio do vulnerável é usado no Estatuto do Idoso, na lei de cotas raciais e no Código de Defesa do Consumidor.</p><p><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-08/as-meninas-comecam-a-reproduzir-o-que-vivenciam-em-casa-e-utilizam-a-violencia.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-08/as-meninas-comecam-a-reproduzir-o-que-vivenciam-em-casa-e-utilizam-a-violencia.html">"meninas começam a reproduzir o que vivenciam em casa e utilizam violência", diz Maria da Penha</a></p><p>Segundo ela, o fato de não existir uma lei voltada às vítimas masculinas não dá às mulheres liberdade para agredir o companheiro. “Ela pode ser enquadrada em todas as outras legislações criminais. Não há salvo-conduto”, diz.</p><p>Da mesma opinião partilha a promotora do Ministério Público (MP) de São Paulo, Silvia Chakian. “A violência praticada pela mulher, via de regra, é completamente diferente da exercida pelo homem. A dela é pontual, um ataque de fúria isolado. A do homem é crônica: a vítima sofre anos calada e só encontra formas de romper com as agressões pela lei protetiva. É para estes casos existe a Lei Maria da Penha”, diz Silvia, fundadora do Núcleo Central Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica do MP.</p><p><strong>Pareceres jurídicos</strong></p><p>Desde a criação, a Lei Maria da Penha gera contestações sobre sua validade. Em 2010, os recursos ganharam força por conta do entendimento de cinco tribunais de justiça regionais de que era uma legislação desigual – ano que coincide com o pico de 58 mulheres presas enquadradas na lei. Em 2011, parecer do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a Maria da Penha não fere a Constituição e, em 2012, o entendimento dos ministros do Supremo foi de que não só a vítima, mas qualquer testemunha, poderia registrar ocorrência contra o agressor.</p><p>As denúncias explodiram. Os dados do Disque-Denúncia (180) mostram que o número foi acionado 265 vezes por dia só para o registro de casos de violência doméstica contra mulheres – 47,5 mil ligações no primeiro semestre de 2012, 13% a mais que no mesmo período de 2011, informa balanço do governo federal.</p><p><strong>“Solução e não punição”</strong></p><p>Lírio Cipriani, diretor do Instituto Avon, que realiza e patrocina campanhas contra a violência doméstica, pontua que “a Lei Maria da Penha foi uma ferramenta importante para dar voz à vítima, encorajar a mulher”.</p><p>“Estamos prontos para um próximo passo”, acredita.</p><p>“A mulher não quer a punição do agressor doméstico. Ela quer a solução para a violência”, diz. “Solucionar significa romper o padrão violento, a cultura que diz que o forte bate e o fraco apanha”, ressalta. “Elas não podem mais apanhar caladas e sozinhas. Mas reagir não significa ser violenta também. Não é vingança que precisamos e, sim, de uma cultura de paz”.<br><br><strong>Leia também</strong><br><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/sinais-que-o-relacionamento-pode-se-tornar-violento/n1596835214490.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/sinais-que-o-relacionamento-pode-se-tornar-violento/n1596835214490.html">Sinais de que o relacionamento pode se tornar violento</a><br><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/separacaodivorcio/as-varias-fases-da-separacao/n1597622131904.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/separacaodivorcio/as-varias-fases-da-separacao/n1597622131904.html">As várias fases da separação</a></p>]]></description><pubDate>Fri, 24 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-24/lei-maria-da-penha-coloca-140-mulheres-na-cadeia.html</guid></item><item><title><![CDATA[“Recorrer à Lei Maria da Penha foi a única maneira de me preservar”]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-24/recorrer-a-lei-maria-da-penha-foi-a-unica-maneira-de-me-preservar.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Fernanda Aranda</strong></p>Empresário foi agredido e ameaçado pela ex-companheira e buscou ajuda na legislação criada para proteger mulheres contra violência doméstica<p>O empresário C.B., do Mato Grosso, 35 anos, mantém sigilo sobre a identidade por cautela. Em 2008, ele foi orientado pelo advogado a acionar a Lei Maria da Penha para se proteger da ex-companheira, após um relacionamento de três anos. Ele passou a temer as ameaças de morte após ser agredido. “Ela apagou um cigarro no meu peito”, lembra.</p><p>Cinco anos depois de entrar para as estatísticas de homens protegidos pela legislação criada para beneficiar mulheres – os dados mostram que foram <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-24/lei-maria-da-penha-coloca-140-mulheres-na-cadeia.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-24/lei-maria-da-penha-coloca-140-mulheres-na-cadeia.html">140 mulheres detidas enquadradas na Lei Maria da Penha</a> no período – ele foi surpreendido por um convite da ex-mulher no Facebook. “Acho inadmissível os homens que ainda agridem suas mulheres. Mas entendo que é preciso criar mecanismos para defender o gênero masculino também”. Leia a entrevista completa.</p><p><strong>iG: Como era situação vivenciada no seu relacionamento em 2008 e quando você sentiu a necessidade de uma providência jurídica?</strong></p><p><strong>C.B.:</strong> Tínhamos uma boa relação. Porém, ela tinha uma relação conturbada com o "último" ex-marido. Depois percebi que ela mentia e me ludibriava dizendo que o ex a incomodava, quando na verdade era ela quem o perseguia. Foi quando descobri que ela estava me traindo com ele. Terminei a relação. Foi no dia do término que ela, irritada, apagou um cigarro no meu peito. Aí não tem volta né? Isso é imperdoável. Eu já havia saído de um casamento de quase vinte anos por ter sido traído, mas nunca havia passado por nenhuma agressão física. Foi a primeira vez.</p><p class=" "><strong>iG: Imaginava que a situação chegaria até esse ponto quando o relacionamento começou?</strong></p><p class=" "><strong>C.B.:</strong> Quem, em sã consciência poderia imaginar que chegaríamos a esse ponto? A única agressão física que sofri foi esta do cigarro. Mas ameaças sofri muitas, e de muitos modos diferentes. Por exemplo, ela dizia que inventaria um monte de mentiras a meu respeito como, de fato, fez. Escreveu cartas e mandou e-mails para minha mãe, meus filhos, meus parentes e amigos com conteúdo vergonhoso, mentiroso.</p><p class=" ">Ela driblava os porteiros e invadia o condomínio onde moro para me encontrar, riscar a pintura do meu veículo, quebrar vidros do carro. Quando os porteiros não a deixavam entrar, ela dava show na portaria: gritava, chorava, inventava que eu a tinha posto para fora de casa sem direito a nada. Os morados que viam me julgavam um crápula indecente. Houve condôminos que foram bater à minha porta se dizendo indignados com o modo como eu a tratava.</p><p>Ela chegou ao ponto de se automutilar e dar queixa na delegacia da mulher dizendo que eu a espanquei. Quando mesmo assim não cedi e disse que preferia ir para a cadeia a reatar o relacionamento, ela retirou a queixa. Não imaginava isso.</p><p><strong>iG: Como surgiu a ideia de recorrer à Lei Maria da Penha? Você já conhecia a legislação?</strong></p><p><strong>C.B.:</strong> Quando ela começou a me ameaçar de morte, decidi procurar um advogado para me orientar. Nessa época, ela misturava antidepressivos e ansiolíticos com bebidas alcoólicas e eu passei a ter a certeza de que ela seria capaz de fazer algo mais grave. Depois de muito conversar e pesquisar com meu advogado, achamos que a única maneira de conseguirmos que um juiz determinasse uma medida protetiva a meu favor seria usando a própria lei. Entendemos que essa lei é específica para mulheres e crianças, porém, não pode jamais, como legislação, ser exclusiva.</p><p class="    "><strong>iG: O recurso surtiu efeito? A perseguição da sua ex-companheira cessou?</strong></p><p class=" "><strong>C.B.:</strong> Não. Ela continuou a me perseguir, a tentar entrar em contato de todas as maneiras, celular, internet, no meu escritório, no meu apartamento. Minha vida virou um inferno. Então, procurei o juiz que havia concedido a medida protetiva. Eu não estava ali procurando vingança, mas procurando paz, sossego.</p><p class=" ">O juiz determinou que ela se tratasse em um núcleo do Estado próprio para casos semelhantes e garantiu que acompanharia o tratamento de perto. Mesmo assim, ela não parou. Não havia mais como lidar com o incessante assédio que eu sofria. Então eu disse em juízo que ele tomasse a medida que achasse melhor. Sinceramente não sei o que ele determinou. Só sei que a partir desse momento, ela cessou. E por incrível que pareça, na semana passada recebi um convite dela para ser amigo no Faceboock. É demais! Não é?</p><p><strong>iG: Algum amigo, conhecido ou parente já enfrentou uma situação semelhante à sua?</strong></p><p><strong>C.B.:</strong> É impressionante que em pleno século 21 os homens ainda continuem agredindo suas mulheres. E não acontece somente nas camadas mais pobres da sociedade. É que somente divulgam os casos dessa esfera. Respondendo à sua pergunta, tenho ouvido depoimentos do crescente comportamento violento por parte das mulheres e até de conhecidos que a gente nem imagina.</p><p><strong>iG: Neste processo todo, de vida, jurídico e pessoal, você tem algum arrependimento?</strong></p><p><strong>C.B.:</strong> Não. Foi a única maneira racional que eu encontrei para me defender. Encontrei na própria lei Maria da Penha onde recorrer para preservar a minha identidade física e moral.<br><br><br><strong>Leia também</strong></p><p><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-08/as-meninas-comecam-a-reproduzir-o-que-vivenciam-em-casa-e-utilizam-a-violencia.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-08/as-meninas-comecam-a-reproduzir-o-que-vivenciam-em-casa-e-utilizam-a-violencia.html">Maria da Penha: "As meninas começam a reproduzir o que vivenciam em casa e utilizam a violência"</a></p><p><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/2012-10-15/teste-voce-trata-seus-filhos-e-filhas-com-igualdade.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2012-10-15/teste-voce-trata-seus-filhos-e-filhas-com-igualdade.html">Você educa seus filhos pensando na igualdade de gêneros? Faça o teste</a><br><br></p>]]></description><pubDate>Fri, 24 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-24/recorrer-a-lei-maria-da-penha-foi-a-unica-maneira-de-me-preservar.html</guid></item><item><title><![CDATA[Os evangélicos progressistas]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-23/os-evangelicos-progressistas.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Alessandra Oggioni</strong></p>Seguidores da Bíblia, eles se opõem à violência contra homossexuais, defendem a igualdade entre homens e mulheres e enfrentam preconceito dentro e fora da comunidade religiosa<p>Eles são evangélicos, frequentam os cultos, leem a Bíblia e lutam para defender suas opiniões pessoais – mesmo que elas distoem do que pensa a maioria de seus irmãos em fé. Patrick, Morgana e Elias são considerados evangélicos progressistas, que se declaram contra a violência aos homossexuais, pregam a igualdade de direitos entre homens e mulheres e adotam uma postura mais questionadora sobre temas polêmicos, não sem enfrentar preconceitos dentro e fora do grupo ao qual pertencem. “Infelizmente, a sociedade vê o evangélico como conservador, limitado intelectualmente e manipulável. Mas esta não é uma imagem totalmente verdadeira”, afirma o comentarista esportivo Elias Aredes Junior, evangélico praticante.</p><p class=" "><br data-mce-bogus="1"></p><p class=" ">A comunidade evangélica no Brasil conta com mais de 42 milhões de pessoas, de acordo com dados do IBGE. O crescimento do número de fiéis é expressivo – eram 15,4% da população no ano 2000 e chegaram a 22,2%, em 2010.</p><p class=" "><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-09/os-bons-samaritanos-ateus.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-09/os-bons-samaritanos-ateus.html">os bons samaritanos ateus</a></p><p>Embora estejam todos “enquadrados” no mesmo grupo, há denominações bastante distintas. Os ensinamentos são diferentes em uma igreja da corrente histórica, como a Batista ou a Metodista, em comparação a uma pentecostal, à qual pertence a Assembleia de Deus, por exemplo, ou a uma neopentecostal, como a Igreja Universal do Reino de Deus.</p><p>Com doutrinas tão diferentes, alguns evangélicos buscam comunidades mais abertas a questionamentos e também participam de movimentos progressistas, para defender interpretações e pontos de vista nem sempre aceitos nos cultos. Conheça a história de três jovens cristãos que se incluem neste grupo.</p><p class="  "><strong>Abaixo a submissão incondicional</strong></p><p class=" ">Formado em ciências sociais, Patrick Timmer, 27 anos, trabalha como secretário-geral na Aliança Bíblica Universitária do Brasil, em São Paulo. De família evangélica, é membro da igreja Comunidade de Jesus, e se considera um “progressista”. “O termo progressista pode significar muita coisa. Para mim, é não ter uma relação de submissão incondicional com a figura do pastor ou do líder religioso”, define.</p><p class=" "><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/pastores-mirins-veem-trabalho-missionario-como-vocacao/n1597251071363.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/pastores-mirins-veem-trabalho-missionario-como-vocacao/n1597251071363.html">pastores mirins veem trabalho missionário como vocação</a></p><p class=" ">Para Patrick, tudo o que é ouvido no culto precisa “passar pelo crivo das escrituras e ganhar uma interpretação coerente”. Ele acredita que todo evangélico deve ter uma postura crítica e saber buscar respaldo na própria Bíblia. “É preciso analisar o contexto, procurar literaturas de apoio, conversar com outras pessoas. O diálogo e o debate sempre ajudam na construção de uma democracia saudável”, afirma.</p><p class=" ">Ele explica que, em muitos casos, trechos da Bíblia são usados para justificar atos de opressão ou abuso, especialmente contra as mulheres. “Certas leituras podem levar a uma interpretação equivocada de superioridade de gênero. Mas a submissão para justificar a violência não tem base bíblica”, defende Patrick.</p><p class="  ">Sobre o homossexualismo, comumente alvo de críticas de líderes religiosos e dos políticos da bancada evangélica, Patrick diz que é preciso mudar esta polarização de “evangélicos versus gays”. Para ele, violência e intolerância são inaceitáveis, sejam por racismo, machismo, xenofobia ou homofobia.</p><p class="     "><strong>A favor de um Estado laico</strong></p><p class="   ">A missionária Morgana Boostel, 26 anos, também se considera uma evangélica progressista. Ela é secretária-executiva da Rede Fale, uma organização internacional ligada a várias congregações evangélicas, que atua em campanhas contra injustiças sociais. Em março deste ano, a Rede <a data-mce-href="http://redefale.blogspot.com.br/2013/03/carta-aberta-as-liderancas-das-igrejas.html" href="http://redefale.blogspot.com.br/2013/03/carta-aberta-as-liderancas-das-igrejas.html" target="_blank">publicou uma carta aberta, assinada por 173 pastores e líderes evangélicos, se posicionando contra a permanência de Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias </a>(CDHM). Dezenas de comentários na própria página da rede rechaçaram a opinião dos pastores.</p><p class="   "> “Todos devem ter os direitos garantidos, independentemente da sua história ou trajetória familiar”, defende.</p><p class=" ">Evangélica desde criança, ela já frequentou a igreja Batista e hoje é membro da Comunidade Anglicana Neemias, na cidade de Vitória (ES). Morgana defende fervorosamente a liberdade de crença e se mostra contrária à intervenção da Igreja em ações do governo. “Estado laico não é a ausência de elementos de fé, mas a possibilidade de expressá-la da forma que cada um considere importante”.</p><p class="   ">Para ela, assim como a opção religiosa, todas as escolhas devem ser respeitadas. Cada um é responsável por decidir o que achar melhor para a própria vida, até mesmo quando se trata de questões sexuais. “É inadimissível qualquer tipo de violência contra homossexuais. Isso inclui o preconceito, pois <em>[o preconceito]</em> incita a violência”.</p><p class="    "><strong>Leia também</strong><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/os-7-mandamentos-da-tolerancia-religiosa/n1597660703218.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/os-7-mandamentos-da-tolerancia-religiosa/n1597660703218.html">Os sete mandamentos da tolerância religiosa</a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/conversao-religiosa-a-escolha-de-uma-nova-crenca/n1596848528951.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/conversao-religiosa-a-escolha-de-uma-nova-crenca/n1596848528951.html">Conversão religiosa: a escolha de uma nova crença</a></p><p class="  "><strong>Em defesa da diversidade</strong></p><p class=" ">O comentarista esportivo Elias Aredes Junior, 40 anos, sempre foi de família evangélica. Ainda adolescente, aprendeu com os tios a questionar os valores pregados nas igrejas que sempre frequentou. “Comecei a despertar para temas de justiça social e igualdade, o que me levou a participar ativamente de movimentos estudantis”, conta ele, que hoje também frequenta reuniões e encontros do Movimento Evangélico Progressista.</p><p>Elias, que faz parte de uma igreja na cidade de Campinas (SP), considera boa parte da comunidade evangélica bastante conservadora. “Muitas vezes, a igreja não consegue lidar com este cenário multifacetado. E isso não é bom porque não contempla a diversidade. Quem não estiver dentro de um modelo preestabelecido fica de fora”, diz.</p><p>Ele cita um exemplo que ouviu de um pastor em outra denominação religiosa, que frequentava anteriormente. Durante um culto, o líder disse que, ao ver uma passeata gay, teve vontade de jogar o carro contra a multidão. “Achei aquilo horrível. Posso não concordar com a conduta gay, mas o Estado tem a obrigação de assegurar-lhes todos os direitos, inclusive o de manifestação”, opina.</p><p>Para Elias, o problema de lidar com a diversidade vai além da questão gay, incluindo também as novas formações familiares. “Vi vários casos de preconceito contra mães solteiras. Então, quando uma mulher é solteira ou separada, ela não pode ser considerada família pela igreja?”, questiona.</p><p>Para mudar este cenário e promover a inclusão, Elias acredita que cabe aos próprios evangélicos lutar pelo que acreditam e “adotar” líderes e representantes que estejam mais de acordo com o perfil de cada um. “O pastor da igreja que frenquento é aberto ao diálogo e respeita o que eu penso. Uma nobre e gratíssima exceção neste cinturão ditadorial existente na comunidade evangélica brasileira”, afirma.</p><p><strong>Leia mais no iGay<br><a data-mce-href="http://igay.ig.com.br/2013-03-27/religiao-versus-homossexualidade-como-as-igrejas-acolhem-os-gays.html" href="http://igay.ig.com.br/2013-03-27/religiao-versus-homossexualidade-como-as-igrejas-acolhem-os-gays.html">Religião versus homossexualidade: como as igrejas acolhem os gays?</a><br><a data-mce-href="http://igay.ig.com.br/2013-05-14/em-seminario-lgbts-defendem-estado-laico.html" href="http://igay.ig.com.br/2013-05-14/em-seminario-lgbts-defendem-estado-laico.html">Padre excomungado por apoiar amor gay diz que Igreja Católica está retrocedendo</a><br></strong><a data-mce-href="http://igay.ig.com.br/2013-05-22/relembre-os-personagens-gays-mais-importantes-da-tv-e-do-cinema.html" href="http://igay.ig.com.br/2013-05-22/relembre-os-personagens-gays-mais-importantes-da-tv-e-do-cinema.html">Veja a evolução dos personagens gays no cinema e na TV</a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/religiao-e-importante-para-criancas/n1597569653634.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/religiao-e-importante-para-criancas/n1597569653634.html"></a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-09/os-bons-samaritanos-ateus.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-09/os-bons-samaritanos-ateus.html"><br></a></p>]]></description><pubDate>Thu, 23 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-23/os-evangelicos-progressistas.html</guid></item><item><title><![CDATA[Oficina de bilhetes de suicídio é um dos destaques de “Escola
