A homenagem permanente é uma forma de demonstrar o amor

Kattya homenageou a mãe tatuando seu nome no braço
Léo Ramos
Kattya homenageou a mãe tatuando seu nome no braço
É comum ver mães apaixonadas tatuando o nome do filho no corpo. O amor incondicional e eterno garante que daquele desenho elas não vão se arrepender. Mas se o antigo clichê da tatuagem “amor só de mãe” ficou para trás, isso não significa que os filhos também não estejam eternizando homenagens às mães na própria pele.

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Esse é o caso da designer gráfica Kattya Torres, de 20 anos, que há dois resolveu escrever para sempre o nome da mãe no braço. “Ela não gostou quando eu comecei a me tatuar, não queria que eu fizesse mais tattoos. Então eu decidi marcar em mim o nome dela para ver se a agradava”, lembra.
A homenagem parece ter dado certo: Kattya fez outras tatuagens depois da que fez para prestigiar a mãe Rosângela. “Ela parou de implicar”, conta.

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Já Brenda Rachid, de 10 anos, ainda não tem idade para ter um desenho permanente na pele. A maneira de prestigiar a mãe foi escrevendo uma declaração para ela. Mas não foi com caneta e papel. Filha de tatuador, ela acabou aprendendo um pouco da arte.

Brenda usou a biqueira de trabalho do pai e escreveu, ela mesma, na pele de Márcia: “Mãe, eu te amo”. A mensagem eterna se juntou ao conjunto de nomes e bichinhos preferidos da filha que a mãe já havia tatuado em seu corpo.

“A Brenda é a razão da minha vida. Essas tatuagens são a maneira de mostrar para todo mundo que ela é a minha vida”, diz Márcia. Gilberto Rachid, pai de Brenda, conta que quase todos os dias atende clientes que tatuam parentes em seus corpos. “Escrevi muitos ‘mãe, eu te amo”, relata.



A homenagem do empresário Ratto para a mãe foi é um retrato dela nas costas, entre demônios e dragões. “Essa foi a tatuagem que ela mais gostou, uma demonstração do carinho que sinto por ela”.

Dono de uma empresa do ramo de tatuagens, ele afirma que já presenciou várias histórias parecidas, de homenagens a pais e filhos. “Uma vez, apareceu uma mãe desesperada, pedindo que tatuassem nela um coração em uma mão”, relata. “O coração era da própria filha, que estava com problemas cardíacos. Não sei se foi uma promessa”, acrescenta.

A analista de marketing Evani Barros Vicente tatuou no corpo o nome da filha em chinês. “Ela é a pessoa mais importante que tenho”, resume.

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