Pesquisa britânica aponta que eles levam no máximo sete meses para dizer a frase, enquanto as mulheres demoram oito meses

Apressadinhos? Homens dizem
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Apressadinhos? Homens dizem
Quando o assunto é amor os clichês são incontáveis. Mas aquele que afirma que os homens têm mais dificuldade para dizer “eu te amo” já pode ser riscado da lista: segundo pesquisa conduzida pela revista britânica Stella Magazine juntamente à YouGov, companhia inglesa de pesquisas de mercado, a maioria deles leva sete meses para pronunciar a frase à nova parceira. Já no caso delas, oito meses é o tempo mínimo.

Ao contrário da visão popular de que as mulheres são mais sensíveis e emotivas que os homens, as informações encontradas não param por aí. Oliver James, psicólogo clínico e autor do estudo, revelou ao site de notícias norte-americano Examiner.com que os homens, além de estarem mais propensos a ser “dispensados”, se apaixonam mais frequentemente do que as mulheres.

Segundo James, isto acontece porque as mulheres amadurecem mais cedo do que eles – e se tornam mais duronas e realistas. “Então, quando um homem diz ‘eu te amo’, pode ser a sua maneira de lidar com muitas emoções complexas e difíceis que ele não entende realmente. Por outro lado, quando uma mulher diz ‘eu te amo’, a frase pode carregar um peso maior”, afirma, endossando a máxima “homens usam amor para conseguir sexo e mulheres usam sexo para conseguir amor”.

A pesquisa também descobriu que, ainda que seja considerado que os homens valorizem a imagem mais do que qualquer outra coisa quando buscam por uma namorada, 91% deles prefeririam que a mulher ideal possuísse senso de humor, para 85% que prefeririam uma aparência atrativa.

Por outro lado, o estudo também serviu para reforçar alguns estereótipos. Metade dos homens sai com alguém do sexo oposto para levá-la para a cama, enquanto apenas 1/5 das mulheres faz o mesmo. A maioria delas (4/5) sai para encontros com o sexo masculino para encontrar um relacionamento.

A pesquisa contou com a participação de aproximadamente duas mil pessoas de ambos os sexos, com vida sexual ativa no último ano, todas com diferentes experiências e idades variadas.

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