da Morte”]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-22/workshop-sobre-bilhetes-de-suicidio-e-um-dos-destaques-de-escola-da-morte.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">NYT</strong></p>Em Nova York, projeto temporário reúne cursos, palestras e workshops sobre temas aparentemente sombrios, mas com resultados bem-humorados<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/nyt.png" alt="NYT"></p><p class=" ">“A carta de suicídio – e eu estou sendo completamente sincero – é uma literatura tocante, estranha, pungente e peculiar”, diz Simon Critchley, autor e professor de filosofia da New School, em Nova York. “O interesse das pessoas por estas cartas é algo quase pornográfico”.</p><p class="  ">Simon Critchley disse isso em plena “Oficina de Escrita de Cartas de Suicídio”, ministrado por ele. O curso é parte de uma série de perfomances, instalações e palestras da School of Death (“Escola da Morte”, em tradução livre), um projeto temporário patrocinado pela Cabinet Magazine e instalado em uma rua de Nova York.</p><p class="  ">A escola temporária surgiu como uma esperta reação a um programa em Londres chamado School of Life, o qual Critchley descreve como “um filosofia particularmente nauseante de autoajuda”.</p><p class="  ">“É também uma maneira de zombar dos workshops de escrita criativa”, diz Critchley, 53. “Não estamos brincando com o suicídio. Fazemos isso como uma maneira de compreendê-lo. As pessoas estão aterrorizadas em conversar sobre a morte”.</p><p>No sábado, a aula começou com Critchley ajoelhado em frente ao quadro negro, cercado por quinze participantes, com uma discussão sobre a ética mutante do suicídio, do antigo ao moderno modelo de Cristianismo até os recentes debates na mídia sobre o direito de morrer.</p><p>O bilhete de suicídio, identificado como um gênero literário de forma única, é uma invenção muito recente e coincide com a ascensão da literatura e da imprensa, disse o professor.</p><p>“Na antiguidade, não havia a necessidade de deixar um bilhete”, ele disse. “Seria óbvio o porquê de você ter se matado.”</p><p><strong>Faça o teste:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/qual-mulher-de-paulo-coelho-voce-e/n1597600047838.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/qual-mulher-de-paulo-coelho-voce-e/n1597600047838.html">que mulher de Paulo Coelho você é?</a></p><p>Ele mostrou famosos bilhetes deixados pela escritora inglesa Virginia Woolf, Adolf Hitler e Kurt Cobain, entre outros.</p><p>Uma estudante levantou a mão para compartilhar uma carta que havia trazido. Era seu favorito, encontrado em uma antologia.</p><p>“Querida Betty, eu te odeio. Com amor, George”, ela leu.</p><p>A classe riu, mas rapidamente começou uma conversa sobre as dicotomias da carta – amor e ódio, humor e raiva – e, então, seguiu para a questão maior do propósito de um bilhete de suicídio.</p><p>“Para não morrer sozinho”, arriscou Sara Clugage, 33, artista do Brooklyn. “Para avisar alguém”.</p><p>“Os bilhetes estão cheios de sofrimento”, outro aluno intercedeu. “Em última análise, não são tão interessantes.”</p><p>“Eles são uma última e desesperada tentativa de comunicação”, disse Critchley. “São uma comunicação falha, em certo sentido”.</p><p>Os estudantes então tiveram 15 minutos para imaginar suas próprias cartas de suicídio, as quais escreveram em notas de 4x6 e compartilharam em voz alta com a classe.</p><p>Uma mãe com aparência radiante e um adorável sotaque britânico foi escolhida primeiro. Ela tinha escrito a carta para seus filhos.</p><p>“Quando vocês inevitavelmente descobrirem aquelas coisas que mantive em segredo, não deixe que diminuam a realidade ou a magnitude do meu amor por vocês”, ela leu.</p><p>O exercício produziu textos que variaram do rancoroso ao existencial, alguns com toque bem-humorado.</p><p class=" ">“Sinto muito, principalmente pelo meu cachorro. Com amor, Lauren. PS: por favor, não me enterrem em Los Angeles”, leu uma estudante.</p><p class="    ">Andrew Riddles, 44, um desenvolvedor de web em visita a Nova York direto do Canadá, escreveu, “Fora do palco é sempre melhor”. Ele viu sensibilidade na experiência do workshop. “É um abraço à vida, o oposto do que você espera”, disse.</p><p class=" ">A segunda metade da tarde foi focada em escrita de epitáfios, liderado por Jeff Dolven, professor de inglês da Universidade de Princeton, que chama o epitáfio de “um gênero muito diferente” do bilhete de suicídio.</p><p>Os estudantes escreveram seus próprios epitáfios. Alguns foram estóicos, outros engrandeceram as próprias qualidades e alguns foram bem-humorados. “Ele era bondoso com todos os animais, exceto sua família”, escreveu Andrew Riddles.</p><p>Ao fim da tarde, Dolven liberou a turma não sem antes compartilhar um último epitáfio: o do poeta irlandês W.B. Yeats, retirado dos versos finais de um de seus últimos poemas:</p><p>“Lança um olhar gélido à vida, à morte; cavaleiro, segue em frente!”, leu, e um silêncio frio permeou a sala.</p>]]></description><pubDate>Wed, 22 May 2013 16:22:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-22/workshop-sobre-bilhetes-de-suicidio-e-um-dos-destaques-de-escola-da-morte.html</guid></item><item><title><![CDATA[Fotógrafo registra “antes e depois” de praticantes de meditação]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-22/fotografo-registra-antes-e-depois-de-praticantes-de-meditacao.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Renata Reif</strong></p>Peter Seidler, também professor de Budismo, falou ao iG sobre o projeto e sugeriu práticas que podem ser feitas no dia a dia<p>A prática prolongada de meditação promoveu benefícios notáveis na aparência dos participantes da série de retratos “Before and After”, do fotógrafo e “life coach” Peter Seidler. Também professor de Budismo há 25 anos, o norte-americano convidou os participantes para um Dathun (um retiro de um mês de duração) que ocorre anualmente no Colorado, Estados Unidos. Eles foram clicados no primeiro e no último dia do programa <em>(veja galeria mais abaixo).</em></p><p>As imagens sugerem uma experiência transformadora e as qualidades fisiológicas da prática ficam visíveis. O efeito é parecido com um lifting: a pele melhora, o olhar fica mais ativo e tranquilo, e os traços se tornam mais suaves.</p><p></p><p>“Ao final de um mês de retiro, as pessoas falam sobre um sentimento de abertura. É como se tivessem passado por um ‘lava-rápido’. O olfato fica melhor, o paladar fica mais apurado, enfim, todos os sentidos são reativados”, diz Peter.</p><p><strong>Leia também: <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/transcendendo+lynch+mostra+lado+zen+do+cineasta/n1596965096805.html" data-mce-href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/transcendendo+lynch+mostra+lado+zen+do+cineasta/n1596965096805.html">"Transcendendo Lynch" mostra lado zen do cineasta</a></strong></p><p>Mas as benesses da técnica vão muito além da mudança física. “A meditação é um treino para a mente. A partir dela, a pessoa passa a viver no presente, e não mais no passado ou no futuro. É neste momento que a gente consegue relaxar e encontrar a paz natural. Dá uma sensação de que o coração se abre e o amor flui”, resume.</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4s/wf/m6/4swfm6hcu4amkekh3kg9a6g7q.jpg" alt="Peter Seidler fotografou os participantes de um retiro de meditação: 'A prática é um treino para a mente'" title="Peter Seidler fotografou os participantes de um retiro de meditação: 'A prática é um treino para a mente'"/></p><p>Peter Seidler fotografou os participantes de um retiro de meditação: 'A prática é um treino para a mente'</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a4/qb/ki/a4qbkib5qexcakfrgl53ql721.jpg" alt="'Para muita gente, fazer nada é uma tarefa difícil', diz Peter, que retratou os participantes de um retiro espiritual no primeiro e no último dia" title="'Para muita gente, fazer nada é uma tarefa difícil', diz Peter, que retratou os participantes de um retiro espiritual no primeiro e no último dia"/></p><p>'Para muita gente, fazer nada é uma tarefa difícil', diz Peter, que retratou os participantes de um retiro espiritual no primeiro e no último dia</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5r/jz/26/5rjz26rsbmpwaldbg109cbu8p.jpg" alt="Para Peter Seidler, meditação ajuda as pessoas a viver no presente" title="Para Peter Seidler, meditação ajuda as pessoas a viver no presente"/></p><p>Para Peter Seidler, meditação ajuda as pessoas a viver no presente</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/f1/ia/kq/f1iakqx1785r86riy20r4zzp8.jpg" alt="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'É neste momento que a gente consegue relaxar e encontrar a paz natural', diz o fotógrafo" title="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'É neste momento que a gente consegue relaxar e encontrar a paz natural', diz o fotógrafo"/></p><p>Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'É neste momento que a gente consegue relaxar e encontrar a paz natural', diz o fotógrafo</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/az/l9/tp/azl9tprosxo8k4h8412eml2e3.jpg" alt="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Dá uma sensação de que o coração se abre e o amor flui', descreve o fotógrafo" title="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Dá uma sensação de que o coração se abre e o amor flui', descreve o fotógrafo"/></p><p>Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Dá uma sensação de que o coração se abre e o amor flui', descreve o fotógrafo</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cq/ly/iv/cqlyivbhs9ge59cu2syazqphg.jpg" alt="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Meditar diariamente durante 10 minutos já fará uma enorme diferença na vida da pessoa'" title="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Meditar diariamente durante 10 minutos já fará uma enorme diferença na vida da pessoa'"/></p><p>Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Meditar diariamente durante 10 minutos já fará uma enorme diferença na vida da pessoa'</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/f1/0q/px/f10qpx4f52ba516hfndgyg18a.jpg" alt="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Não se identifique com os seus pensamentos. Da mesma maneira que eles surgem, eles vão embora'" title="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Não se identifique com os seus pensamentos. Da mesma maneira que eles surgem, eles vão embora'"/></p><p>Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler. 'Não se identifique com os seus pensamentos. Da mesma maneira que eles surgem, eles vão embora'</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8b/0n/ob/8b0nob0fd6ryk6t66p8rnp6cw.jpg" alt="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler" title="Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler"/></p><p>Participante de retiro de meditação fotografado por Peter Seidler</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7w/8p/mo/7w8pmozijw1wkaroajhpci7a0.jpg" alt="Sessão de fotos do projeto 'Before and After', de Peter Seidler: 'Ao final de um mês de retiro, as pessoas falam sobre um sentimento de abertura'" title="Sessão de fotos do projeto 'Before and After', de Peter Seidler: 'Ao final de um mês de retiro, as pessoas falam sobre um sentimento de abertura'"/></p><p>Sessão de fotos do projeto 'Before and After', de Peter Seidler: 'Ao final de um mês de retiro, as pessoas falam sobre um sentimento de abertura'</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ac/qc/6l/acqc6ljlvz8mfrfgnwc0mwojj.jpg" alt="Sessão de fotos do projeto 'Before and After', de Peter Seidler" title="Sessão de fotos do projeto 'Before and After', de Peter Seidler"/></p><p>Sessão de fotos do projeto 'Before and After', de Peter Seidler</p><p>Foto: Peter Seidler</p><p><strong>Meditação para o dia a dia</strong></p><p>Quem não tem a oportunidade de participar de um retiro pode sentar-se de pernas cruzadas e olhos fechados durante 10 minutos todos os dias. “Já fará uma enorme diferença na vida da pessoa. A continuidade é o segredo do sucesso”, revela o fotógrafo e professor. Portanto, se você já tentou mas não conseguiu acalmar uma mente que vive a mil por hora, bem como enfrentou dores nas costas e câimbras nas pernas, não desanime.</p><p>Ache uma posição confortável ou sente-se em uma cadeira com a postura ereta e as mãos sobre as pernas. “Deixe as coisas como estão e não se identifique com os seus pensamentos. Da mesma maneira que eles surgem, eles vão embora. Apenas observe-os, como se estivesse de fora”, sugere Peter. Esta é a chave da revolução interior, e do aumento da saúde e da felicidade suprema, garante o espiritualista. Não é à toa que a palavra êxtase, muito relacionada a experiências de transcendência espiritual, vem do grego “ékstasis”, que significa “sair de si”.</p><p><strong>Para saber mais sobre Peter Seidler:&nbsp;<a data-mce-href="http://peterseidlercoaching.com/" href="http://peterseidlercoaching.com/" target="_blank">peterseidlercoaching.com</a></strong></p><p><strong>Leia também</strong><br><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-08/9-atitudes-simples-para-ser-mais-feliz-no-dia-a-dia.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-08/9-atitudes-simples-para-ser-mais-feliz-no-dia-a-dia.html">9 atitudes simples para ser mais feliz no dia a dia</a><br><br><a href="http://saude.ig.com.br/bemestar/saudealternativa/meditacao+altera+fisicamente+o+cerebro/n1237969590897.html" data-mce-href="http://saude.ig.com.br/bemestar/saudealternativa/meditacao+altera+fisicamente+o+cerebro/n1237969590897.html">Meditação altera fisicamente o cérebro</a><br><br><a href="http://saude.ig.com.br/bemestar/meditacao+ajuda+a+lidar+com+a+dor/n1237739259928.html" data-mce-href="http://saude.ig.com.br/bemestar/meditacao+ajuda+a+lidar+com+a+dor/n1237739259928.html">Meditação ajuda a lidar com a dor</a></p>]]></description><pubDate>Wed, 22 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-22/fotografo-registra-antes-e-depois-de-praticantes-de-meditacao.html</guid></item><item><title><![CDATA[Como lidar com deficientes]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-20/como-lidar-com-deficientes.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Renata Reif</strong></p>Apesar da boa vontade, muita gente tropeça na falta de informação ao abordar pessoas com deficiência. Ouvimos especialistas e elaboramos um guia para não cometer gafes<p>Responda sinceramente: é um deslize dizer a um cadeirante “corre aqui um minuto”? E pedir para um deficiente visual “dar uma olhada” em alguma coisa? Ao contrário do que muita gente imagina, não. As expressões citadas não são um tabu, muito menos uma ofensa, para quem tem uma deficiência física ou visual. Mas para quem não tem, sim.</p><p>“Dizer para um cego ‘perceba isso aqui tactilmente’ seria um verdadeiro absurdo’”, explica João Álvaro de Moraes Felippe, 59 anos, professor de orientação e mobilidade da Laramara, Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual.</p><p>A orientação geral diz que devemos tratar as pessoas com deficiência com naturalidade e respeito às particularidades de cada uma. Mas, na prática, muita gente com boa vontade já tropeçou no próprio desconhecimento ao abordar um deficiente.</p><p>Hoje a inclusão social é garantida por diversas leis, mas há 15 ou 20 anos não era comum ver este público em escolas ou no mercado de trabalho. “Não se sabe lidar direito com deficientes porque as pessoas não conviveram com cegos, surdos ou mudos na escola, desde criança”, opina o deficiente visual e revisor de braille Renato José, 32.</p><p><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/2013-05-02/responsabilidade-dos-pais-convivencia-infantil-com-diferencas-evita-preconceito.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2013-05-02/responsabilidade-dos-pais-convivencia-infantil-com-diferencas-evita-preconceito.html">responsabilidade dos pais, convivência infantil com diferenças ajuda a prevenir preconceito</a></p><p>Com o tempo, as nomenclaturas para designar as pessoas com deficiência física mudaram, refletindo a nova visão sobre o tema. “Invalidez” ou “portadora de deficiência” caíram em desuso e hoje são termos inadequados. Ainda assim, a nomenclatura também passa por um crivo pessoal. “Tem gente que fica ofendida de ser chamada de cadeirante. Eu já me identifico”, diz a psicóloga, publicitária e deputada federal Mara Gabrilli, tetraplégica em razão de um acidente de carro.</p><p>Nas ruas, como relatam os deficientes ouvidos pela reportagem, as pessoas geralmente são bem intencionadas ao oferecer ajuda. “Mas muitas vezes acabam atrapalhando”, atesta o aposentado Nelson Gradim, deficiente visual, 74 anos. Um dos erros mais comuns cometidos com os deficientes visuais é agarrar o braço que segura a bengala. “Este é o olho do cego, é preciso tocar no outro braço”, explica.</p><p>A falta de informação e o descumprimento das leis também são um obstáculo para os cegos. Dono de um cão-guia, o labrador Simon, o radialista Alberto Pereira, 36, já passou apuros para chegar a tempo em seus compromissos. “Encontro dificuldade quando preciso de um táxi. Por mais que tenha uma lei, que diz que o cego pode circular com o cão por qualquer lugar público, o taxista normalmente não aceita fazer a corrida. Ele não entende que é um cachorro limpo e treinado”, conta.</p><p class="               ">Já as pessoas com Síndrome de Down descrevem outro tipo de erro clássico: a abordagem “regredida”, aquela fala com tom de quem se comunica com uma criança. O engano é tão comum que foi <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-21/ator-de-colegas-mostra-erros-principais-no-tratamento-de-quem-tem-down.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-21/ator-de-colegas-mostra-erros-principais-no-tratamento-de-quem-tem-down.html">tema de um vídeo da campanha “Dê uma ajudinha a si mesmo, reveja seus conceitos”,</a> estrelado por Ariel Goldemberg, ator do filme "Colegas".</p><p class="  ">O ator Breno Viola, também do filme “Colegas” e faixa preta de judô, conta que, quando precisa de ajuda, não hesita em pedir. Mas deixa claro que se vira muito bem sozinho. “Sempre perguntam se eu preciso que contem o dinheiro na hora de pagar alguma coisa. Mas para ajudar a ganhar meu dinheiro ninguém se oferece”, ele brinca, aos risos.</p><p><strong>Leia mais:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/deficientes-relatam-desafios-de-relacionamentos-amorosos/n1597731763467.html" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/deficientes-relatam-desafios-de-relacionamentos-amorosos/n1597731763467.html">deficientes relatam desafios de relacionamentos amorosos</a></p><p>“Esquece, não foi nada” é uma frase proibida na conversa com um deficiente auditivo. Muitas vezes, o interlocutor prefere deixar o assunto para lá por medo de ser insistente. Mas a atitude certa é justamente a contrária. “Tudo é importante para quem não ouve. Simplesmente repita o que foi dito até a pessoa entender”, sugere Paula Pfeifer, blogueira e autora do livro “Crônicas da Surdez”.</p><p>Para os cadeirantes, um problema comum é ver alguém apoiado na cadeira de rodas durante uma conversa. Se não há intimidade, o gesto é inadequado, pois a cadeira é uma extensão do corpo do deficiente. “Mas tem o outro lado também. Se é alguém que eu gosto muito, e tenho intimidade, vejo como uma maneira de aproximação”, diz Mara.</p><p class=" "><em>Evite cometer estes ou outros deslizes no relacionamento ou na abordagem de um deficiente físico, visual, auditivo ou intelectual com o guia abaixo.</em></p><p class="  "><strong>&gt;&gt;&gt; Deficiência física</strong></p><p class="     "><strong>Converse no mesmo nível.</strong> Se for bater um longo papo com um cadeirante, é melhor procurar um banco a fim de manter o mesmo nível do olhar. Se você fica em pé, a pessoa que está sentada na cadeira de rodas ficará com torcicolo.</p><p><strong>Peça licença e seja cuidadoso.</strong> Se for guiar uma cadeira de rodas, vá com calma. Nunca a movimente sem pedir permissão. A cadeira é a extensão do corpo do deficiente.</p><p><strong>Esteja disponível.</strong> Ofereça sua ajuda para pessoas que usam muletas, mas dê preferência para que ela mesma peça.</p><p><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/saudedamulher/eu-era-apenas-uma-dona-de-casa-hoje-sou-atleta/n1597039141637.html" href="http://delas.ig.com.br/saudedamulher/eu-era-apenas-uma-dona-de-casa-hoje-sou-atleta/n1597039141637.html">"eu era apenas dona de casa, hoje sou atleta"</a></p><p><br data-mce-bogus="1"></p><p><strong>&gt;&gt;&gt; Deficiência visual</strong></p><p><strong>Faça contato verbalmente.