Porteiros, manicures, taxistas e outros contam o que as pessoas fazem de mais deselegante - e como isso atrapalha seu trabalho

Comer no táxi, pode? E pedir para a manicure mudar a cor do esmalte quando ela já está na metade do serviço? Chegar do supermercado com várias sacolas e pedir ao porteiro para ajudar a carregá-las, tem problema? Na correria do dia a dia, é comum descuidar da atenção a pequenos detalhes e cometer gafes com prestadores de serviço que tornam a rotina mais prática e funcional. Sem querer (ou querendo), muita gente acha que prestadores de serviços são seus empregados pessoais, e acabam cometendo deselegância e atrapalhando o trabalho deles.

“A grande sacada é tratar as pessoas como a gente quer ser tratado. Aí não vai dar problema nenhum. Amanhã mudam a coisas, e a gente não sabe as voltas que o mundo dá”, diz Janir Jurado, professora de etiqueta social do SENAC.

Segundo Janir, o prestador de serviço é treinado para “segurar a onda” mesmo em situações críticas. “Faz parte do trabalho dele. O prestador de serviço precisa ficar atento para entrar no clima e prevenir escândalos”, diz. A questão é saber quando as escorregadelas passam do limite e se tornam uma falta de respeito ou abuso. “Cabe ao cliente sempre ser educado e gentil. Encarar a pessoa como obrigada a fazer o que o ele quer não é nem problema de etiqueta, é de educação.”

O iG conversou com profissionais experientes de diversas carreiras que contaram as piores mancadas dos clientes e deram dicas para fugir dessas gafes.

Porteiros
Garçons
Entregadores
Manicures
Taxistas

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