Uma conversa rápida com a jornalista e autora do livro "Elogio da Diferença" sobre mulheres, homens, filhos e envelhecimento

Rosiska Darcy de Oliveira é carioca, jornalista e escritora. Mulheres e cidadania são os temas que marcaram sua vida. Seus livros foram publicados na Europa e nos Estados Unidos e é dela um dos clássicos sobre reflexões de gênero: "Elogio da Diferença", publicado pela Brasiliense.

Em "Reengenharia do Tempo", seu ensaio de 2003, ela propõe um conceito novo de organização do tempo e faz uma crítica dura a um mercado de trabalho que abre as portas para mulheres e homens desde que eles abram mão de suas vidas privadas.

Rosiska propõe que homens e mulheres reorganizem seu tempo de vida privada
Divulgação
Rosiska propõe que homens e mulheres reorganizem seu tempo de vida privada
Rosiska falou com o iG sobre caminhos das mulheres daqui para frente. Acompanhe o bate-papo:

iG: O que falta para as mulheres?
Rosiska:
O reconhecimento da sua vida privada.

iG: O que mais pertence às mulheres e que elas não reclamam?
Rosiska:
O tempo.

iG: O que as mulheres precisam esquecer?
Rosiska:
O machismo.

iG: O que é fundamental ensinar para as crianças?
Rosiska:
Que as mulheres não são o contrário dos homens nem seu avesso. São mulheres.

iG: O que dizer para uma mulher que acabou de casar?
Rosiska:
Não esqueça de ser feliz – e essa felicidade depende de você.

iG: O que define uma bela mulher?
Rosiska:
É uma mulher feliz.

iG: Quem está envelhecendo bem?
Rosiska: Fernanda Montenegro. É a maior de todas. Inteligente, realizada, sem chavões. É uma grande artista.

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