</strong> A primeira forma de aproximação de um cego é fazer contato verbal. Pode tocá-lo se for o caso. Ao se afastar, dê um toque para avisar que vai se distanciar e não deixá-lo falando sozinho.</p><p><strong>Não tem problema convidá-los para espetáculos.</strong> Pode chamar amigos cegos para ir ao cinema ou teatro. “Um amigo que enxerga se interessou por uma amiga cega e perguntou o que eles poderiam fazer. Quando falei cinema, ele tomou um susto e disse: ‘Não me leve a mal, mas o que vamos fazer lá?’ Respondi: “Passear no shopping, comer pipoca... não é só a tela. São vários estímulos. E se ela tiver alguma dúvida sobre o filme, você explica baixinho”, conta Renato.</p><p><strong>Não pegue no braço, muito menos no da bengala.</strong> Se for oferecer ajuda para um cego atravessar a rua, o correto é dar o ombro, andar de braços dados ou fazer uma concha com a mão para ele colocar o cotovelo e sentir que tem apoio.</p><p><strong>Ajuste sua velocidade à dele.</strong> A velocidade é muito importante, pois todo deficiente visual caminha de forma lenta e com precaução.</p><p><strong>Mostre a casa.</strong> Se for receber um deficiente visual em sua casa, faça uma visita monitorada pelos cômodos e explique a localização das mobílias. Isso lhe dará autonomia. As portas devem estar sempre abertas ou fechadas, nunca entreabertas.</p><p><strong>Não toque na bengala.</strong> A bengala é o olho do deficiente visual, nunca tente guiá-lo puxando-a.</p><p class="      "><strong>&gt;&gt;&gt; Deficiência auditiva</strong></p><p class="     "><strong>Faça contato visual.</strong> Fale sempre de frente para o deficiente auditivo e articule bem os lábios.</p><p class="      "><strong>Não aumente o volume.</strong> Gritar não adianta nada. A expressão facial, não o volume da voz, é o mais importante para a comunicação com a pessoa surda.</p><p class=" "><strong>Esteja atento ao momento certo.</strong> Só comece a falar com o deficiente auditivo quando ele estiver prestando total atenção a você.</p><p><strong>O toque respeitoso faz parte da abordagem.&nbsp;</strong>Quando quiser começar uma conversa, cutuque a pessoa caso ela não esteja olhando para você.</p><p><strong>&gt;&gt;&gt; Deficiência intelectual ou Síndrome de Down</strong></p><p><strong>Não fale em tatibitate.</strong> Deficiência intelectual não é deficiência mental nem doença. Se o deficiente for criança, jovem ou adulto, trate-o como tal. Nada de regressão.</p><p><strong>Fique atento ao ritmo de comunicação e compreensão.</strong> O deficiente intelectual leva mais tempo para entender e explicar as coisas. Respeite o ritmo dele e repita quantas vezes for necessário, estimulando a interação.</p><p><strong>Use as palavras adequadas.</strong> Há termos pejorativos: não se refira ao deficiente como o “doente mental”.</p><p><strong>Crie uma rotina de trabalho adequada.</strong> Deficientes intelectuais podem e devem trabalhar. A sugestão é criar uma rotina de trabalho para eles. As tarefas podem ir de gestos simples, como pequenos trabalhos domésticos, a postos em empresas.</p><p><br data-mce-bogus="1"></p>]]></description><pubDate>Mon, 20 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-20/como-lidar-com-deficientes.html</guid></item><item><title><![CDATA[Fotógrafa capta reações ao próprio peso em série de autorretratos]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-19/fotografa-capta-reacoes-ao-proprio-peso-em-serie-de-autorretratos.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Haley Morris-Cafiero</strong></p>Obesa, Haley Morris-Cafiero começou seu projeto por acaso, depois de capturar em uma foto o olhar debochado de um transeunte sobre ela mesma. Leia depoimento<p class="  ">“Comecei minha série fotográfica "Wait Watchers"<em> [“Vigilantes da Espera”, um trocadilho com o nome em inglês do grupo Vigilantes do Peso – Weight Watchers]</em> por acaso. Eu estava fazendo alguns autorretratos para meu projeto "Something to Weigh"<em> [que pode ser traduzido como “Algo para Pesar” ou “Algo para Ponderar”]</em>, série em que me fotografo em espaços onde penso sobre o meu peso: restaurantes, piscinas e outros locais de socialização.</p><p class="  "><strong>Veja abaixo as fotos da série "Wait Watchers" de Haley Morris-Cafiero:</strong></p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/az/ls/zv/azlszv2gga8qoxhjfyy65j76j.jpg" alt="A fotógrafa Haley Morris-Cafiero em Barcelona: retratando a reação das pessoas à obesidade" title="A fotógrafa Haley Morris-Cafiero em Barcelona: retratando a reação das pessoas à obesidade"/></p><p>A fotógrafa Haley Morris-Cafiero em Barcelona: retratando a reação das pessoas à obesidade</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/73/5o/6i/735o6itrxeptrotjt8ntcy0n9.jpg" alt="A imagem captada por acaso que deu origem à série 'Wait Watchers': nos degraus da Times Square, Haley é notada pelo homem atrás dela" title="A imagem captada por acaso que deu origem à série 'Wait Watchers': nos degraus da Times Square, Haley é notada pelo homem atrás dela"/></p><p>A imagem captada por acaso que deu origem à série 'Wait Watchers': nos degraus da Times Square, Haley é notada pelo homem atrás dela</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eh/2a/ae/eh2aaeei3fs0zq1dw6fbjoknm.jpg" alt="Para obter as imagens da série 'Wait Watchers', Haley arma a câmera em um lugar com bastante movimento..." title="Para obter as imagens da série 'Wait Watchers', Haley arma a câmera em um lugar com bastante movimento..."/></p><p>Para obter as imagens da série 'Wait Watchers', Haley arma a câmera em um lugar com bastante movimento...</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4p/kr/9x/4pkr9xjgx2hcqyosndliag4os.jpg" alt="Depois, se posiciona diante das lentes e passa a fazer pequenas tarefas cotidianas" title="Depois, se posiciona diante das lentes e passa a fazer pequenas tarefas cotidianas"/></p><p>Depois, se posiciona diante das lentes e passa a fazer pequenas tarefas cotidianas</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bo/lj/6s/bolj6sz5t9sc0l2acor29dka1.jpg" alt="Haley nunca sabe se tem uma boa imagem até chegar em casa e examinar o material captado pelos disparos automáticos" title="Haley nunca sabe se tem uma boa imagem até chegar em casa e examinar o material captado pelos disparos automáticos"/></p><p>Haley nunca sabe se tem uma boa imagem até chegar em casa e examinar o material captado pelos disparos automáticos</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/97/0g/xb/970gxbcwy8brpktfdnm6s238n.jpg" alt="Quando encontra uma boa imagem, ela integra à coleção" title="Quando encontra uma boa imagem, ela integra à coleção"/></p><p>Quando encontra uma boa imagem, ela integra à coleção</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2x/z2/6m/2xz26mpv0h2wnbwm0rbccw7tr.jpg" alt="A fotógrafa deixa claro que não tem nenhum tipo de má vontade contra as pessoas captadas nas fotos" title="A fotógrafa deixa claro que não tem nenhum tipo de má vontade contra as pessoas captadas nas fotos"/></p><p>A fotógrafa deixa claro que não tem nenhum tipo de má vontade contra as pessoas captadas nas fotos</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b1/6q/uh/b16quhzizwqhtt2872ogfej9a.jpg" alt="Ela apenas seleciona as melhores respostas visuais, de expressão facial ou corporal, ao formato do seu corpo" title="Ela apenas seleciona as melhores respostas visuais, de expressão facial ou corporal, ao formato do seu corpo"/></p><p>Ela apenas seleciona as melhores respostas visuais, de expressão facial ou corporal, ao formato do seu corpo</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/58/ry/un/58ryunm81ogg49wu9bwailekh.jpg" alt="Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero" title="Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero"/></p><p>Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cy/oy/jj/cyoyjjjvzyetf1w925pmaxa7n.jpg" alt="Haley viaja para tantos lugares quanto possíveis para dar mais diversidade às pessoas das fotos" title="Haley viaja para tantos lugares quanto possíveis para dar mais diversidade às pessoas das fotos"/></p><p>Haley viaja para tantos lugares quanto possíveis para dar mais diversidade às pessoas das fotos</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/58/6e/pw/586epwpyegpvznia6l147x3lx.jpg" alt="Ela já esteve em Nova York, Chicago, Barcelona, na Espanha, e Cuzco, no Peru" title="Ela já esteve em Nova York, Chicago, Barcelona, na Espanha, e Cuzco, no Peru"/></p><p>Ela já esteve em Nova York, Chicago, Barcelona, na Espanha, e Cuzco, no Peru</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cz/3v/u9/cz3vu9fwizwdc92dobzz8orh5.jpg" alt="A fotógrafa planeja ir para Berlim, na Alemanha, e Praga, na República Checa, nos próximos meses" title="A fotógrafa planeja ir para Berlim, na Alemanha, e Praga, na República Checa, nos próximos meses"/></p><p>A fotógrafa planeja ir para Berlim, na Alemanha, e Praga, na República Checa, nos próximos meses</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9k/t4/c1/9kt4c1e994ctmhewtgj5fj4mc.jpg" alt="Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero" title="Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero"/></p><p>Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/18/6w/a9/186wa90sb13trx5nb95dagnj8.jpg" alt="Enquanto Haley fala ao celular, policiais brincam atrás dela" title="Enquanto Haley fala ao celular, policiais brincam atrás dela"/></p><p>Enquanto Haley fala ao celular, policiais brincam atrás dela</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/av/7d/au/av7daup4f3r3bhxfevasr5mk4.jpg" alt="Mesmo em locais com alto estímulo visual, Haley é notada" title="Mesmo em locais com alto estímulo visual, Haley é notada"/></p><p>Mesmo em locais com alto estímulo visual, Haley é notada</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a7/it/ib/a7itibmzf0gwotop4mvj5e9ex.jpg" alt="Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero" title="Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero"/></p><p>Imagem da série 'Wait Watchers', de Haley Morris-Cafiero</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0g/ri/k3/0grik3uz0my9gq5vpwp6vmv6q.jpg" alt="A fotógrafa planeja vir ao Brasil" title="A fotógrafa planeja vir ao Brasil"/></p><p>A fotógrafa planeja vir ao Brasil</p><p>Foto: Haley Morris-Cafiero</p><p class="   ">Três anos atrás, eu estava preparando um autorretrato em uma escadaria na Times Square, Nova York. Montei a câmera em um tripé, como de costume, sentei-me em um dos degraus e tirei a foto. Depois que revelei e ampliei o filme, examinei a fotografia e encontrei não só a minha própria imagem sentada nos degraus, mas também a de um homem parado atrás de mim, sorrindo.</p><p class="   ">Embora estivéssemos na capital mundial dos estímulos sensoriais, Times Square, e uma mulher estivesse fotografando-o, o olhar dele se fixou em mim.</p><p class="  ">Eu tinha ouvido falar que as pessoas faziam comentários pelas minhas costas, mas nunca pensei que iria capturar o olhar deste momento na foto. Essa imagem agora se chama "O anonimato não é para todos" e foi a primeira fotografia da minha série "Wait Watchers".</p><p class=" ">E então aconteceu de novo em outro clique, cinco minutos mais tarde. Então, decidi montar a minha câmera para esta finalidade: tentar capturar os olhares de estranhos ao me ver.</p><p class=" ">"Wait Watchers" é um experimento social. Tento devolver o olhar para o observador através da colocação da câmera em um espaço público, e da realização de tarefas banais diante dela, enquanto são tiradas centenas de fotografias para ver se capturo um olhar crítico ou inquisidor na expressão facial ou linguagem corporal dos transeuntes.</p><p>Procuro composições interessantes, com muitas pessoas transitando em um local público. Defino a composição usando um assistente como ‘dublê’. Então coloco a máquina em um tripé ou a deixo com um assistente, me posiciono diante da câmera, realizo um ato cotidiano banal, como tomar sorvete ou falar ao telefone celular, e instruo meu assistente para manter o botão do obturador apertado quando outras pessoas passarem por mim. Nunca sei se tenho uma boa imagem até examinar o material em casa. Sou o tema das fotos porque eu estou documentando a minha história – e o espectador pode se colocar tanto no lugar do transeunte quanto no meu.</p><p>Quando encontro uma boa imagem, apresento-a ao mundo. Quero deixar uma coisa bem clara: eu não sei o que os transeuntes estão pensando. Não os conheço e não tenho nenhuma má vontade contra eles. Estou apresentando um “momento Cartier-Bresson” <em>[fotógrafo francês famoso pelas imagens espontâneas que capturava],</em> quando o obturador, o estranho e eu nos alinhamos. Fora correções básicas de cores, não edito nem manipulo a imagem em software algum.</p><p class=" ">Fotografar e encontrar as imagens boas é muito empolgante para mim. Aprecio de verdade o processo de captura que, em um microssegundo, revela o que acontece quando as pessoas acreditam que não estão sendo observadas, passando pelas minhas costas.</p><p class=" ">Não espero capturar boas imagens cada vez que eu faço uma sessão. Viajo para tantos lugares diferentes quanto posso, pelo mundo todo, para tentar capturar a maior mistura possível de transeuntes. Até agora, viajei para Nova York, Chicago, Barcelona, na Espanha, e ​Cuzco, no Peru. E vou para Berlim, na Alemanha, e Praga, na República Checa, neste verão. Não quero que as imagens sejam sobre um determinado gênero, raça, idade, etc.</p><p>Vou usar algumas críticas feitas nos artigos publicados sobre o “Wait Watchers” para criar minha próxima série. Muitos artigos sugeriram que eu me exercitasse, me vestisse melhor e usasse maquiagem. Então, vou levar minha experiência social para a academia, lojas de roupas e balcões de maquiagem e ver se capturo como as pessoas reagem à minha tentativa de "melhorar" a mim mesma.</p><p>Estou procurando uma universidade para poder me inscrever em uma bolsa de estudos e tentar viajar ao Brasil no próximo verão”.</p><p><a data-mce-href="http://haleymorriscafiero.com/" href="http://haleymorriscafiero.com/" target="_blank">Visite o site de Haley Morris-Cafiero e veja outros projetos.</a><br><br></p><p><br data-mce-bogus="1"></p>]]></description><pubDate>Sun, 19 May 2013 08:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-19/fotografa-capta-reacoes-ao-proprio-peso-em-serie-de-autorretratos.html</guid></item><item><title><![CDATA[Por que as mulheres escondem seus gastos]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-17/por-que-as-mulheres-escondem-seus-gastos.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Clarissa Passos</strong></p>67% das leitoras que responderam à enquete do Delas disseram ocultar dos parceiros o valor real de suas compras. Do que elas querem escapar?<p class=" ">No último fim de semana, o <strong>Delas</strong> perguntou às leitoras se elas escondiam seus gastos dos parceiros. O resultado foi curioso: cerca de 67% das mulheres disseram que sim.&nbsp;A enquete foi lançada junto a uma pesquisa recente realizada no Reino Unido, que indicou que <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/quatro-entre-dez-mulheres-escondem-gastos-dos-parceiros-diz-pesquisa.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/quatro-entre-dez-mulheres-escondem-gastos-dos-parceiros-diz-pesquisa.html">uma a cada quatro mulheres mantém o hábito de ocultar o valor real de seus gastos.</a></p><p>O mais intrigante é que estas mulheres pagam suas próprias contas – e muitas colaboram em pé de igualdade na manutenção da casa. Ainda assim, estão mentindo sobre quanto custam suas aquisições. Por quê?</p><p>A antropóloga Hilaine Yaccoub explica que existe uma “moralidade do consumo”. Embora consumir esteja no centro da vida de todo mundo hoje em dia, alguns “excessos” são socialmente aceitos. Especialmente aqueles voltados para o bem-estar da família, como uma televisão de última geração ou alimentos orgânicos.</p><p><strong>Teste:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/voce-e-uma-compradora-compulsiva/n1237546803387.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/voce-e-uma-compradora-compulsiva/n1237546803387.html">você é uma compradora compulsiva?</a></p><p>Do outro lado, gastos com símbolos associados à “futilidade feminina”, como roupas, sapatos, bolsas e cuidados com a beleza, são moralmente condenáveis. É o que leva mulheres a mentir sobre o valor de suas compras. “As mulheres se tornam reféns dessa moralidade”, aponta Hilaine, que também é diretora de consumer insights da <a data-mce-href="http://www.consumoteca.com.br" href="http://www.consumoteca.com.br" target="_blank">Consumoteca,</a> hub de especialistas multidisciplinares com foco em antropologia do consumo.</p><p>Hilaine, que estuda o assunto há anos, ilustra com a história de uma defensora pública que ela conheceu em uma loja. Na hora de levar as compras para casa, a mulher explicou à vendedora que havia trazido uma sacola mais discreta e preferia levar os sapatos direto na sacola, sem as caixas. O marido não via com bons olhos a compra de cinco pares de sapatos de uma vez só, mas seus pares e superiores no trabalho tampouco admitiam que ela se apresentasse menos que impecável para o trabalho no Fórum.</p><p><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-06/compra-por-impulso-atinge-85-dos-consumidores.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-06/compra-por-impulso-atinge-85-dos-consumidores.html">compra por impulso atinge 85% dos consumidores; veja dicas para evitar</a></p><p><strong>Ponta do iceberg</strong></p><p>Embora curioso, o resultado da pesquisa não pode ser classificado como surpreendente. Não é de hoje que as mulheres mentem sobre seus gastos. “Minha mãe escondia do meu pai as compras”, relembra a escritora e filósofa Marcia Tiburi. “Eu me perguntava porque fazia isso. Será que ela queria fazê-lo de otário? Depois vi que era para protegê-lo. Muitas mulheres agem como mães dos maridos”.</p><p>Mas o tiro sai pela culatra. Na tentativa de parecer menos fútil para o parceiro, as mulheres acabam sendo as “enganadas” da história. “Elas não são donas de si mesmas. E essa questão <em>[de esconder os gastos]</em> é só a ponta do iceberg de todo um comportamento feminino: ‘vou fingir que sou magra’, ‘vou fingir que sou compreensiva’, ‘vou fingir que sou jovem’, que sou rica, que quero ser casada, que quero ser mãe. Não finja mais”, recomenda Marcia.</p><p><strong>Comportamento universal</strong></p><p>Porém, assim como o consumo, comportamentos relacionados a ele também são universais. 29% dos homens escondem seus gastos relacionados a gadgets (vídeo games, celulares, tablets), <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/quatro-entre-dez-mulheres-escondem-gastos-dos-parceiros-diz-pesquisa.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/quatro-entre-dez-mulheres-escondem-gastos-dos-parceiros-diz-pesquisa.html">segundo a pesquisa britânica.</a></p><p>O que consumimos representa o que queremos ser. Se para as mulheres é importante estar bonita, para eles é essencial estar atualizado. “Criamos valores agregados ao que compramos, formando nossa identidade no espaço público”, diz Hilaine. “O consumo é uma mediação, não um fim. Representa gosto, status, valores, ética, regras”, enumera.</p><p>E, mesmo que a cultura material sempre tenha feito parte da história humana, existe uma eterna dificuldade de compreensão do sentido simbólico que certos produtos de consumo adquirem para o outro grupo. Mulheres não entendem para que gastar tanto dinheiro com um carro ou um vídeo game. Homens se perguntam por que elas precisam de outro par de sapatos ou de tantos batons. Mas ninguém critica um sujeito que gasta um terço do seu salário com livros, ainda que não leia nenhum deles -- o que só revela mais uma face dos complexos preconceitos que envolvem o consumo.</p><p><strong>Veja abaixo os resultados completos da enquete do Delas:</strong></p><p class="  "><br data-mce-bogus="1"></p><p class=" ">13,14% responderam que sempre fazem isso, mas diminuem pouco o valor real da conta.</p><p class=" ">28,78% disseram que diminuem bastante o valor real da conta, chegando a dizer que gastaram metade do que gastaram de fato.</p><p>24,97% declararam diminuir o valor da conta ocasionalmente, quando fazem uma compra mais extravagante.</p><p>33,11% responderam que não escondem seus gastos.