Um salgadinho feito com formigas crocantes. Veja a repercussão aqui na redação do iG

Frederico Ferreira, editor do iG, trouxe da Inglaterra um snack feito com formigas crocantes. Ele comprou em um mercado de rua, que vendia também pirulitos de escorpião. Na descrição dos ingredientes do produto, apenas formigas da espécie Atta Cephalotes, enormes e importadas da Colômbia, e sal. As reações foram as mais diversas: alguns poucos, bem corajosos, comeram na hora, sem a menor resistência. Outros, apenas cheiraram a latinha. E, claro, a maioria não quis nem chegar perto do salgadinho!

Snack de formigas. Crocantes e assustadoras
Reprodução
Snack de formigas. Crocantes e assustadoras

Veja abaixo as declarações de quem provou:

“O cheiro é horrível e as formigas têm exatamente o mesmo sabor que o cheiro. Caso você se arrependa de ter colocado o inseto na boca, é melhor cuspir sem olhar a língua. Por mais que eu não seja nem um pouco fresca em relação à comida, é muito nojento.”
Larissa Drumond, repórter de Gastronomia

"O aspecto é meio assustador, especialmente para alguém como eu que, em uma recente viagem de trabalho, conheceu o maior museu de insetos do mundo e viu diversas dessas expostas em caixas de vidro. A formiga assada é crocante, salgada e tem um gosto estranho de camarão seco com um leve toque de bacon. Uma dica: se for comer não cheire antes. O odor lembra pocilga."
Leoleli Camargo, editora de Saúde

“Não é algo intragável, mas não virou meu aperitivo favorito. É bem salgado, tem um gosto de algo que ficou guardado por muito tempo, mas não é tão desagradável quanto eu pensei que pudesse ser.”
Carolina Rocha, repórter de Educação

“A primeira sensação marcante é o cheiro: uma mistura de colchão sujo de uma “casa noturna” da Augusta com tons amadeirados. O gosto: o mesmo que o cheiro, mas com a consistência de uma pipoca. O tato: estranhamente escorregadia. Eu, como um intenso pesquisador da família Formicidae que fui quando criança, senti um toque de nostalgia, algo que lembrou os velhos tempos em que eu fazia desses insetos lutadores sanguinolentos em arenas construídas para fins maléficos. Veredicto: já comi os famigerados chapulins (gafanhotos) e posso afirmar que a experiência anterior foi centenas de anos-luz melhor que a última. O cheiro permanece no céu da minha boca.”
Caio Teixeira, editor de Games

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