Matheus, administrador de empresas: não é preciso ter ingerido nem uma gota de álcool para agir sem pensar nas consequências

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"Percebi que havia cometido um erro e estava me envolvendo em um rolo gigantesco"
“Havia acabado de começar um namoro, mas minha ex-namorada seguia me ligando insistentemente.

A proposta inicial era, simplesmente, uma conversa. Diante das minhas constantes negativas, as investidas sexuais passaram a dar o tom das ligações.

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Eu ainda tinha uma porção de sentimentos em relação a ela, o que, portanto, culminou na inconsequente visita que resolvi fazer em uma abafada noite de sexta-feira.

Em poucos minutos, já tínhamos esquecido toda prudência e estávamos nos atracando em pleno chão da cozinha do apartamento dela. Lembramos de coisas que gostávamos de fazer e chegamos até a planejar uma futura viagem ao Havaí.

Eu não sabia como lidar com aquilo. Em nenhum momento comentei que, na realidade, duas semanas após o término do nosso namoro, eu havia conhecido a minha nova namorada.

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No sábado pela manhã, minha cabeça estava um verdadeiro inferno. Percebi que havia cometido um erro e estava me envolvendo em um rolo gigantesco. Não havia bebido na noite anterior, mas minha cabeça girava como se tivesse tomado todas.

Quando voltei para casa, minha namorada sentiu um perfume diferente e já ficou bastante desconfiada. Para piorar, minha ex deixou uma mensagem na minha página do Facebook, comentando quão boa a noite anterior tinha sido. Não bastasse isso, resolveu me ligar no celular.

Minha namorada atendeu. O resultado foi previsível. Ainda consegui manter meu namoro a duras custas, mas a relação com minha ex não poderia ser pior”.

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