</p><p><br><strong>Veja também</strong><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/dicionario-educacao/consumismo-infantil/4f8084e9d14d951b120000d5.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/dicionario-educacao/consumismo-infantil/4f8084e9d14d951b120000d5.html">Tudo sobre consumismo infantil</a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/teste-seu-filho-sabe-lidar-com-dinheiro/n1237545627006.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/teste-seu-filho-sabe-lidar-com-dinheiro/n1237545627006.html">Teste: seu filho sabe lidar com dinheiro?</a></p><p><br data-mce-bogus="1"></p>]]></description><pubDate>Fri, 17 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-17/por-que-as-mulheres-escondem-seus-gastos.html</guid></item><item><title><![CDATA[Você é preconceituoso?]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-16/voce-e-preconceituoso.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Carla Sasso Laki</strong></p>Segundo especialistas, todo mundo tem preconceitos. O problema é não enxergá-los, deixar de superá-los e permitir que se tornem atitudes criminosas. Aprenda a reconhecer os seus<p>Estabelecer um conceito sobre algo antes mesmo de conhecer o assunto a fundo é uma defesa do ser humano contra experiências potencialmente arriscadas, sejam quais forem. Mas, ao contrário da impressão geral, preconceito e discriminação não são sinônimos.</p><p class="  "><br data-mce-bogus="1"></p><p class=" ">O preconceito tem a ver com ideias que temos sobre alguma coisa, concebidas no nosso imaginário a partir do que aprendemos na escola, da forma de criação, formação cultural, entre outros fatores. Já discriminação é agir de acordo com esse conceito pré-concebido em sua mente.</p><p>“A discriminação é o preconceito em prática. Quando suas ideias viram atitude ou você usa uma característica, muitas vezes arbitrária, para definir a forma de tratamento que dá a alguém”, explica o diretor do Centro de Pesquisas Quantitativas em Ciências Sociais (CPEQS) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jeronimo Oliveira Muniz.</p><p>Segundo o professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), José Leon Crochik, em uma cultura que exige respostas rápidas como a nossa, a tendência é todo mundo desenvolver preconceitos.</p><p><strong>Leia também</strong><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-06/anoes-enfrentam-preconceitos-na-busca-por-emprego-tradicional.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-06/anoes-enfrentam-preconceitos-na-busca-por-emprego-tradicional.html">Anões enfrentam preconceito na busca por empregos tradicionais</a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/ateus-fazem-campanha-para-mostrar-que-sao-vitimas-de-preconceito/n1597105763135.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/ateus-fazem-campanha-para-mostrar-que-sao-vitimas-de-preconceito/n1597105763135.html">Ateus fazem campanha para mostrar que são vítimas de preconceito</a></p><p>Se criar preconceitos é inerente à natureza humana, não superá-los faz com que o indivíduo enxergue o mundo apenas a partir da sua própria visão, muitas vezes incorrendo em desrespeito ao diferente e atitudes criminosas.</p><p>Para o chefe do Departamento de Sociologia e Antropologia da UFMG, Andrés Zarankin, é importante não só saber que existem outras visões de mundo, mas também respeitá-las e reconhecê-las como tão válidas quanto as nossas. “Se uma mãe disser que os ciganos, por exemplo, roubam crianças, o filho vai repetir esse preconceito, a menos que uma educação do Estado ou um grupo social permita a ele enxergar o mundo de outra forma”, afirma.</p><p class="    "><strong>De olho no próprio preconceito</strong></p><p class=" ">Tornar-se consciente de seus próprios preconceitos previne que eles se tornem atitudes discriminatórias. Mas identificar um preconceito em si mesmo é um desafio. Por serem características socialmente indesejáveis, só notamos estes erros nos outros.</p><p>A analista de sistemas Angélica Silva* se viu sendo preconceituosa quando descobriu que um de seus amigos de infância ia casar com uma ex-prostituta. “Fiquei chocada! Toda defensora da moral e dos bons costumes. Ainda mais por eles terem se conhecido em um programa. Achava um absurdo ele casar com ela”.</p><p>Angélica cortou relações com o amigo. Não foi ao casamento e passou a não frequentar mais os mesmos lugares que o casal. Aos poucos, foi se dando conta da própria atitude.</p><p>“Ninguém me obrigou a rever meus conceitos sobre eles. Com o tempo caí em mim: o processo de reflexão durou uns seis meses. Simplesmente vi que nada daquilo era da minha conta. Eu não tinha nada a ver com o relacionamento deles e resolvi quebrar essa barreira”, conta.</p><p>A analista de sistemas resolveu reencontrar o amigo e se desculpou por sua atitude. Atualmente, eles convivem normalmente. “A meu ver, agi mal. Pedi desculpas, ele aceitou e disse que se colocou no lugar dos amigos e ele próprio não sabia como teria reagido à mesma situação. Achei que ele teve uma grandeza de espírito enorme ao lidar com tudo isso”.</p><p class=" "><strong>Conviver com o diferente</strong></p><p class=" ">Por outro lado, todo mundo acaba sendo alvo de preconceitos em algum momento da vida – o que também ajuda a ignorar, em nossas próprias atitudes, gestos que não gostaríamos que tivessem conosco.</p><p class=" ">De acordo com Andrés Zarankin, do Departamento de Sociologia e Antropologia da UFMG, o etnocentrismo é um dos responsáveis por esse comportamento. É preciso pensar como o outro. “É fundamental ter a experiência de nos colocarmos do outro lado. Enquanto olharmos o mundo acreditando que não existe outra possibilidade, o preconceito vai continuar existindo, se fortalecendo e não haverá mudança”, explica.</p><p class=" ">Para viver a experiência do outro, começamos por conviver com ele. Foi o que fez a bióloga Mariana Scabora Cabral, que se viu afastando sua filha de um menino deficiente físico, de 6 anos, e decidiu fazer diferente.</p><p>Ao fazer compras em um hipermercado da capital paulista, Mariana, que estava acompanhada da filha de quatro meses, encontrou um menino cadeirante no local, que se encantou com sua bebê.</p><p>O marido prontamente levou a bebê para perto do garoto, mas ela se sentiu relutante. “Ele estava sentado em um balcão e assim que viu a minha filha quis pegar. Ficou com ela por quase uma hora, beijando e abraçando. Todo contente. E eu tive receio, fiquei com um pouco de medo”, confessa.</p><p>Hoje Mariana decidiu mudar e não quer mais que esse tipo de situação aconteça. Prefere que sua filha conviva com o menino, seu vizinho, para aprender que existem pessoas diferentes no mundo e isso é normal. “Ele é um menino muito feliz, veio para ensinar muita gente. Tem uma alegria imensa. Não quero que minha filha tenha uma atitude como a minha”, explica.</p><p class=" "><strong>A força da lei</strong></p><p class=" ">A conscientização é uma parte importante do processo de quebra de estereótipos e preconceitos, mas há também práticas sociais e legais que devem estar envolvidas. “Tem uma prática social de não legitimar o outro como sendo inferior ou hierarquicamente inferior. E tem a prática legal: hoje, há várias leis para punir o preconceito. Quando existe a lei, as pessoas tomam mais cuidado com isso. Começam a ver práticas discriminatórias como coisa errada, como algo que vai ter consequências individuais”, afirma Muniz.</p><p>Foi para coibir uma prática discriminatória que a professora Priscilla Celeste e o consultor Ronald Munk criaram a página <a data-mce-href="http://www.facebook.com/PreconceitoRacialNaoEMalEntendido" href="http://www.facebook.com/PreconceitoRacialNaoEMalEntendido">“Preconceito Não é Mal-Entendido”</a> depois que o vendedor de uma concessionária da BMW, na zona sul do Rio de Janeiro, tentou <a data-mce-href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/2013-01-23/casal-acusa-vendedor-de-concessionaria-de-racismo-contra-filho-negro-no-rio.html" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/2013-01-23/casal-acusa-vendedor-de-concessionaria-de-racismo-contra-filho-negro-no-rio.html">expulsar o filho do casal, adotado e negro, da loja.</a></p><p>A família tentou obter, sem sucesso, uma retratação extrajudicial. Então resolveu processar a concessionária, pedindo uma retratação e uma indenização, que será doada para uma instituição de combate ao preconceito.</p><p>O caso teve repercussão em todo o País e a página do Facebook, com mais de 100 mil seguidores, virou fonte de desabafo, informação e debate sobre o tema.</p><p>“Hoje<em> [a página]</em> já nem é mais minha. Mas o que nos moveu foi esse episódio. Comecei a ver as histórias das pessoas, os detalhes que elas contam, a dor de ter sofrido aquilo”, conta Priscilla Celeste, que prefere tornar o espaço virtual um fórum colaborativo, tirando o foco apenas da própria história.</p><p>Mas os detalhes mais marcantes no coração da professora são, sem dúvida, os da própria história. De início, os pais pensaram que o filho não tivesse percebido a situação, mas não foi o que aconteceu. “Um mês depois, ele disse para a gente que queria trocar de pele”, relembra. “Ele tem só sete anos. Dói muito. Ele tem um suporte enorme da família e a gente vai caminhando. Não foi a primeira vez e certamente não será a última”. Mas pode ser um acontecimento cada vez menos frequente, se aprendermos a lidar com nossos próprios preconceitos.</p><p><em>* Nome alterado a pedido da entrevistada</em></p><p><strong><br>Leia também</strong><br><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/dossie-etiqueta-saiba-como-agir-com-classe-em-qualquer-situacao/n1597506418748.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/dossie-etiqueta-saiba-como-agir-com-classe-em-qualquer-situacao/n1597506418748.html">Dossiê etiqueta: como agir com classe em situações do dia a dia</a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/meubebe/guia-de-etiqueta-com-o-bebe/n1596960302343.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/meubebe/guia-de-etiqueta-com-o-bebe/n1596960302343.html">Guia de etiqueta com o bebê</a></p><p></p>]]></description><pubDate>Thu, 16 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-16/voce-e-preconceituoso.html</guid></item><item><title><![CDATA[Terapia para idosos ajuda a rever problemas da vida]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-13/terapia-para-idosos-ajuda-a-rever-problemas-da-vida.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">NYT</strong></p>Pacientes mais velhos derrubam mito de que é tarde demais para mudar e procuram apoio na psicoterapia<p>Marvin Tolkin tinha 83 anos quando decidiu que uma vida não analisada não valia a pena ser vivida. Até então, nunca lhe ocorrera a possível existência de "questões" emocionais que quisesse explorar com um psicólogo. "Acho que nunca precisei de terapia", disse Tolkin, fabricante aposentado de roupa íntima feminina que mora em Manhattan e Hewlett Harbor, Estado de Nova York.</p><p></p><p></p><p>Embora não estivesse clinicamente deprimido, Tolkin sofria com enxaquecas e "lutava com um monte de coisas na minha vida" – o falecimento de um antigo parceiro comercial, a morte repentina da primeira esposa 18 anos atrás. Ele se preocupava com os filhos, os netos e com o relacionamento com a atual esposa, Carole.</p><p><strong>Leia também:</strong> <a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2012-12-02/jane-fonda-ensina-a-encarar-o-terceiro-ato-da-vida.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2012-12-02/jane-fonda-ensina-a-encarar-o-terceiro-ato-da-vida.html">Jane Fonda ensina a encarar o 'terceiro ato' da vida</a></p><p>"Quando fiz 80 anos, eu pensei: 'Que se dane tudo isso'. Não sei quanto mais tempo vou viver, quero facilitar as coisas", afirmou Tolkin, agora com 86 anos. "Todo mundo precisa de ajuda, todos cometem erros. Eu precisava ir além das minhas capacidades."</p><p>Assim, Tolkin começou a se consultar com o Dr. Robert C. Abrams, professor de psiquiatria clínica da Faculdade de Medicina Weill Cornell, em Manhattan. Eles se encontram uma vez por mês por 45 minutos, explorando os problemas que pesam sobre Tolkin. "O Dr. Abrams está me dando uma perspectiva na qual eu não havia pensado, tornando muito factível e suportável fazer a transição de viver nesta idade em relação à minha família".</p><p></p><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><p>Tolkin é um dos muitos idosos que buscam ajuda psicológica num período posterior da vida. A maioria nunca botou os pés perto do divã de um analista na juventude. Porém, agora, como as pessoas vivem mais tempo e o estigma do aconselhamento psicológico diminuiu, elas reconhecem que a terceira idade pode ser mais fácil se aliviarem os problemas que carregam há décadas. E também ajuda o fato de o sistema de saúde pública norte-americano pagar por avaliações e terapias psicológicas.</p><p>"Nos últimos cinco anos temos visto mais octogenários, muitos dos quais nunca fizeram terapia antes", contou Dolores Gallagher-Thompson, professora de pesquisa no departamento de psiquiatria na Universidade Stanford. "Geralmente, eles tentaram outros recursos, como a igreja ou conversar com a família. Eles percebem que estão vivendo mais tempo e, se você tiver mais dez ou 15 anos, porque se sentir infeliz se existe algo capaz de ajudá-lo?"</p><p><strong>Depressão</strong></p><p>Alguns desses pacientes idosos estão clinicamente deprimidos. Segundo a National Alliance on Mental Illness, grupo de defesa dos doentes mentais, mais de 6,5 milhões de norte-americanos com mais de 65 anos sofrem de depressão. Entretanto, muitos lutam com problemas de saúde mental deixados de lado há décadas, além de preocupações contemporâneas em relação a novos arranjos de vida, finanças, problemas crônicos de saúde, a perda de entes queridos e sua própria mortalidade.</p><p class=" ">"Nunca é tarde demais para quem nunca enfrentou seus problemas", disse Judith Repetur, assistente social clínica que atua em Nova York quase que exclusivamente com pacientes idosos, muitos dos quais buscando auxílio pela primeira vez. "A combinação de tensões na terceira idade pode trazer à tona questões não resolvidas."</p><p class=" ">O fato de membros da "maior geração" (que conheceu a Grande Depressão e depois lutou na II Guerra Mundial) se sentirem à vontade para conversar com um terapeuta ou reconhecerem a angústia psicológica é uma mudança significativa. Muitos cresceram numa era em que somente os "loucos" buscavam ajuda psiquiátrica. Eles nunca admitiriam para si mesmos – e certamente não para os outros – que algo pudesse estar errado.</p><p>"Para os octogenários e nonagenários, a depressão era praticamente considerada uma fraqueza moral", explicou Gallagher-Thompson. "Cinquenta anos atrás, quando estavam na casa dos 20 e 30 anos, as pessoas eram trancafiadas e se jogava a chave fora. Eles tinham um medo terrível de que, caso admitissem a depressão, terminassem internados. Assim, aprenderam a ter uma cara boa e esconder ao máximo seus problemas".</p><p>Contudo, essas atitudes mudaram ao longo do tempo, em conjunto com a compreensão da comunidade médica das doenças mentais entre os idosos. No passado, caso um idoso agisse de forma estranha ou tivesse problemas, presumia-se que se tratava provavelmente de demência. Agora, porém, "cresceu a consciência da depressão, distúrbios de ansiedade e abuso de substâncias como possíveis problemas", afirmou Bob G. Knight, professor de gerontologia e psicologia na Universidade do Sul da Califórnia, e autor de "Psychotherapy With Older Adults" (psicoterapia com idosos, em tradução livre).</p><p>Antigamente, também existia uma noção entre os profissionais médicos de que um paciente somente poderia ser ajudado depois de certa idade caso já tivesse recebido tratamento. Freud observou que, ao redor dos 50 anos, "a elasticidade do processo mental da qual depende o tratamento, via de regra, não existe mais". Além disso, "idosos não são mais educáveis" – contrariando o próprio exemplo: ele continuou trabalhando até morrer, aos 83 anos.</p><p>"Essa visão foi totalmente modificada pelo que aprendemos sobre psicologia cognitiva e abordagem cognitiva – mudando a forma pela qual pensamos nas coisas, redirecionando suas emoções de um jeito mais positivo", disse Karl Pillemer, gerontologista e professor de desenvolvimento humano da Universidade Cornell, Nova York, e autor de "30 Lessons for Living" (30 lições para a vida, em tradução livre).</p><p><strong>Objetivos bem definidos</strong></p><p>Regimes de tratamento podem ser difíceis nesta população. Os antidepressivos, por exemplo, podem ter efeitos colaterais desagradáveis e somente se somar à pilha de remédios que muitos pacientes idosos tomam diariamente. Eles talvez sintam que não dispõem do tempo necessário para explorar a psicoterapia ou que é tarde demais para mudar.</p><p></p><p></p><p>Porém, muitos abraçam com entusiasmo a terapia através da palavra, em especial técnicas comportamentais cognitivas concentradas em modificar padrões de pensamento e comportamentos que afetam sua qualidade de vida agora. De acordo com especialistas, os idosos costumam ter um índice de satisfação mais elevado na terapia do que gente jovem porque costumam encará-la com maior seriedade. O tempo é crítico e os objetivos geralmente são bem definidos.</p><p>Após a morte do marido dois anos atrás, Miriam Zatinsky, assistente social aposentada, agora com 87 anos, foi residir numa casa independente para a terceira idade no Miami Jewish Health Systems. Não foi uma transição fácil nesse estágio da vida. "Foi muito estranho para mim, e eu parecia não conseguir fazer amigos aqui. Eu não me achava. Estava sofrendo muito".</p><p>O diretor médico de saúde mental do local, Dr. Marc E. Agronin, psiquiatra geriátrico e autor de "How We Age" (“Como envelhecemos”, em tradução livre), disse à paciente que seus problemas eram comuns para alguém na sua situação e a incentivou a fazer amigos. Ele prescreveu Xanax para ajudar com a ansiedade, o qual ela afirmou raramente tomar, e a colocou em contato com uma assistente social, Shyla Ford, que Zatinsky via semanalmente até esta se mudar; agora ela conversa com outra assistente social. As duas criaram uma estratégia de como a idosa poderia se comunicar. E, aos poucos, isso foi acontecendo.</p><p>Normalmente, de 15 a 20 sessões de terapia através da palavra bastam para ajudar pacientes idosos, a não ser que existam problemas antigos importantes. Ainda assim, até mesmo questões antigas podem ser superadas.</p><p><strong>Seguir em frente</strong></p><p>Por vezes, os pacientes idosos precisam é de ajuda para colocar a vida em perspectiva.</p><p>"As coisas podem ser vistas de forma diferente na terceira idade, aliviando uma culpa e desafiando suposições adotadas há décadas", disse Abrams. "'Talvez não tenha sido tão horrível, afinal; quem sabe eu não devesse me culpar. Talvez seus piores erros não fossem tão graves e, quiçá, existissem circunstâncias inevitáveis e incontroláveis".</p><p>Tolkin ainda vai ao consultório de Abrams para o checkup mensal.</p><p>"Todo mundo tem uma dose de tristeza na vida; a questão de como lidamos com essa dor é o ponto central da nossa história", disse Tolkin. "Descobri que minha atitude era importante, e que eu tinha que reforçar o lado positivo o tempo todo". Ele disse que gostaria de ter tentado a terapia décadas atrás, mas conclui: "Não posso voltar atrás, só seguir em frente".</p><p><strong>Leia também<br></strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2013-03-22/namoro-aos-50-mais-liberdade-menos-pressao.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2013-03-22/namoro-aos-50-mais-liberdade-menos-pressao.html">Namoro aos 50 traz mais liberdade e menos pressão</a></p><p><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/cinco-coisas-que-melhoram-na-vida-da-mulher-ao-envelhecer/n1597393771023.