A astróloga Monica Horta conta em detalhes como será o mês para os sagitarianos

O céu cria um clima próprio para amores secretos ou que parecem inacessíveis

Para os filhos diletos de Júpiter, dezembro, que para todo mundo já é um mês festeiro, é ainda mais alegre. Além do Natal e do Ano Novo, sempre tem um aniversário para comemorar.

Como o céu de dezembro é muito parecido com o da revolução solar de todos os sagitarianos, ele não só fala do momento presente como dá boas informações sobre o ano que vai começar.

E eles estão começando o mês a mil por hora. O Sol, estimuladíssimo pela criatividade revolucionária de Urano, já está no décimo grau de signo, em oposição a Júpiter, o regente do signo, que está em Gêmeos, numa situação que a astrologia chama de exílio.

Com essa oposição, as qualidades do pai de todos os deuses, que são a confiança e a alegria de viver, ficam exageradas e se transformam num excesso de entusiasmo que pode ser perigoso.

É bom lembrar que o defeito costuma ser o exagero de uma qualidade. Sob essa influência, que é mais forte nos primeiros dias do mês, as expectativas ficam distorcidas e os sagitarianos podem fazer pouco de oportunidades que na realidade são muito boas.

Mas o entusiasmo sagitariano pode esconder a intensa movimentação no mundo emocional que está sendo promovida pelo grande triângulo dos signos de água.

Netuno no fundo do céu se harmoniza com a Lua, que está na casa das coisas que ainda não se manifestaram, e com Saturno, Vênus e Mercúrio, que estão na casa das coisas que a gente não vê, mas interferem na nossa vida.

Pode ser a casa do inconsciente, do acaso ou da providência divina, de acordo com o que cada um acredita.

Isso cria um clima próprio para amores secretos ou que parecem inacessíveis.

Para aproveitar bem o autoconhecimento que pode vir dessa configuração, é preciso um pouco de silêncio e recolhimento.

A questão emocional também está interferindo nas decisões que acompanham acontecimentos ligados à vida profissional. Com Plutão e Marte reunidos em Capricórnio, surge um desejo fortíssimo de ganhar mais e demonstrar competência no mundo material.

O problema é que a Lua do outro lado do céu pode trazer a impressão de que o crescimento nesta área depende da ajuda de uma outra pessoa, disposta a dar tudo e a não cobrar nada. Como uma mãe.

O clima começa a mudar no dia 11, primeiro com Mercúrio cruzando a linha do ascendente. Depois, no dia 13, com a Lua Nova se formando na primeira casa. E, por fim, no dia 17, com Vênus também entrando em Sagitário.

A partir daí, a autoconfiança adquire uma dimensão realista e os sagitarianos vão voltar a se mover com confiança, sem esperar pelos outros.

No dia 21, o Sol vai entrar em Capricórnio e baixar um pouco a bola da euforia jupiteriana.

No dia 26, Marte vai entrar em Aquário e trazer ideias e encontros capazes de apontar novos caminhos a serem trilhados.

No final do mês a Lua Cheia vai recolocar a questão: atuar por conta própria ou esperar pela colaboração de um parceiro? Com a intermediação de Netuno, vai dar para perceber que a solução está em não radicalizar e em procurar o caminho do meio.

- O tempo de sagitário: a configuração do céu em dezembro na coluna de Monica Horta

- Veja as previsões de dezembro para todos os signos


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