“Como todo santo dia. Até tenho outros pequenos vícios, mas nada que se compare a comer chocolate”

É raro o dia em que Karen fica sem chocolate
Arquivo pessoal
É raro o dia em que Karen fica sem chocolate
O amor da estudante de mestrado Karen Polaz, 25 anos, por chocolate não tem medida. “Eu sou chocólatra de carteirinha”, garante. “Como todo santo dia. Até tenho outros pequenos vícios, mas nada que se compare chocolate”, diz a mestranda, que já chegou até a declamar entre amigos um poema ao brigadeiro e se tivesse que escolher, preferiria ser privada de uma noite de sono a ficar sem chocolate.

     Ao contrário do que se imagina, casa de chocólatra não tem chocolate por todos os lados. “É mentira. Nunca tem chocolate, porque senão a gente come. Ter chocolate em casa é como se tivesse uma visita... Ele precisa da sua atenção e você não sossega até que ele vai embora!”, brinca Karen. “Aliás, sempre que eu compro uma barra de chocolate amargo, daquelas grandes, eu como antes de chegar em casa”.

Ainda bem que Karen é consciente e não troca refeição por cacau. “Eu sou muito ligada em saúde, então procuro fazer as coisas certinhas para poder comer meu chocolate”, diz. Na época da Páscoa, é uma tortura para ela ir ao supermercado. “Eu tenho até que comprar ovo para presente no dia que eu for dar, porque senão como o presente e tenho que comprar outro depois”, se diverte.

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E não enjoa? “Não. Tem vez que eu enfio o pé na jaca e como uma quantidade absurda de chocolate - uma caixa inteira, uma lata de brigadeiro inteira, uma barra inteira. Na hora eu penso ‘não quero mais saber disso na vida’, mas depois de duas horas, quero comer de novo”. A fama de chocólatra já se espalhou a tal ponto que é o principal presente que Karen ganha de aniversário. “No meu niver de 16 anos, ganhei um chocolate em formato de pênis com leite condensado dentro”, lembra. Para não derreter, a inspetora deu um jeito de enrolar o chocolate numa sacola e colocou na geladeira dos professores. “Era um colégio católico, foi muito engraçado.”

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