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/cinco-coisas-que-melhoram-na-vida-da-mulher-ao-envelhecer/n1597393771023.html">Cinco fatores que melhoram na vida da mulher ao envelhecer</a><br><br><br></p>]]></description><pubDate>Mon, 13 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-13/terapia-para-idosos-ajuda-a-rever-problemas-da-vida.html</guid></item><item><title><![CDATA[Quatro entre dez mulheres escondem gastos dos parceiros, diz pesquisa]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/quatro-entre-dez-mulheres-escondem-gastos-dos-parceiros-diz-pesquisa.html</link><description><![CDATA[<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/?rel=author"><strong  itemprop="name">BBC</strong></a></p>Homens não ficam atrás: 29% deles omitem o quanto gastaram com dispositivos eletrônicos, como celulares, tablets e vídeo games. E você, esconde seus gastos? Responda à enquete<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/bbc.gif" alt="BBC"></p><p>Um pesquisa conduzida por uma empresa britânica de gestão de investimentos revelou que cerca de quatro entre dez mulheres britânicas (37% do total) escondem suas despesas dos parceiros. Para elas, o maior segredo é o valor gasto em roupas.</p><p></p><p></p><p>Por outro lado, apenas 9% dos homens mantêm as notas fiscais de suas aquisições longe dos olhos de suas companheiras.</p><p>O estudo, realizado pela Nutmeg.com, foi baseado em entrevistas feitas com 1.363 adultos que diziam estar em um relacionamento sério.</p><p>Mas, segundo a pesquisa, os homens tampouco são honestos com suas parceiras: 29% deles escondem os gastos em dispositivos como celulares, tablets e vídeo games, contra 6% das mulheres.</p><p>Com os filhos, entretanto, a proporção é contrária. Quatro entre dez mulheres mentem aos seus parceiros sobre o quanto gastaram com as crianças, ante a 6% dos homens.</p><p>O levantamento também mostrou que os entrevistados não contam a verdade sobre o valor gasto durante as idas aos shopping centers.</p><p><strong>Homens x mulheres</strong></p><p>Outra conclusão do relatório é de que, em geral, os homens são "mentirosos de mão cheia" no que diz respeito à transparência dos seus gastos.</p><p>Eles são cinco vezes mais propensos a mentir sobre o valor verdadeiro dos dispositivos que compram.</p><p>Em média, os homens britânicos 'omitem' cerca de 95 libras das suas despesas quando saem de casa para comprar algo, enquanto o valor é de 57 libras para as mulheres.</p><p>O estudo também apontou a crise econômica, que teve início em agosto de 2007, como o motivo principal para que 25% dos britânicos fossem menos transparentes com seus hábitos de consumo.</p><p>Mais de um terço deles tentou esconder seus gastos dizendo que o item foi comprado em liquidação quando, na prática, não estava abaixo do preço original.</p><p>Outros escondiam as mercadorias que adquiriam, destruíram notas fiscais ou mesmo mantinham suas contas bancárias em segredo.</p><p></p><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><p><strong>Problemas no relacionamento</strong></p><p>As despesas secretas, por outro lado, trouxeram prejuízos ao relacionamento, apontou a pesquisa.</p><p>Um em cada cinco adultos que admitiram esconder seus gastos de seus parceiros contou que as brigas aumentaram por causa da prática.</p><p>Outros reclamaram que o hábito levou ao rompimento ou divórcio.</p><p><strong><br>Leia também</strong><br><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/voce-sabe-prestar-atencao.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/voce-sabe-prestar-atencao.html">Você sabe prestar atenção?</a><br><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-13/como-ganhar-uma-discussao.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-13/como-ganhar-uma-discussao.html">Como ganhar uma discussão</a>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Sat, 11 May 2013 13:26:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/quatro-entre-dez-mulheres-escondem-gastos-dos-parceiros-diz-pesquisa.html</guid></item><item><title><![CDATA[Você sabe prestar atenção?]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/voce-sabe-prestar-atencao.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Bruna Bessi</strong></p>Estar atento a vários estímulos ao mesmo tempo é instintivo. O desafio é aprender a se concentrar em um foco sem perder a visão do todo. Veja o vídeo com três testes de atenção<p></p><p></p><p>Falar ao celular, ler tweets, ver o noticiário na televisão e ainda acompanhar o movimento da timeline no Facebook. Atividades comuns do dia a dia, realizadas de maneira simultânea, desafiam a capacidade de se manter concentrado. A atenção é um processo cognitivo, relacionado ao conhecimento, assim como a linguagem e a memória, e serve de base para todas as demais funções de nosso organismo. Existem dois tipos de atenção – a concentrada e a dividida – e o desafio é atingir o equilíbrio entre elas.</p><p><strong>Leia também</strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-05/como-manter-o-foco.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-05/como-manter-o-foco.html">Cinco técnicas para manter o foco</a>&nbsp;</p><p>Estar concentrado significa manter o foco e ser menos atraído por distrações, modelo inverso do sistema dividido, em que várias atividades são realizadas ao mesmo tempo. “Quando não há equilíbrio entre os dois modelos, pouca neuroplasticidade é gerada. Ou seja, o cérebro diminui sua capacidade de gerar novas ligações entre os neurônios e a aprendizagem é afetada”, diz Geraldo Possendoro, médico e psicoterapeuta em medicina comportamental do Departamento de Psicobiologia da Unifesp.</p><p>Atingir o equilíbrio perfeito é difícil porque a atenção concentrada se desenvolve a partir de relacionamentos sociais e necessidades próprias, ao contrário da dividida, que tem raízes instintivas. É preciso treinamento na hora de “domar” a mente e isso é conseguido, segundo a psicóloga Sabrina Gasparetti Braga, buscando sentido para as coisas. “Organização é fundamental. Pensar sobre a real necessidade da tarefa nos ajuda a perceber sua importância. Quanto mais clara for a finalidade, maior será o grau atencional”, afirma.</p><p>Outra forma de aumentar a atenção concentrada é interagir em grupo. “Conversar e discutir no trabalho, por exemplo, ajuda a estabelecer relevância ao assunto e a despertar o foco com mais clareza”, diz Sabrina. O estímulo da neuroplasticidade também acontece quando pais ajudam filhos no dever de casa. “As crianças despertam o círculo de concentração nesses momentos. Para não distraí-las, mantenha aparelhos desligados e materiais na mesa”, afirma Possendoro.</p><p><strong>Técnicas profissionais</strong></p><p>Agentes da polícia e oficiais do serviço secreto do mundo inteiro usam a técnica conhecida como OMD (observação, memorização e descrição) para conseguir atenção máxima. O processo consiste em identificar, dentro de poucos segundos, o máximo de detalhes possível de ambientes, pessoas e o que mais estiver no foco. Informações como aparência de vendedores ou quantidade de carros na rua ajudam os profissionais a recriar possíveis cenas de crimes.</p><p></p><p></p><p>Os profissionais de teatro e música também têm suas técnicas. A diretora teatral americana Anne Bogart percebeu as vantagens de aproveitar os estímulos do ambiente e desenvolveu uma técnica conhecida como “soft focus” (algo como "foco suave"). O processo de Anne desenvolve a habilidade do cérebro de se alternar entre atenção dividida e concentrada por meio de treinos sensoriais. “Os atores são encorajados a estabelecer um ritmo comum entre si – a partir da observação de ruídos, formas etc – e a perceberem o que os demais do grupo fazem na roda”, diz René Piazentin, orientador de arte dramática no Tusp (Teatro da USP - Universidade de São Paulo) e diretor teatral na Companhia dos Imaginários.</p><p>Já o maestro Lincoln Andrade analisa cada instrumento da orquestra separadamente e depois os insere em um contexto. “Escuto tudo em um primeiro ensaio, depois setorizo em notas e vejo os detalhes”, diz. “A partir desta compreensão individual consigo reger o conjunto e estar atento. É como se fizesse uma leitura simultânea durante a apresentação, mas de textos diferentes”.</p><p>No livro “Como Domar um Elefante”, escrito por Jan Chozen Bays, professora de meditação e pediatra, o cérebro é comparado a um animal selvagem que precisa ser domado. Focar-se na respiração e meditar, por exemplo, são algumas das técnicas usadas por Jan para reduzir o nível de estresse. “A meditação nos ensina a se concentrar. Temos mais insights quando estamos alertas e relaxados”, afirma. Observar mudanças entre os ambientes, reparando nas portas, é mais uma forma de potencializar a concentração. “Se eu tiver acabado de atender um paciente difícil e estiver chateada, não é bom arrastar tamanha emoção para a próxima consulta. A prática de estar ciente ao atravessar portas permite que eu entenda a mudança de espaço”, exemplifica.</p><p><strong>&gt;&gt; Veja o vídeo com três testes visuais e descubra seu grau de atenção</strong></p><p></p><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><p><strong>Caso não consiga visualizar o vídeo, <a data-mce-href="http://tvig.ig.com.br/variedades/videos-testam-o-poder-de-atencao-das-pessoas-518d46f72892a86916000091.html" href="http://tvig.ig.com.br/variedades/videos-testam-o-poder-de-atencao-das-pessoas-518d46f72892a86916000091.html">clique aqui e assista na TViG</a>.</strong></p><p><strong>Veja também<br><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/jogo-da-atencao-no-transito/n1237544534413.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/jogo-da-atencao-no-transito/n1237544534413.html">O jogo da atenção no trânsito: descubra como é perigoso usar o celular e outras distrações ao volante</a></strong></p><p><strong><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-01-20/como-despertar-a-criatividade.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-01-20/como-despertar-a-criatividade.html">15 dicas para despertar a criatividade</a><br></strong>﻿</p>]]></description><pubDate>Sat, 11 May 2013 07:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-11/voce-sabe-prestar-atencao.html</guid></item><item><title><![CDATA[Beleza de mãe para filha... e vice-versa]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-08/beleza-de-mae-para-filha-e-vice-versa.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Renan Miret</strong></p>A troca de conhecimento que movimenta mães e filhas quando o assunto é beleza<p>Desde criança, as meninas são fascinadas pelas roupas, maquiagens, pulseiras, colares e outros objetos das mães. Mais tarde, não raro atacam o guarda-roupa uma da outra, atrás de sapatos, bolsas e outras peças. Também é assim na casa de Sandra Guidi, 45 anos, coordenadora de jogos do ensino fundamental e a filha Camila, 22 anos. E não é diferente na casa de Denise Kanaciro Burim, 43, pedagoga e mãe de Marina, 22, e Isabella, 18 anos.</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3h/nl/4x/3hnl4xigftgtw53ubvgwsnybl.jpg" alt="Denise Kanaciro Burim e as filhas Marina e Isabella: aficionadas por maquiagem." title="Denise Kanaciro Burim e as filhas Marina e Isabella: aficionadas por maquiagem."/></p><p>Denise Kanaciro Burim e as filhas Marina e Isabella: aficionadas por maquiagem.</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6h/6u/gv/6h6ugvuw9ew1c34y5i7adk4dn.jpg" alt="É Isabella também quem ensina uns truques de maquiagem à mãe" title="É Isabella também quem ensina uns truques de maquiagem à mãe"/></p><p>É Isabella também quem ensina uns truques de maquiagem à mãe</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6j/sp/i4/6jspi49688hrrsrwiujs812l9.jpg" alt="Isabella é a mais antenada e ajuda a maquiar a irmã" title="Isabella é a mais antenada e ajuda a maquiar a irmã"/></p><p>Isabella é a mais antenada e ajuda a maquiar a irmã</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4o/6c/lm/4o6clmqxqmoax3d2xwydmc2ag.jpg" alt="Algumas peças são iguais para mãe e filha: assim não tem briga!" title="Algumas peças são iguais para mãe e filha: assim não tem briga!"/></p><p>Algumas peças são iguais para mãe e filha: assim não tem briga!</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5x/0b/2z/5x0b2zztkv0o3jxcqor70pvm9.jpg" alt="Mães e filha têm gostos parecidos também nas roupas" title="Mães e filha têm gostos parecidos também nas roupas"/></p><p>Mães e filha têm gostos parecidos também nas roupas</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8d/nn/pp/8dnnpp5q3rbl24bkmc1tpfxs5.jpg" alt="Peças como essa camisa, que estão na moda, cada uma tem a sua. Mas se precisar emprestar, não tem problema" title="Peças como essa camisa, que estão na moda, cada uma tem a sua. Mas se precisar emprestar, não tem problema"/></p><p>Peças como essa camisa, que estão na moda, cada uma tem a sua. Mas se precisar emprestar, não tem problema</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ba/uq/9z/bauq9zxh0j9n5iemlhg0of83r.jpg" alt="Carinho e cumplicidade entre mãe e filhas" title="Carinho e cumplicidade entre mãe e filhas"/></p><p>Carinho e cumplicidade entre mãe e filhas</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7c/ro/ym/7croym8rf7duc5rfxcmbz4qvd.jpg" alt="Sandra Guidi e a filha Camila: cumplicidade nos esportes e na beleza" title="Sandra Guidi e a filha Camila: cumplicidade nos esportes e na beleza"/></p><p>Sandra Guidi e a filha Camila: cumplicidade nos esportes e na beleza</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bf/c7/o8/bfc7o8vvuxct39uohtjtn7ubk.jpg" alt="Na hora de se produzir, uma ajuda a outra com dicas e sugestões" title="Na hora de se produzir, uma ajuda a outra com dicas e sugestões"/></p><p>Na hora de se produzir, uma ajuda a outra com dicas e sugestões</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/54/xy/cw/54xycwp5iae12zkcbm5h9n50t.jpg" alt="As duas têm estilos bem parecidos" title="As duas têm estilos bem parecidos"/></p><p>As duas têm estilos bem parecidos</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3a/ab/l6/3aabl6lkl9lh8h9n500y2k8mn.jpg" alt="Mãe e filha preferem tons neutros na hora de se maquiar" title="Mãe e filha preferem tons neutros na hora de se maquiar"/></p><p>Mãe e filha preferem tons neutros na hora de se maquiar</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/51/cy/5o/51cy5o20zicevtwy8471d31mp.jpg" alt="As duas têm até peças de roupa iguais" title="As duas têm até peças de roupa iguais"/></p><p>As duas têm até peças de roupa iguais</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e0/vg/t4/e0vgt4jbgg18hql8l4j07hc9s.jpg" alt="Mã e filha dividem a paixão pelo skate" title="Mã e filha dividem a paixão pelo skate"/></p><p>Mã e filha dividem a paixão pelo skate</p><p>Foto: Edu Cesar</p><p class=" "><br>"Somos todas parecidas no que se refere à estética”, garante Denise, que compartilha com as filhas o gosto pela maquiagem. A pedagoga repassou às meninas os ensinamentos que recebeu da própria mãe. “A cor da base, do rímel, do blush tem que ser escolhida de acordo com o tom de pele. Ensinei para minhas filhas que elas têm que observar esses fatores”, conta. A troca é mútua. Hoje é Isabella, a mais nova, quem ensina à mãe e à irmã novos truques. “Ela sempre nos atualiza e maquia a gente”, relata Denise.</p><p>Sandra e Camila, que têm um estilo esportivo, não são tão aficionadas por maquiagem, mas seguem os mesmos padrões na hora de se produzir. “Temos um visual mais clean e com tonalidades mais discretas”, diz a mãe. “Mas sempre que viajo, compro produtos novos para mim. Ela acaba dando uma olhada nas novidades e assim trocamos dicas”, afirma. Porém, mais do que dividir os produtos de beleza, a dupla tem em comum duas paixões: o surfe e o skate. “Minha mãe sempre praticou surfe e andava de skate e acho que acabei puxando essas características também”, relata Camila.</p><p>Com tantas afinidades, é natural que o guarda-roupa também passe a ser espaço compartilhado. “Lá em casa tem muita troca de roupa e sugestões. As meninas são mais modernas e sempre me mostram as novidades. Se uso alguma peça que elas acham fora de moda ou que não cai bem com minha idade, elas falam sem dó”, revela Denise.</p><p>Na casa delas, há até um armário especial com peças usadas pelas três, com malhas, cardigãs, lenços e cachecóis. “É de uso coletivo e tem todas as cores disponíveis!”, afirma a mãe. Segundo Denise, quando uma delas vai ao shopping, sempre compra roupas pensando se irá servir na outra também. “É uma pena quando uma peça que eu gosto muito não serve nas meninas”, diz.</p><p>Camila também conta com a cumplicidade da mãe no quesito guarda-roupa. “Temos muitas roupas iguais e compartilhamos entre nós. Minha mãe sempre dá conselhos e quando saímos para comprar juntas, a ajuda é mútua. Temos o mesmo estilo para se vestir”, comenta.</p><p>E como não só de beleza se faz uma mulher bonita, as mães ressaltam ainda a importância de dividir com as meninas o cuidado com a saúde. Sandra, além da prática esportiva, foi exemplo de um cardápio equilibrado com frutas, verduras e legumes. “Isso fez com que a Camila ganhasse gosto por alimentos saudáveis”, garante a mãe.</p><p>Denise também passou o gosto pelos esportes e pela alimentação equilibrada para Marina e Isabella. “A minha maior realização é que as duas aprenderam a importância de comer verdura desde pequenas. Isso é fundamental para a saúde”, conta. Outro ensinamento, destaca Denise, é o uso do protetor solar. Como tem algumas marquinhas de sol no rosto sempre falou para as meninas abusarem do protetor na praia e na cidade. “Minha última aquisição foi um BB cream que é hidratante, anti-aging e também protetor solar tudo junto. Claro que as meninas já roubaram para elas!”, ri a mãe.</p><p></p>]]></description><pubDate>Wed, 8 May 2013 07:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-08/beleza-de-mae-para-filha-e-vice-versa.html</guid></item><item><title><![CDATA[9
atitudes simples para ser mais feliz no dia a dia]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-08/9-atitudes-simples-para-ser-mais-feliz-no-dia-a-dia.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Bianca Castanho</strong></p>Felicidade não nasce só do resultado de um grande projeto ou de uma conquista a longo prazo. De meditar a arrumar a cama, veja o que você pode fazer para ser feliz todos os dias<p>Segundo o livro <em>The Myths of Happiness</em> ou “Os Mitos da Felicidade” (Penguim Group, sem tradução no Brasil), da professora de Psicologia da Universidade da Califórnia Sonja Lyubomirsky, um dos enganos mais comuns sobre o tema é vincular a felicidade à chegada de algum evento – casamento, filhos, emprego novo. Buscar a satisfação a longo prazo e na dependência de um fator externo, no entanto, não é algo saudável. Que tal começar a ser feliz agora?</p><p class="    ">“A primeira coisa que a pessoa tem que fazer é perguntar ‘o que me faz feliz?’. É dançar? É sair tomar café com os amigos?”, ensina a life coach Cibele Nardi. Para ela, a auto indagação deve ser constante. “As pessoas que não se questionam não sabem o que é importante para elas. É comum observarmos o comportamento dos outros, mas esquecemos que é preciso nos observar, nos conhecer.”</p><p class=" ">Cibele defende que felicidade não é algo que se busca ou procura, mas está dentro de cada um. “Construída dia após dia, a felicidade não está longe”, acredita.</p><p><strong>Dizer obrigado,</strong> por exemplo, é uma das pequenas atitudes cotidianas que melhoram a qualidade dos relacionamentos interpessoais – e a satisfação diária. Segundo pesquisa publicada em maio de 2012, no<em> “Journal of Personality and Social Psychology”</em>, um simples ‘obrigado’ entre casais pode fazer com que o cônjuge se sinta apreciado pelo seu parceiro, fazendo com que o comprometimento se fortaleça.</p><p>O efeito da gratidão vai além. “Não só melhora a qualidade de vida como afeta a sociedade e todos os tipos de relacionamento. Demonstrando gentileza e gratidão, recebemos gentileza e conseguimos atingir as pessoas”, reforça Cibele.</p><p><strong>Exteriorizar o que se sente também é uma medida necessária para ser feliz.</strong> “Diga para as pessoas o que sente: se você ama, se você é grato. Use palavras de generosidade”, recomenda a coach. Nem sempre, porém, estamos no melhor dos dias. Quando isso acontece, não significa que é permitido descarregar suas angústias em cima de todo mundo. Mas também não precisa engolir. “Ninguém consegue estar 100% estável. É importante sorrir quando está com vontade; porém, quando não está, é igualmente importante dizer à pessoa ao seu lado que você não está bem, mas deixá-la consciente de como você aprecia tê-la ali”, diz.</p><p class=" "><strong>Doar também pesa na balança da alegria.</strong> Segundo estudo lançado em 2008 pela revista norte-americana <em>Science,</em> “gastar dinheiro com outros pode ter um impacto positivo maior na felicidade do que gastá-lo com você mesmo. Participantes que foram escolhidos para gastar seu dinheiro com outras pessoas experimentaram uma sensação de gratidão maior do que aqueles selecionados para gastar com eles mesmos”. Ou seja, fazer doações ou presentear alguém traz uma sensação de serenidade.</p><p>Não esperar algo em troca é ainda mais gratificante. Ao dar ou receber algo, cria-se uma pressão inconsciente de retribuir à altura. Não criar expectativas, além de nos livrar deste sentimento, nos torna mais sinceros conosco e com as outras pessoas. “O importante é mostrar quanto a pessoa agregou à sua vida”, explica Cibele.</p><p><strong>Leia também:</strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/dinheiro-pode-sim-trazer-felicidade/n1237778842212.html" target="_blank" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/dinheiro-pode-sim-trazer-felicidade/n1237778842212.html">Dinheiro pode sim trazer felicidade</a><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2012-06-28/dia-internacional-da-felicidade.html" target="_blank" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2012-06-28/dia-internacional-da-felicidade.html">ONU cria o Dia Internacional da Felicidade&nbsp;</a></p><p><strong>Meditar pelo menos um minuto por dia</strong> também é um dos caminhos para ser feliz diariamente. Segundo uma pesquisa realizada em maio de 2012 pelo pesquisador Todd Kashdan, da Universidade de George Mason, na Virgínia. Dos participantes da pesquisa, aqueles que tiveram maior contato diário com a espiritualidade apresentaram maior autoestima e pensamento positivo.</p><p>“A meditação é um caminho que traz a possibilidade do ser humano conhecer a si mesmo. Não tem como se declarar plenamente feliz sem se conhecer”, afirma Salvador Hernandes Esteves Neto, instrutor de yoga e meditação especializado em medicina comportamental. “Todo ser humano é capaz de meditar, só é preciso aprender. O ideal seria que cada um buscasse um instrutor para passar orientações, mas ler sobre o tema também é um caminho”.</p><p>Ter pouco tempo disponível não é desculpa. “Existem várias técnicas. Uma que se encaixa no estilo de vida das pessoas atualmente é a meditação em um minuto”, diz Salvador. Basta procurar um local onde você não vai ser interrompido, fechar os olhos para se desligar dos estímulos externos, prestar atenção na própria respiração e, lentamente, acompanhar apenas o ato de respirar, deixando todo o resto do lado de fora.</p><p>Um estudo de 2009 publicado no veículo <em>Journal of Sexual Medicine</em> relata que fazer <strong>sexo tem ligação com a felicidade,</strong> principalmente para as mulheres. Pesquisadores da Universidade de Harvard já diziam em estudo publicado na revista <em>Science</em> em 2010: durante o sexo as pessoas ficam mais concentradas, resultando em um sentimento de realização mais profundo do que em outras atividades do dia a dia. “Conseguir manter-se presente no momento da união com o parceiro afetivo faz com que este seja um momento pleno”, conta o instrutor de yoga Salvador.</p><p>A relação entre<strong> trabalhar menos, curtir o ócio</strong> e ser feliz é uma tendência percebida há tempos. Em um momento em que a importância social é pesada de acordo com sua eficiência e resultados, o ócio fica relegado aos considerados ‘preguiçosos’. “Havia anteriormente uma capacidade de despreocupação e divertimento que foi de certo modo inibido pelo culto à eficiência. O homem moderno pensa que tudo deve ser feito pelo bem de alguma outra coisa, e nunca por seu próprio bem”, escreveu Bertrand Russell, lá em 1932, no seu livro <em>“O Elogio ao Ócio”</em> (Editora Sextante).</p><p><strong>Leia também:</strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/pesquisa-rastreia-os-segredos-do-casamento-feliz/n1597219593521.html" target="_blank" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/pesquisa-rastreia-os-segredos-do-casamento-feliz/n1597219593521.html">Pesquisa rastreia os segredos do casamento feliz</a><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/quem-e-feliz-vive-mais-indica-estudo/n1597352236930.html" target="_blank" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/quem-e-feliz-vive-mais-indica-estudo/n1597352236930.html">Quem é feliz vive mais, indica estudo</a>&nbsp;</p><p class=" "><strong>Arrumar a cama</strong> – ou realizar atividades, das menores às maiores, no tempo estipulado – pode trazer um enorme sentimento de realização. Durante pesquisa para seu livro,<em> The Happiness Project,</em> ou “O Projeto Felicidade” (Editora HarperCollins, sem tradução no Brasil), a blogueira Gretchen Rubin alega que uma das coisas que ela percebeu foi que arrumar a cama pela manhã era um segredo para a felicidade. Como? “Arrumar a cama faz com que tudo fique mais limpo, arrumado. Você consegue achar seus sapatos, seu quarto parece um lugar tranquilo. Para muitas pessoas, a ordem do lado de fora contribui para a calma do lado de dentro”, relata em seu <a href="http://www.happiness-project.com" target="_blank" data-mce-href="http://www.happiness-project.com">site</a>.</p><p>Outro motivo que a escritora apresenta é o fato de que completar uma resolução traz satisfação. “Se decide realizar uma mudança, você se apega a isso. Fazer a cama pela manhã é uma das primeiras coisas que se faz no dia, e isso contribui para que se comece o dia se sentido mais eficiente, produtivo e disciplinado”.</p><p><strong>Uma simples visita a um museu de arte também ajuda a contar pontos para a felicidade.</strong> De acordo com estudo publicado em maio de 2011, na revista “Journal of Epidemiology and Community Health”, homens que praticam atividades culturais, como visitar museus e galerias, estão mais satisfeitos e com saúde melhor do que aqueles que não têm esse costume. Livros também se encaixam: muitas dicas e técnicas para viver melhor estão compartilhadas nas páginas de livros.</p><p>O filósofo Alain de Botton, por exemplo, é responsável pela criação do The School Of Life, uma escola para ensinar filosofia aplicável no dia a dia, além de oferecer meios para a busca do homem por respostas além da religião – como cultura, literatura, artes, psicologia. Botton é autor de livros como “A Arquitetura da Felicidade” (Editora Rocco) e “Como Proust Pode Mudar Sua Vida” (Editora Intrínseca).</p><p>Não adianta focar nas grandes expectativas e ações: a busca pela felicidade começa aos poucos, em cada atitude do dia a dia. “Felicidade é fazer o que você acha que pode e consegue fazer, dentro do seu alcance”, resume Cibele.</p><p><strong>Leia também:</strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/e-possivel-escolher-ser-feliz/n1596920208996.html" target="_blank" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/e-possivel-escolher-ser-feliz/n1596920208996.html">É possível escolher ser feliz?</a><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/pequenas-dicas-para-uma-vida-mais-feliz/n1237837329297.html" target="_blank" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/pequenas-dicas-para-uma-vida-mais-feliz/n1237837329297.html">Pequenas dicas para uma vida mais feliz</a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/brasileiros-estao-mais-felizes-na-terceira-idade/n1597305480081.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/brasileiros-estao-mais-felizes-na-terceira-idade/n1597305480081.html" target="_blank">Brasileiros estão mais felizes na terceira idade</a></p>]]></description><pubDate>Wed, 8 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-08/9-atitudes-simples-para-ser-mais-feliz-no-dia-a-dia.html</guid></item><item><title><![CDATA[Conheça o significado das flores e escolha o presente da sua mãe]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-07/conheca-o-significado-das-flores-e-escolha-o-presente-da-sua-mae.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">iG São Paulo</strong></p>Além de enfeitarem a casa, as flores mandam uma mensagem. Escolha o recado que quer mandar à sua mãe<p>Toda mãe se emociona quando é presenteada com elas. Seja uma única flor ou um buquê imenso, elas emocionam sempre. Que tal entender o que cada uma significa e dar um presente ainda mais certeiro? A florista Chris Pierro, da <a data-mce-href="http://quintalflores.com/" href="http://quintalflores.com/">Quintal Flores</a>, decifra as flores mais populares e aquelas que podem surpreender, tanto pelo que representam, quanto pela beleza; veja.</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0d/2y/tk/0d2ytkica3tugzltl3vefcgg7.jpg" alt="Tulipa - Beleza elegante e única. A tulipa simboliza prosperidade e beleza. Perfeita para mães sofisticadas e de bom gosto. " title="Tulipa - Beleza elegante e única. A tulipa simboliza prosperidade e beleza. Perfeita para mães sofisticadas e de bom gosto. "/></p><p>Tulipa - Beleza elegante e única. A tulipa simboliza prosperidade e beleza. Perfeita para mães sofisticadas e de bom gosto. </p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/65/08/1j6508b8h7bzz4gmldxp437xj.jpg" alt="Girassol - Sua cor intensa encanta e alegra. Simboliza vitalidade, energia positiva, felicidade e força. Se a sua mãe é daquelas mulheres fortes, , o girassol é para ela" title="Girassol - Sua cor intensa encanta e alegra. Simboliza vitalidade, energia positiva, felicidade e força. Se a sua mãe é daquelas mulheres fortes, , o girassol é para ela"/></p><p>Girassol - Sua cor intensa encanta e alegra. Simboliza vitalidade, energia positiva, felicidade e força. Se a sua mãe é daquelas mulheres fortes, , o girassol é para ela</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2m/uw/ng/2muwngmedpi9h965k9smsuc8z.jpg" alt="Gérbera - Exuberante, encanta pelas tonalidades vibrantes. “Simboliza amor, energia, alegria e simplicidade”, conta Chris. Agrada mães extrovertidas e descomplicadas" title="Gérbera - Exuberante, encanta pelas tonalidades vibrantes. “Simboliza amor, energia, alegria e simplicidade”, conta Chris. Agrada mães extrovertidas e descomplicadas"/></p><p>Gérbera - Exuberante, encanta pelas tonalidades vibrantes. “Simboliza amor, energia, alegria e simplicidade”, conta Chris. Agrada mães extrovertidas e descomplicadas</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3h/0w/40/3h0w40ln7fxadcpfn7mpxrlj6.jpg" alt="Gardênia - Flor delicada, conhecida pelo  suave perfume. “Simboliza pureza, sinceridade e doçura”, diz Chris Pierro. Perfeita para surpreender mães discretas e clássicas." title="Gardênia - Flor delicada, conhecida pelo  suave perfume. “Simboliza pureza, sinceridade e doçura”, diz Chris Pierro. Perfeita para surpreender mães discretas e clássicas."/></p><p>Gardênia - Flor delicada, conhecida pelo  suave perfume. “Simboliza pureza, sinceridade e doçura”, diz Chris Pierro. Perfeita para surpreender mães discretas e clássicas.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6n/ht/n7/6nhtn7ho0buunkd4p3ldbg9y1.jpg" alt="Orquídea - Rara e bela, a flor simboliza requinte, beleza, vida longa. É um presente que agrada mães sofisticadas e raras, que gostam de se sentir únicas." title="Orquídea - Rara e bela, a flor simboliza requinte, beleza, vida longa. É um presente que agrada mães sofisticadas e raras, que gostam de se sentir únicas."/></p><p>Orquídea - Rara e bela, a flor simboliza requinte, beleza, vida longa. É um presente que agrada mães sofisticadas e raras, que gostam de se sentir únicas.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ah/2x/1a/ah2x1av8u310714whwuugsv9a.jpg" alt="Rosa - “Suas cores têm significado particular: vermelha, paixão e amor; amarela, felicidade e amizade; rosa, carinho e amizade; Branca, inocência e paz." title="Rosa - “Suas cores têm significado particular: vermelha, paixão e amor; amarela, felicidade e amizade; rosa, carinho e amizade; Branca, inocência e paz."/></p><p>Rosa - “Suas cores têm significado particular: vermelha, paixão e amor; amarela, felicidade e amizade; rosa, carinho e amizade; Branca, inocência e paz.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d5/lj/s2/d5ljs2ebm5yl5xaejbzqdaxyo.jpg" alt="Jasmim manga - De perfume delicado e marcante. “Simboliza pureza, paz e doçura”, conta Chris. Vai emocionar mães que gostam de datas tradicionais." title="Jasmim manga - De perfume delicado e marcante. “Simboliza pureza, paz e doçura”, conta Chris. Vai emocionar mães que gostam de datas tradicionais."/></p><p>Jasmim manga - De perfume delicado e marcante. “Simboliza pureza, paz e doçura”, conta Chris. Vai emocionar mães que gostam de datas tradicionais.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6o/3k/bz/6o3kbzccmsbq6y7k1awj7w4ip.jpg" alt="Margarida – Simboliza alegria, sensibilidade e a inocência. “É também muito usada para presentear crianças”. Mães saudosistas e sensíveis ficarão felizes." title="Margarida – Simboliza alegria, sensibilidade e a inocência. “É também muito usada para presentear crianças”. Mães saudosistas e sensíveis ficarão felizes."/></p><p>Margarida – Simboliza alegria, sensibilidade e a inocência. “É também muito usada para presentear crianças”. Mães saudosistas e sensíveis ficarão felizes.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0f/30/u3/0f30u3hpkv0lkhvbv58ju2f24.jpg" alt="Flor de laranjeira - Muito delicada e de rara beleza. Mães em busca de um novo amor vão gostar desta flor suave e romântica. Seu perfume também é delicioso." title="Flor de laranjeira - Muito delicada e de rara beleza. Mães em busca de um novo amor vão gostar desta flor suave e romântica. Seu perfume também é delicioso."/></p><p>Flor de laranjeira - Muito delicada e de rara beleza. Mães em busca de um novo amor vão gostar desta flor suave e romântica. Seu perfume também é delicioso.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/aw/27/38/aw2738ixt8mz3twe2odhdqln7.jpg" alt="Flor de maio - Da família dos cactos, é delicada, com toque de seda. “Representa o amor sublime”, diz Chris. Para mães delicadas e diferentes." title="Flor de maio - Da família dos cactos, é delicada, com toque de seda. “Representa o amor sublime”, diz Chris. Para mães delicadas e diferentes."/></p><p>Flor de maio - Da família dos cactos, é delicada, com toque de seda. “Representa o amor sublime”, diz Chris. Para mães delicadas e diferentes.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bd/3r/ae/bd3raewdfhft6euxps47ov7m0.jpg" alt="Lirio - Simboliza inocência e pureza. Mães que ainda não descobriram seu potencial ou escondem uma personalidade exuberante por trás de uma aparência frágil." title="Lirio - Simboliza inocência e pureza. Mães que ainda não descobriram seu potencial ou escondem uma personalidade exuberante por trás de uma aparência frágil."/></p><p>Lirio - Simboliza inocência e pureza. Mães que ainda não descobriram seu potencial ou escondem uma personalidade exuberante por trás de uma aparência frágil.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1z/u2/i3/1zu2i37t0ysdego9rjlsvu824.jpg" alt="Cravo - Simboliza a maternidade, “pois no primeiro dia das mães, nos EUA, foram distribuídos cravos brancos para comemorar”, diz Chris. Significa pureza, amor e beleza" title="Cravo - Simboliza a maternidade, “pois no primeiro dia das mães, nos EUA, foram distribuídos cravos brancos para comemorar”, diz Chris. Significa pureza, amor e beleza"/></p><p>Cravo - Simboliza a maternidade, “pois no primeiro dia das mães, nos EUA, foram distribuídos cravos brancos para comemorar”, diz Chris. Significa pureza, amor e beleza</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3a/xd/34/3axd34t0z129qkwoxykz8o40a.jpg" alt="Violeta - Flor muito delicada, simboliza lealdade e modéstia. Um belo arranjo com estas flores vai despertar boas memórias nas mães clássicas e protetoras." title="Violeta - Flor muito delicada, simboliza lealdade e modéstia. Um belo arranjo com estas flores vai despertar boas memórias nas mães clássicas e protetoras."/></p><p>Violeta - Flor muito delicada, simboliza lealdade e modéstia. Um belo arranjo com estas flores vai despertar boas memórias nas mães clássicas e protetoras.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dk/hu/cj/dkhucjmnfbbnqso0iv63lv202.jpg" alt="Alecrim - “Possui um perfume muito agradável”, diz Chris. Sua flor é delicada e simboliza coragem e bem-estar. É um presente criativo, que vai agradar as mães antenadas." title="Alecrim - “Possui um perfume muito agradável”, diz Chris. Sua flor é delicada e simboliza coragem e bem-estar. É um presente criativo, que vai agradar as mães antenadas."/></p><p>Alecrim - “Possui um perfume muito agradável”, diz Chris. Sua flor é delicada e simboliza coragem e bem-estar. É um presente criativo, que vai agradar as mães antenadas.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/25/ek/12/25ek12bi57hvlrfva5sxobweg.jpg" alt="Alfazema - Simboliza e proporciona tranquilidade. Mães agitadas se beneficiarão das propriedades terapêuticas do aroma da flor, que ajuda a relaxar e dormir bem." title="Alfazema - Simboliza e proporciona tranquilidade. Mães agitadas se beneficiarão das propriedades terapêuticas do aroma da flor, que ajuda a relaxar e dormir bem."/></p><p>Alfazema - Simboliza e proporciona tranquilidade. Mães agitadas se beneficiarão das propriedades terapêuticas do aroma da flor, que ajuda a relaxar e dormir bem.</p><p>Foto: Getty Images</p><p><br>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Tue, 7 May 2013 11:56:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-07/conheca-o-significado-das-flores-e-escolha-o-presente-da-sua-mae.html</guid></item><item><title><![CDATA[Anões enfrentam preconceitos na busca por emprego tradicional]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-06/anoes-enfrentam-preconceitos-na-busca-por-emprego-tradicional.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Renata Reif</strong></p>Eles resistem a explorar a própria imagem, mas reconhecem que é difícil entrar no mercado de outra forma. Veja histórias de quem conseguiu<p></p><p></p><p>A advogada Tatiana Muniz e a coordenadora Adriana Cristina perderam a conta de quantas vezes responderam à pergunta “você trabalha no circo?”. Anãs, elas notam o espanto dos interlocutores ao responder que não. Nem no circo nem no entretenimento, onde a exploração da imagem do anão parece ter voltado à tona.</p><p><strong>Leia também</strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-02/como-os-estrangeiros-veem-o-brasileiro.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-02/como-os-estrangeiros-veem-o-brasileiro.html">- Como os estrangeiros veem o brasileiro</a><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-09/os-bons-samaritanos-ateus.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-09/os-bons-samaritanos-ateus.html">- Bondade não surge só da fé: conheça os "bons samaritanos" ateus</a></p><p>“Começou com o cantor Nelson Ned”, relembra o advogado Leo Fernandes, que atualmente comanda uma empresa de casting. “Anão na tevê sempre deu muito ibope”, ele acredita. Formado em Contabilidade e Direito, Leo nada contra a corrente da maioria que trabalha na área artística, pois atua por paixão – e não falta de opção.</p><p>“Os anões da televisão voltados para o lado ‘circense’ não foram aproveitados pelo mercado por falta de formação”, concorda a advogada e também anã Kênia Rio, 48, presidente da Associação de Nanismo do Estado do Rio de Janeiro desde 2007.</p><p>Por isso, Leo tem reservas quando aparecem convites de humorísticos. “Nunca aceito participar desses programas. Eles nos ridicularizam demais”, diz ele, que prefere ser chamado de pequeno em vez de anão.</p><p></p><p></p><p><strong>Preconceito e medo do diferente</strong></p><p></p><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><p>A atriz e estilista Carina Casuscelli, 34 anos, não é anã, mas trabalha pela democracia dos corpos na moda e com o teatro de inclusão. Ela concorda com Leo. “Anões só fazem pastelão, trabalhos de comédia. Não vemos anões em uma novela, em filmes, capas de revistas, como comunicadores ou falando sobre assuntos sérios”, observa.</p><p>Em seu trabalho de conclusão de curso na faculdade de Moda, em 2001, a paulista radicada no Rio de Janeiro promoveu um desfile com anãs, cadeirantes, gordinhas e com as altas e magras demais, em uma diversidade de modelos nunca vista nas passarelas. “Não dá para entrar em uma semana de moda pelo véu do assistencialismo. Tem que acontecer pela criação”, diz.</p><p>O preconceito sempre existiu. Não só para conseguir um patrocínio, como conta Carina, mas sobretudo nas ruas, segundo a experiência de Leo. “Todo mundo olha, as crianças apontam. Isso é o tempo todo, em todo lugar. As pessoas fazem alusão a duendes, anões de circo, gnomos. Acham que tem a ver com uma coisa fabulosa”.</p><p>Para a advogada Tatiana Muniz, de 34 anos, o preconceito tem raiz no <a href="http://delas.ig.com.br/filhos/2013-05-02/responsabilidade-dos-pais-convivencia-infantil-com-diferencas-evita-preconceito.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/2013-05-02/responsabilidade-dos-pais-convivencia-infantil-com-diferencas-evita-preconceito.html">medo do diferente.</a> Mas as diferenças devem ser entendidas pelo prisma da diversidade. “Meu coração e cabeça funcionam perfeitamente. Só não sou comum”, diz Leo.</p><p></p><p></p><p><strong>Prateleiras e elevador</strong></p><p>Antes da lei 5.296, em vigor desde 2004, quando o nanismo ainda não era considerado deficiência física, a discriminação e a falta de respeito com os pequenos eram ainda maiores.</p><p>“O ‘não’ já era certo, então batalhei pelo sim. Este sempre foi o meu lema”, resume Kênia. Para ela, a intolerância não está relacionada ao status socioeconômico. “Quando se tem um nível financeiro e intelectual, o preconceito é silencioso, maquiado. Mas existe”, completa.</p><p>Assim como Kênia, Tatiana também encara seu drama de maneira bem mais compreensiva. “Consegui não ser uma pessoa complexada, não tive problema para aceitar as minhas limitações e superá-las”, diz ela, que está estudando para se tornar promotora de Justiça.</p><p><strong>Leia também:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/como-abordar-o-preconceito-com-as-criancas/n1597578783299.html" href="http://delas.ig.com.br/filhos/como-abordar-o-preconceito-com-as-criancas/n1597578783299.html">como abordar o preconceito com crianças?</a></p><p>As limitações a que Tatiana se refere vão desde problemas possíveis de se combater com políticas públicas, como as relativas à mobilidade urbana – subir a escada do ônibus é difícil, enfrentar um trem lotado é missão impossível – a detalhes corriqueiros que demandam jogo de cintura – se não tiver ninguém para alcançar um produto na prateleira do supermercado ou para apertar um botão alto no elevador, o anão tem que aguardar alguém com quem possa contar. “Nos fóruns, os balcões não são adaptados para pessoas de baixa estatura, então preciso entrar no cartório e usar uma mesa mais baixa. Sempre peço ajuda”, conta Tatiana.</p><p>Hoje as empresas devem cumprir a política de cotas e promover as adaptações necessárias no ambiente de trabalho. A estudante de publicidade Adriana Cristina, 32 anos, faz parte dos beneficiados: há quatro anos trabalha como coordenadora do Senac.</p><p>“Levo uma vida normal. Tenho vida social, faço academia, compro roupas no shopping. Mas tive dificuldade em arrumar emprego. Só consegui com o sistema de cotas”, conta.</p><p>Adriana estava preparada para ocupar a vaga, mas na opinião de Kênia as cotas de nada adiantam se não houver mão de obra especializada. “Lutamos por um nível melhor”, diz ela, em nome dos 1.200 anões filiados à associação. “Queremos espaço, respeito, e que a sociedade nos enxergue”.</p><p><strong>Leia também</strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/conversao-religiosa-a-escolha-de-uma-nova-crenca/n1596848528951.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/conversao-religiosa-a-escolha-de-uma-nova-crenca/n1596848528951.html">- Conversão religiosa: a escolha de uma nova crença</a><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-12/sites-colaborativos-defendem-alternativa-aos-padroes-de-beleza-ideais.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-04-12/sites-colaborativos-defendem-alternativa-aos-padroes-de-beleza-ideais.html">- Sites colaborativos defendem alternativa a padrão de beleza ideal&nbsp;</a></p>]]></description><pubDate>Mon, 6 May 2013 05:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-06/anoes-enfrentam-preconceitos-na-busca-por-emprego-tradicional.html</guid></item><item><title><![CDATA[Etiqueta para as mães nas redes sociais]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-04/etiqueta-para-as-maes-nas-redes-sociais.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Rodrigo Boro</strong></p>Bom senso e uma boa conversa com o filho podem evitar constrangimentos para ambas as partes<p></p><p></p><p>Lindas, carinhosas e fortes são alguns dos elogios que muitas mulheres recebem dos filhos. Para reforçar esta lista, outros adjetivos como conectada e moderna passaram também a compor o perfil de quem não abre mão de seguir as tendências da tecnologia. Segundo pesquisa feita ano passado por um instituto americano, 72% das mães entrevistadas possuem perfil no Facebook e chegam a passar cerca de duas horas e meia por dia na internet.<br><br><strong>Leia também:</strong> <a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-03/maes-famosas-declaram-seu-amor.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-03/maes-famosas-declaram-seu-amor.html">Mães famosas declaram seu amos&nbsp;</a></p><p>Se por um lado esse cenário é bastante positivo, por outro pode significar um problema, principalmente para os filhos. “Meu filho se sente incomodado quando publico alguma foto dele. Chega até a me dar bronca”, revela a blogueira Anelise Capso.</p><p>De acordo com especialistas, é preciso ter a consciência de que o comportamento que se tem no ambiente online pode comprometer a vida real. Por isso, o iG foi em busca de preciosas dicas para que você possa se divertir nas redes sociais sem entrar em conflitos com seu filho. Tome nota!</p><p><strong>1 - Evite ser monotemática</strong></p><p>Todo mundo concorda que ter um filho é a maior experiência que uma mulher pode passar. O momento da gestação, o nascimento e o crescimento dos pequenos são períodos de grande alegria, uma felicidade que precisa ser compartilhada. É aí que mora o perigo. Algumas mães, na empolgação de paparicar os filhos, acabam se tornando monotemáticas nas redes sociais.</p><p>Muitas mulheres, inclusive, não conseguem falar em seus perfis sobre outros temas que não estejam ligados à maternidade. “Sempre que a pessoa é monotemática nas redes sociais, ela corre o risco de ficar chata. Se você falar só sobre seu filho, é possível que seus amigos se cansem um pouco disso”, comenta Helena Duncan, publicitária e especialista em etiqueta na Web.</p><p><strong>2 – Converse com seu filho</strong></p><p>Agora imagine a seguinte situação: seu filho está na sala de aula, concentrado na matéria, e de repente percebe que os amigos do colégio passam a rir dele sem qualquer motivo aparente. O celular começa a dar sinal. Ao acessar seu perfil no Facebook, o jovem percebe que foi marcado em uma foto dele mesmo, aos seis meses de vida, completamente pelado. Ah, a imagem também vem acompanhada da legenda: “Olha o filhote na banheira. Lindo!”.</p><p>Para evitar esse tipo de situação, é ideal conversar com seu filho sobre as redes sociais que ele faz parte. Essa é uma boa maneira de estabelecer limites a respeito do que pode ou não ser publicado nesses ambientes virtuais. Ao mesmo tempo, o diálogo estimula discussões sobre o uso da internet, seus grandes benefícios e riscos. “Se bem conduzida, a participação das mães e filhos na internet pode ser bastante positiva”, diz Ligia Marques, autora do livro Etiqueta 3.0.</p><p><strong>3 – Conheça a ferramenta</strong></p><p>Saber como as mídias sociais funcionam é importante para evitar atritos. Helena Duncan usa como exemplo algumas mães que comentam fotos em que o filho foi marcado (ou ‘tagueado’) sem saber que isso ficará exposto para todos os seus amigos. “Não existe um manual. Alguns adolescentes se incomodam quando a mãe interage com seus colegas de escola, outros nem tanto. Mas, em todo caso, conhecer a ferramenta é fundamental para evitar uma exposição indesejada”, recomenda a especialista.<br><br><strong>Leia mais:</strong> <a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-04-30/as-maes-de-cada-signo.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-04-30/as-maes-de-cada-signo.html">As mães de cada signo</a></p><p>Para isso, uma dica é procurar na internet os tutoriais que explicam como usar as ferramentas de redes sociais. Esses documentos são gratuitos e bastante resumidos. Dá para entender bem como funciona o Facebook, Twitter, Instagram, entre outras.</p><p><strong>4 – Evite excesso de “mimos”</strong></p><p>Para a maioria das mães não existe ninguém mais lindo, inteligente, perfeito, simpático, fofo, educado, carinhoso... do que o seu próprio filho. Porém, expor esse pensamento nas redes sociais pode ser desastroso e causar irritação nos filhos, principalmente quando adolescentes. Histórias embaraçosas também devem ser evitadas.</p><p>É claro que pode elogiar o filho nas redes sociais. Mas tente não errar na dose de açúcar.</p><p><strong>5 – Cuidado com as fotos</strong></p><p>As fotos são as principais causadoras de problemas nas redes sociais. A exemplo do caso citado acima, do garoto que vê uma imagem sua de neném publicada no Facebook, registros de situações constrangedoras podem fazer a alegria dos amigos do seu filho.</p><p>Por isso, é sempre bom consultá-lo antes de publicar fotos em que ele apareça. E, o mais importante: Lembre-se que as redes sociais do seu filho são como o quarto dele. Você tem o direito de entrar, mas é bom bater na porta antes para respeitar sua privacidade.<br>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Sat, 4 May 2013 07:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-04/etiqueta-para-as-maes-nas-redes-sociais.html</guid></item><item><title><![CDATA[Mães famosas declaram seu amor]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-03/maes-famosas-declaram-seu-amor.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">iG São Paulo</strong></p>Declarações carinhosas de estrelas nacionais e internacionais sobre a experiência única que é ser mãe<p><br></p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/59/ki/1j/59ki1jj1kqddxo2lz0n1n25e9.jpg" alt="Angélica mãe de Joaquim, Benício e Eva “Nem o sucesso nem o dinheiro me deram metade da segurança que eu senti após a maternidade. Descobri que sou poderosa”" title="Angélica mãe de Joaquim, Benício e Eva “Nem o sucesso nem o dinheiro me deram metade da segurança que eu senti após a maternidade. Descobri que sou poderosa”"/></p><p>Angélica mãe de Joaquim, Benício e Eva “Nem o sucesso nem o dinheiro me deram metade da segurança que eu senti após a maternidade. Descobri que sou poderosa”</p><p>Foto: Reprodução /Twitter</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bf/6h/dd/bf6hddn1kpkwgm2f1vdhh685g.jpg" alt="Eliana e Arthur - “Não imaginei que seria tão mágico ser mãe, o Arthur me trouxe essa alegria e, mais do que isso, me trouxe sorte. É a minha melhor estreia”" title="Eliana e Arthur - “Não imaginei que seria tão mágico ser mãe, o Arthur me trouxe essa alegria e, mais do que isso, me trouxe sorte. É a minha melhor estreia”"/></p><p>Eliana e Arthur - “Não imaginei que seria tão mágico ser mãe, o Arthur me trouxe essa alegria e, mais do que isso, me trouxe sorte. É a minha melhor estreia”</p><p>Foto: Delson Silva/ AgNews</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cu/sx/9d/cusx9drioeenvv1v3jrdmzi2t.jpg" alt="Alessandra Ambrósio – Anja e Noah - “A maternidade mudou toda a minha vida. Tudo que faço, faço pensando na minha filha. Arrumei mais tempo livre para estar com ela”" title="Alessandra Ambrósio – Anja e Noah - “A maternidade mudou toda a minha vida. Tudo que faço, faço pensando na minha filha. Arrumei mais tempo livre para estar com ela”"/></p><p>Alessandra Ambrósio – Anja e Noah - “A maternidade mudou toda a minha vida. Tudo que faço, faço pensando na minha filha. Arrumei mais tempo livre para estar com ela”</p><p>Foto: Jeffrey Mayer/ Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dx/21/jf/dx21jfay6z0valojnpfujizfo.jpg" alt="Gwen Stefani - Kingston e Zuma - “No início é  fofo e à medida que eles crescem, tudo começa a mudar. É a colaboração máxima do ser humano”. " title="Gwen Stefani - Kingston e Zuma - “No início é  fofo e à medida que eles crescem, tudo começa a mudar. É a colaboração máxima do ser humano”. "/></p><p>Gwen Stefani - Kingston e Zuma - “No início é  fofo e à medida que eles crescem, tudo começa a mudar. É a colaboração máxima do ser humano”. </p><p>Foto: Kevin Mazur/Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7x/fq/qn/7xfqqn1ftof22ee3q7qcx3nza.jpg" alt="Heidi Klum – Helen, Johan, Henry e Lou
“É uma responsabilidade enorme. Você tem que conciliar tudo, e ao mesmo tempo, dar para cada um o amor que eles precisam”. 

" title="Heidi Klum – Helen, Johan, Henry e Lou
“É uma responsabilidade enorme. Você tem que conciliar tudo, e ao mesmo tempo, dar para cada um o amor que eles precisam”. 

"/></p><p>Heidi Klum – Helen, Johan, Henry e Lou
“É uma responsabilidade enorme. Você tem que conciliar tudo, e ao mesmo tempo, dar para cada um o amor que eles precisam”. 

</p><p>Foto: Josiah Kamau/ Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7b/2a/hq/7b2ahqojr34d1ahiuzfuukbs6.jpg" alt="Juliana Paes e Pedro - “A maternidade é a coisa mais incrível que um ser humano pode viver. É um amor tão grande e tão forte que chega a doer” " title="Juliana Paes e Pedro - “A maternidade é a coisa mais incrível que um ser humano pode viver. É um amor tão grande e tão forte que chega a doer” "/></p><p>Juliana Paes e Pedro - “A maternidade é a coisa mais incrível que um ser humano pode viver. É um amor tão grande e tão forte que chega a doer” </p><p>Foto: Reprodução / Instagram</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6b/hc/k1/6bhck1gk1lmi7ixvx67mee1t3.jpg" alt="Kate Hudson, mãe de Ryder e Bingham “Tudo que quero é que meu filho seja feliz, que trabalhe muito e possa se divertir”" title="Kate Hudson, mãe de Ryder e Bingham “Tudo que quero é que meu filho seja feliz, que trabalhe muito e possa se divertir”"/></p><p>Kate Hudson, mãe de Ryder e Bingham “Tudo que quero é que meu filho seja feliz, que trabalhe muito e possa se divertir”</p><p>Foto: Troy Rizzo/ Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5q/uo/3u/5quo3uk44wwux9213tg7vlube.jpg" alt="Fernanda Lima, mãe de João e Francisco - "Quero mostrar o que é certo e errado. O importante é frisar que estamos sempre do lado"" title="Fernanda Lima, mãe de João e Francisco - "Quero mostrar o que é certo e errado. O importante é frisar que estamos sempre do lado""/></p><p>Fernanda Lima, mãe de João e Francisco - "Quero mostrar o que é certo e errado. O importante é frisar que estamos sempre do lado"</p><p>Foto: AgNews</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/73/ca/4a/73ca4a454akh1bpry4hvjhrfz.jpg" alt="Gisele Bündchen – Benjamin e Vivian “Tudo pode acontecer quando se é mãe. Acho lindo tudo que os meus pequenos fazem”" title="Gisele Bündchen – Benjamin e Vivian “Tudo pode acontecer quando se é mãe. Acho lindo tudo que os meus pequenos fazem”"/></p><p>Gisele Bündchen – Benjamin e Vivian “Tudo pode acontecer quando se é mãe. Acho lindo tudo que os meus pequenos fazem”</p><p>Foto: Reprodução/Facebook</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bl/vc/4m/blvc4mfj6uw8xe6k7swm8mm9o.jpg" alt="Penélope Cruz e Leo - “Para uma mulher que deseja ter filhos é difícil ser feliz sem eles. Após dar à luz, pude entender de forma mais profunda”" title="Penélope Cruz e Leo - “Para uma mulher que deseja ter filhos é difícil ser feliz sem eles. Após dar à luz, pude entender de forma mais profunda”"/></p><p>Penélope Cruz e Leo - “Para uma mulher que deseja ter filhos é difícil ser feliz sem eles. Após dar à luz, pude entender de forma mais profunda”</p><p>Foto: The Grosby Group</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b8/ej/tc/b8ejtczexsyu3za8deldos742.jpg" alt="Beyoncé e Blue Ivy - "Eu percebi o porquê nasci e vivo para passar bons exemplos à minha filha”" title="Beyoncé e Blue Ivy - "Eu percebi o porquê nasci e vivo para passar bons exemplos à minha filha”"/></p><p>Beyoncé e Blue Ivy - "Eu percebi o porquê nasci e vivo para passar bons exemplos à minha filha”</p><p>Foto: Divulgação</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ew/63/1q/ew631q7w67odcp3dzgiufghj0.jpg" alt="Angelina Jolie e Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne “Meus filhos são a razão da minha vida”" title="Angelina Jolie e Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne “Meus filhos são a razão da minha vida”"/></p><p>Angelina Jolie e Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne “Meus filhos são a razão da minha vida”</p><p>Foto: Jun Sato/ Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7b/jl/iv/7bjlivjbh1c4lj7r0rr3x2ayr.jpg" alt="Katie Holmes e Suri - "Ser mãe é a experiência mais maravilhosa, em um instante você se torna forte. Este é o trabalho mais importante que tem no mundo”. " title="Katie Holmes e Suri - "Ser mãe é a experiência mais maravilhosa, em um instante você se torna forte. Este é o trabalho mais importante que tem no mundo”. "/></p><p>Katie Holmes e Suri - "Ser mãe é a experiência mais maravilhosa, em um instante você se torna forte. Este é o trabalho mais importante que tem no mundo”. </p><p>Foto: Joshua Kamau/ Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/29/4j/0w/294j0wbndwaddjw0kes617g7x.jpg" alt="Flavia Alessandra - mãe de Giulia e Olívia -"Eu que sou mãe diria que é a melhor coisa que existe na face da Terra”" title="Flavia Alessandra - mãe de Giulia e Olívia -"Eu que sou mãe diria que é a melhor coisa que existe na face da Terra”"/></p><p>Flavia Alessandra - mãe de Giulia e Olívia -"Eu que sou mãe diria que é a melhor coisa que existe na face da Terra”</p><p>Foto: AgNews</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/33/9h/bo/339hbo31z8c4y2h1msy3riofl.jpg" alt="Ivete Sangalo e Marcelo - "Já está na hora de ter mais um filho. Se eu pudesse, teria uns seis filhos, igual a minha mãe. Filho é realização!" " title="Ivete Sangalo e Marcelo - "Já está na hora de ter mais um filho. Se eu pudesse, teria uns seis filhos, igual a minha mãe. Filho é realização!" "/></p><p>Ivete Sangalo e Marcelo - "Já está na hora de ter mais um filho. Se eu pudesse, teria uns seis filhos, igual a minha mãe. Filho é realização!" </p><p>Foto: O Dia</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/33/3h/1a/333h1ajx55crurst0yat7ao5e.jpg" alt="Adriana Lima – Valentina e Sienna - “Foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida! Hoje me sinto mais bonita, mais sensual, mais mulher”" title="Adriana Lima – Valentina e Sienna - “Foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida! Hoje me sinto mais bonita, mais sensual, mais mulher”"/></p><p>Adriana Lima – Valentina e Sienna - “Foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida! Hoje me sinto mais bonita, mais sensual, mais mulher”</p><p>Foto: Divulgação/Pirelli</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/38/u0/x2/38u0x2756k9bqg98o4jls9omz.jpg" alt="Gwyneth Paltrow, mãe de Apple e Moses - “Minhas crianças me deram uma vida de verdade, elas abriram um novo mundo para mim" title="Gwyneth Paltrow, mãe de Apple e Moses - “Minhas crianças me deram uma vida de verdade, elas abriram um novo mundo para mim"/></p><p>Gwyneth Paltrow, mãe de Apple e Moses - “Minhas crianças me deram uma vida de verdade, elas abriram um novo mundo para mim</p><p>Foto: J. Tregidgo/ Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a1/1u/l5/a11ul5eqoq42miahkbi1rp60v.jpg" alt="Nicole Kidman e Isabella, Connor, Sunday e Faith - “São os responsáveis por meus melhores momentos e minhas maiores alegrias" title="Nicole Kidman e Isabella, Connor, Sunday e Faith - “São os responsáveis por meus melhores momentos e minhas maiores alegrias"/></p><p>Nicole Kidman e Isabella, Connor, Sunday e Faith - “São os responsáveis por meus melhores momentos e minhas maiores alegrias</p><p>Foto: Rick Diamond/ Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bw/qf/al/bwqfalynixem9ytl78uhlc2js.jpg" alt="Drew Barrymore e Olive -“Não há nada melhor no mundo, exercito a cada segundo meu dever de fazê-la rir e sorrir”" title="Drew Barrymore e Olive -“Não há nada melhor no mundo, exercito a cada segundo meu dever de fazê-la rir e sorrir”"/></p><p>Drew Barrymore e Olive -“Não há nada melhor no mundo, exercito a cada segundo meu dever de fazê-la rir e sorrir”</p><p>Foto: NPC/ Star Max/ Getty Images</p><p><img src="http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9m/x7/a1/9mx7a1jedktud3ccchsruls6b.jpg" alt="Ingrid Guimarães e Clara - "A maternidade me salvou. Era muito workaholic e hoje aprendi a dividir as prioridades. A maternidade traz a vida de outro jeito”" title="Ingrid Guimarães e Clara - "A maternidade me salvou. Era muito workaholic e hoje aprendi a dividir as prioridades. A maternidade traz a vida de outro jeito”"/></p><p>Ingrid Guimarães e Clara - "A maternidade me salvou. Era muito workaholic e hoje aprendi a dividir as prioridades. A maternidade traz a vida de outro jeito”</p><p>Foto: Wallace Barbosa/ AgNews</p><p><strong>Fontes</strong>: iG Gente, Anderson Live, The Guardian, Revista Glamour USA, Los Angeles Times, Us Weekly, The Ellen DeGeneres Show, The Hollywood Reporter, Revista Vogue USA, Pop Crunch, People Magazine, New Magazine, Vogue Britain.</p>]]></description><pubDate>Fri, 3 May 2013 08:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-03/maes-famosas-declaram-seu-amor.html</guid></item><item><title><![CDATA[Como os estrangeiros veem o brasileiro]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-02/como-os-estrangeiros-veem-o-brasileiro.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Renata Reif</strong></p>Muito além do trinômio samba-praia-futebol, gringos que moram no País apontam a falta de autoestima local e outros detalhes que não estamos acostumados a enxergar<p>Quando o roqueiro australiano Nick Cave se mudou para São Paulo, em 1990, teve de admitir que o Brasil não era seu lugar. Três anos depois ele foi embora, pois não suportava a cultura de sociabilidade do brasileiro. “Ele é sorumbático, mais solitário, e não gregário como o povo daqui. Nick dizia que não aguentava esse jeito sociável”, relembra ao iG o americano Matthew Shirts, jornalista e brasilianista, radicado no País desde 1976.</p><p></p><p></p><p>Se o anglo-saxão mantém certa distância do outro, o brasileiro é inclusivo. Gosta de gente, de interagir, de juntar todo mundo para celebrar. Daí o fato de a adaptação de um estrangeiro ao Brasil ocorrer naturalmente. Este traço é bastante sublinhado por boa parte dos estrangeiros que moram aqui. “Tem aquela coisa de botar mais água no feijão”, Matthew diz, aos risos, sobre o imenso capital social do Brasil. “Fui adquirindo essa coisa mais ‘pegajosa’ nesses 27 anos, mas nos Estados Unidos isso pode gerar uma acusação de assédio sexual”, afirma.</p><p><strong>Leia também:</strong> <a href="http://delas.ig.com.br/filhos/parto-pelo-mundo/n1238135031737.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/parto-pelo-mundo/n1238135031737.html">mulheres relatam a experiência de dar à luz em outros países</a>&nbsp;</p><p>A propalada sociabilidade brasileira é um dos mais manjados cartões de visitas do País, mas ainda encontra meios de surpreender quem vem de fora. “O maior choque cultural foi a ótima receptividade das pessoas com alguém que não conhecem”, diz o engenheiro de informática francês Olivier Teboul, 29 anos, ao lembrar do dia em que colocou os pés no Brasil, há quase dois anos.</p><p>“Saí do aeroporto com três números de telefone de gente que disse ‘qualquer coisa, pode me ligar’. "Psicologicamente é um apoio enorme, me senti acolhido”, afirma. “Acho que, na França, para um estrangeiro é mais difícil se integrar em um grupo de franceses sem conhecer ninguém do grupo”.</p><p></p><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><p>Há algumas semanas, Olivier ganhou repercussão nas redes sociais com o post de estreia de seu blog, em que listou <a href="http://olivierdobrasil.blogspot.com.br/2013/04/curiosidades-brasileiras.html" target="_blank" data-mce-href="http://olivierdobrasil.blogspot.com.br/2013/04/curiosidades-brasileiras.html">65 impressões e costumes dos brasileiros</a> que lhe causaram surpresa. Elas vão de observações divertidas – “Aqui no Brasil, comida salgada é muito salgada e comida doce é muito doce. Até comida é muita comida” – a coisas que jamais supomos ser espantosas para alguém, como “Os brasileiros escovam os dentes no escritório depois do almoço”.</p><p>Também fez referências ao clássico complexo de vira-latas brasileiro (“Aqui no Brasil, as pessoas acham que dirigir mal, ter trânsito, obras com atraso, corrupção, burocracia, falta de educação, são conceitos especificamente brasileiros. Mas nunca fui num país onde as pessoas dirigem bem, onde nunca tem trânsito, onde as obras terminam na data prevista, onde corrupção é só uma teoria, onde não tem papelada para tudo e onde tudo mundo é bem educado!”) e não poupou elogios ao que acha interessante:<strong> “Aqui no Brasil, pode pedir a metade da pizza de um sabor e a metade de outro. Ideia simples e genial”</strong>.</p><p>Tampouco deixou passar inoperâncias famosas: <strong>“Aqui no Brasil, o sistema sempre tá 'fora do ar'.</strong> Qualquer sistema, principalmente os terminais de pagamento de cartão de crédito” e “Aqui no Brasil, tem um organismo (sic) chamado DETRAN. Nem quero falar disso, não saberia por onde começar...”</p><p>“São observações, não tem juízo de valor”, conta Olivier, rebatendo críticas de brasileiros que deixaram comentários pouco gentis em sua página. “A coisa que achei mais legal, e que era totalmente não intencional, é que se gerou uma reflexão dos brasileiros sobre o Brasil, sobre a identidade brasileira”.</p><p><strong>Leia também</strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/voltar-a-morar-no-brasil-pode-ser-traumatico/n1596846174056.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/voltar-a-morar-no-brasil-pode-ser-traumatico/n1596846174056.html">Voltar a morar no Brasil pode ser traumático</a><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/expatriadas-como-vivem-as-mulheres-dos-executivos/n1237552805281.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/expatriadas-como-vivem-as-mulheres-dos-executivos/n1237552805281.html">Como vivem as expatriadas no Brasil</a><br>&nbsp;</p><p></p><p></p><p><strong>Novas perspectivas</strong></p><p>Mudar de país leva a pessoa a ampliar seus horizontes sobre uma nova cultura, mas também a aprender sobre a sua própria nação. É o que a argentina Juana Kweitel, de 40 anos, diretora de programas de uma ONG de Direitos Humanos, descobriu durante os 10 anos em que vive em São Paulo. “Não percebia, vivendo na Argentina, como todo mundo lá é tão dramático. O que gosto daqui é que o povo é mais otimista”, declara.</p><p><strong>Leia também</strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/filhos/morar-fora-beneficia-desenvolvimento-da-crianca-desde-cedo/n1596998056207.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/morar-fora-beneficia-desenvolvimento-da-crianca-desde-cedo/n1596998056207.html">Morar fora beneficia desenvolvimentos das crianças</a><br><a href="http://delas.ig.com.br/filhos/quando-e-hora-de-estudar-no-exterior/n1237984548531.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/filhos/quando-e-hora-de-estudar-no-exterior/n1237984548531.html">Quando é a hora de estudar no exterior?</a><br>&nbsp;</p><p></p><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><div class="menuEdicao ui-corner-all" style="right: 2px;" data-mce-style="right: 2px;">&nbsp;</div><p>Hoje Juana já se afina com o temperamento do brasileiro, mas no início se atrapalhava com a leitura de alguns códigos. “Uma coisa diferente da minha cultura é a dificuldade de o brasileiro falar ‘não’. Ele sabe que não vai, mas diz que vai. Mas não é uma mentira; tem a ver com poupar o outro, não frustrar. Antes eu não entendia isso”.</p><p>O americano e chef de cozinha Todd Harkin, 40 anos, também só se deu conta da vida que levava e do ritmo frenético que tinha nos Estados Unidos quando foi transferido para São Paulo, há quatro anos, para coordenar a cozinha de um restaurante. “Reparei aqui que as pessoas fazem pausas no trabalho. Nos Estados Unidos não fazemos intervalos”.</p><p>A acessibilidade pessoal atribuída ao brasileiro também é notada por não europeus. “Agora que falo bem português, bato papo no ponto de ônibus, converso com as pessoas, coisa que jamais aconteceria na Etiópia. Os etíopes são muito discretos e não falam sobre a sua vida pessoal”, conta a consultora ganense Arlette Afagbegee, 29 anos, que cresceu na Etiópia e há quatro anos mora em São Paulo.</p><p>Mas nem tudo foram flores quando ela chegou à capital paulistana. “A maior dificuldade que encontrei era a de circular pela cidade. Não imaginava que eram 20 milhões de pessoas e que falar inglês não adiantava, em geral. Então me perdia bastante, e muitas vezes tive que passar o celular para o meu marido falar com o cobrador do ônibus”.</p><p></p><p></p><p><strong>Barulho e paciência</strong></p><p>Toda essa energia “solar” agrada a maioria, mas pode também incomodar os mais sóbrios. <strong>“O brasileiro é muito barulhento”,</strong> declara o inglês e consultor de marketing Pierre Larose, de 32 anos. Acostumado com um contexto de vida mais silencioso, ele precisou acostumar os ouvidos nesses três anos viajando por todo o território por causa do trabalho. “Por outro lado, eles têm mais toque, são mais sociáveis e mais relaxados”, concede. Outro comportamento que não entra em sua cabeça é a importância do “ter” como status.<strong> “O julgamento social é muito grande. As aparências e a classe são extremamente importantes aqui”.</strong></p><p>As diferenças sociais existentes no Brasil estão sempre presentes no noticiário mundial. Talvez por isso a estrutura de São Paulo, especialmente dos bairros centrais, surpreendeu o canadense e músico Robert Boyle, de 33 anos, que mora na cidade há menos de um ano. “<strong>O Brasil parece mais com um país desenvolvido do que eu esperava.</strong> A Vila Olímpia, por exemplo, poderia ser uma área de Vancouver. Você vê muita tecnologia, gente com iPhone, prédios, estradas, infraestrutura, além de um metrô mais moderno, limpo e silencioso que o de grandes cidades internacionais”, conta.</p><p>Além disso, a observação dos detalhes é o que Robert acha mais interessante. Para ele, o brasileiro é paciente: “não sabia que as pessoas eram assim. <strong>Estão sempre esperando filas, ou indo devagar no metrô”.</strong></p><p><strong>Olhando de fora</strong></p><p>Bárbaro, grosseiro, melancólico, preguiçoso e malandro, por um lado, e exótico, alegre, cordial e “chegado”, por outro. Essas são algumas das imagens tradicionalmente associadas não só pelos estrangeiros, mas também por sociólogos, antropólogos e escritores nativos à representação do brasileiro, como conta a professora de Linguística da Universidade Federal da Bahia Denise Scheyerl.</p><p>Ao morar fora do País, Denise também enxergou, pelo viés dos gringos, uma percepção estrangeira sobre o Brasil: “Morei 20 anos na Alemanha e tinha que mostrar meu passaporte, pois me enquadrava mais como húngara. Para eles, para ser brasileira precisa ser mulata e sambista. Mas reduzir uma cultura a uma imagem é algo do mundo neoliberal. E uma questão política”.</p><p><strong>Leia também<br></strong><br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-13/como-ganhar-uma-discussao.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-03-13/como-ganhar-uma-discussao.html">Como ganhar uma discussão</a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/como-fazer-amigos-na-vida-adulta/n1597114007118.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/como-fazer-amigos-na-vida-adulta/n1597114007118.html">Como fazer amigos na vida adulta</a><br>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Thu, 2 May 2013 15:33:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-02/como-os-estrangeiros-veem-o-brasileiro.html</guid></item><item><title><![CDATA[Mãe de gêmeos: trabalho e diversão em
dobro]]></title><link>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-01/mae-de-gemeos-trabalho-e-diversao-em-dobro.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Adília Belotti</strong></p>Se a criação de um filho já envolve muito trabalho, dedicação e amor, o que dizer de criar dois ao mesmo tempo? Conheça histórias e emoções de quem vive a aventura de ser mãe de gêmeos<p></p><p></p><p>Grávida de gêmeos. A notícia, que antigamente deixava todo mundo meio atônito, hoje já é encarada com mais naturalidade. A gravidez de múltiplos tem sido mais comum devido aos tratamentos de reprodução assistida, que aumentaram 166% em menos de uma década, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH).<br><br><strong>Leia também</strong>: <br><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-04-30/as-maes-de-cada-signo.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-04-30/as-maes-de-cada-signo.html">As mães de cada signo&nbsp;</a></p><p>Mas ainda que as mães de gêmeos venham se multiplicando, esse tipo de gestação continua a despertar curiosidade, principalmente depois do nascimento dos bebês. Como será que elas se viram? Os seis primeiros meses são mesmo enlouquecedores? Como dividem igualmente o carinho, a atenção, as mamadas? Para saber das alegrias, estratégias e preocupações dessas “mães em dobro”, nada melhor do que ouvir suas histórias.</p><p><strong>“Trabalho em dobro, descanso pela metade”<br></strong><br>Para a consultora Caroline Passuello, de 35 anos, mãe de Leonardo e Rafael, o grande desafio foi estabelecer uma rotina. Até os seis meses, Carol se virou sozinha, apenas com a funcionária da casa que operava nos bastidores. No início, ela sofreu para criar um ritmo. Aos poucos, no entanto, os horários foram se estabelecendo e a rotina com os bebês parecia afinal estar sobre controle. <br><br>“Difícil mesmo continuava sendo o turno da noite,” brinca a consultora. Os dois ainda não dormiam bem e acordavam bastante. Perto de completarem seis meses, apesar de ouvir o choro de um dos meninos na madrugada, Caroline se sentiu tão cansada que não conseguiu levantar da cama. Naquela noite, o marido assumiu a tarefa integral e a dupla foi alimentada com mamadeira.</p><p></p><p></p><p>“Esse episódio foi como uma luz vermelha que se acendeu para mim: tinha atingido o meu limite físico”, relembra. Depois disso, Carol contratou uma pessoa para ajudá-la à noite com os gêmeos. Hoje, superada a fase das noites mal dormidas, ela arrisca um diagnóstico: “o difícil não é o trabalho em dobro, mas o descanso pela metade”.</p><p>A história de Carol mostra que uma mãe de gêmeos se adapta sim, mas não dá para subestimar o trabalho. A melhor receita, como ela mesma descobriu naquela madrugada, é respeitar-se como ser humano e reconhecer o cansaço e as próprias limitações.</p><p><strong>Distribuir tarefas e pedir ajuda<br></strong><br>A psicóloga Katia Cruz Valente, 35 anos, e o marido Filipe, 42, dividiram a surpresa e a apreensão com a notícia da gravidez de João e Luiz e até hoje continuam vivenciando dúvidas e sentimentos muito particulares.<br><br>Embora João e Luiz sejam gêmeos idênticos, cada um foi uma experiência diferente para a mãe. “Com meus filhos nada foi e nada ainda é tão igual assim, desde o primeiro dia”, revela Katia. E começou logo após o parto, quando o mais novo, João, precisou ficar internado por 11 dias, enquanto Luiz, o mais velho, ia para casa com o pai.<br><br>“É claro que desde o começo eu senti que a ligação da mãe com gêmeos é diferente, porque quando você está com um, falta o outro. O amor fica dividido”, reflete a psicóloga.<br>Mas, apesar de se sentir dividida e de saber que todo mundo imagina que gêmeos são ‘idênticos’ ou muito semelhantes em tudo, Katia acha que os meninos desenvolveram naturalmente temperamentos diferentes.</p><p>Hoje, a psicóloga acha que exagerou na dose. “Se eu voltasse atrás, teria sido menos centralizadora, teria delegado banho, mamadeira, troca de fralda. Mas não deixava nem minha mãe me ajudar com isso. Na época, sentia culpa de fazer por um filho e não pelo outro, um medo enorme de não ser justa na divisão dos cuidados”, relembra. Na prática, como não aceitava ajuda de ninguém, Katia pouco saía de casa, já que carregar dois bebês, montar e desmontar carrinhos de passeio é uma operação praticamente impossível de fazer sozinha.<br><br><strong>Leia mais:<br></strong><a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-04-26/10-respostas-sobre-sexo-na-gravidez.html" data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-04-26/10-respostas-sobre-sexo-na-gravidez.html">10 respostas sobre sexo na gravidez</a><br><a data-mce-href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-04-23/qual-presente-combina-com-a-sua-mae.html" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-04-23/qual-presente-combina-com-a-sua-mae.html">Teste: Qual presente combina com a sua mãe?</a></p><p>Katia atribui o mau juízo de dispensar qualquer tipo de ajuda principalmente à falta de sono e seu argumento, acreditem, é validado pelos profissionais da área de saúde: segundo a Société Marcé Francophone, da França, especializada no estudo das patologias psiquiátricas das gestantes e das mães de recém-nascidos, o período de até um ano após o nascimento do bebê é delicado para as mulheres em relação à padronização hormonal e isso pode favorecer quadros de estafa e até de depressão. No caso de mães de gêmeos, a instituição estende esse período até o segundo ano de vida.</p><p><strong>Tão iguais, tão diferentes<br></strong><br>O nascimento de um bebê é talvez a maior transformação que ocorre na relação de um casal e na vida pessoal de um homem e de uma mulher. O nascimento de dois bebês, ao mesmo tempo, potencializa essa situação, já que demanda maior dedicação e atenção de ambos. Pais e mães, no entanto, têm mecanismos diferentes para lidar com a mesma situação. <br><br>E quando são pais de gêmeos de sexos diferentes, será que essas diferenças ficam mais evidentes? Será que, na hora de dividir os cuidados dos bebês, o pai acaba mais apegado ao menino e a mãe à menina? Para o pediatra Marcos Ruiz esse tipo de preferência por gênero não tem qualquer fundamento clínico, embora “o senso comum ensine que homens têm menos resistência a cuidar de um bebê do sexo masculino, principalmente em relação à assepsia”.</p><p>Na casa de Luiza Visoni, agrônoma, 42, e de Claudio, 52, a chegada dos gêmeos Alex e Joana marcou um ponto para o senso comum. “Eu já saí da maternidade carregando a Joana e meu marido, o Alex”, relembra. Luiza acabou precisando complementar a amamentação de Alex no peito desde cedo, porque o menino tinha refluxo e não ganhava peso. Na prática, o que acabou acontecendo é que Joana mamava no peito e Alex no colo do pai. “Aí, por pura conveniência, eu trocava a fralda dela e meu marido punha o Alex para dormir.” <br><br>A distinção entre os bebês sempre se resumiu a esses cuidados práticos, pontua a agrônoma, mas o hábito estava criado: “chegou um momento em que o Alex só acalmava se ficasse ‘de um certo jeito’ no colo do pai e foi aí que fiquei na dúvida se não precisávamos ‘trocar’ um pouco de filho”, brinca Luiza. Nessa época, com os bebês perto dos três meses, ela quebrou os dois braços ao cair da escada e o casal decidiu contratar uma babá, pois “era impossível um pai cuidar de gêmeos sozinho”.</p><p>Alex e Joana vão fazer três anos e, hoje, são absolutamente diferentes, concordam pai e mãe. “O maior desafio de ser mãe ou pai de gêmeos é ajudá-los no processo de individuação e de conquista de autonomia. O fato dos meus bebês serem de sexos diferentes ajudou muito, claro, mas é preciso ficar sempre atento para garantir o espaço de cada um e não misturar tudo,” avalia Luiza. E quer saber o que é mais curioso? Alex é muito mais parecido com a mãe, no físico e no temperamento, enquanto Joana é o Claudio escrito. Há mais mistérios no mundo dos gêmeos do que sonha a nossa filosofia!</p><p><strong>Cinco conselhos rápidos para mães de gêmeos:</strong></p><p>- Até se acostumar com as feições dos bebês, mantenha a pulseira da maternidade;</p><p>- Não vista os bebês com roupas iguais porque na hora da mamada ou da troca de fraldas da madrugada, você, com sono, poderá se confundir;</p><p>- Coloque brincos no bebê do sexo feminino, essa é uma estratégia que vai ajudar na identificação de modo discreto;</p><p>- Faça uma tabela de horários de mamada e de troca para cada bebê – é um jeito de garantir que nem você nem ninguém pulará a vez de nenhum dos dois;</p><p>- Pense que identificar os bebês não deve fazer você se sentir mal ou culpada, ao contrário, essa é sua maior garantia de que ambos vão receber atenção igual, principalmente em relação às outras pessoas que vão ajudá-la com eles, como o pai, avós, babás ou enfermeiras.</p><p>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Wed, 1 May 2013 07:00:05 -0300</pubDate><guid>http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/2013-05-01/mae-de-gemeos-trabalho-e-diversao-em-dobro.html</guid></item></channel></rss> 