Não tem nada mais charmoso do que ter um local para guardar vinhos em casa, por isso, saiba como escolher o modelo ideal

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Uma adega pode ser complicada de montar, pois envolve uma série de fatores. No entanto, alguns cuidados básicos podem garantir qualidade, praticidade e beleza à sua adega.

Primeiros cuidados

O primeiro passo é proteger as garrafas da luz, pois a exposição direta a ela faz mal ao vinho, provocando sua maturação acelerada. O segundo passo é escolher um local fresco e seco para o armazenamento, já que a umidade pode provocar a formação de fungos em torno do chumbo que veda a rolha, estragando o vinho. Também é importante que a adega esteja sempre limpa, mas não utilize produtos de limpeza, apenas pano limpo e água.

Escolha o modelo

Divulgação/Tocave

Ela pode ser feita à maneira antiga, apenas criando um ambiente escuro com prateleiras, ou, se você preferir, existem adegas climatizadas, como as da Tocave (a da foto ao lado tem capacidade para 8 garrafas e custa R$ 499). É importante que a adega sempre reflita as preferências do dono.

Os locais ideais são embaixo de escadas ou dentro de armários, de preferência longe de locais onde a temperatura oscile (nada de banheiros ou cozinhas). Para quem mora em apartamento, a solução mais fácil é adquirir uma adega climatizada. São equipamentos únicos, com temperatura controlada, para guarda momentânea dos rótulos. Para quem mora em casa, é possível construir uma adega de cimento e madeira em algum espaço vazio com divisórias em losango, ou então utilizar armários longe de pontos de calor e frio.

As garrafas devem ficar deitadas em prateleiras de plásticos, madeira ou metal e etiquetadas mencionando: safra, nome do vinho, região e data de estocagem. A temperatura ideal é entre 13º e 17º C, já que muito frio provoca precipitações na garrafa e muito calor desperta a fermentação precipitando gás. A umidade deve estar entre 60 e 80%, pois muita umidade deteriora os rótulos, e pouca umidade resseca a rolha e causa evaporação e oxidação.

Divulgação

Ambiente decorado por Jacira Pinheiro
Divulgação














Escolhendo os vinhos

Siga essa regra: metade dos vinhos devem ser para consumo rápido (até 6 meses) e a outra metade para guardar. Compre o vinho novo, cujo preço é mais acessível, e espere que fique pronto para beber após um tempo de repouso na garrafa.

A vez dos acessórios

Também não se pode esquecer dos equipamentos essenciais. Sem saca-rolhas, decanter e copos, fica impossível apreciar um bom vinho.

Saca-Rolhas: O de alavanca é o melhor que existe, pois dá segurança à empunhadura e, geralmente, tem, em uma das extremidades, um pequeno canivete para a remoção do lacre da garrafa. O modelo T deve ser usado com cuidado de manuseio da garrafa, pois a mesma é levada para baixo e exige muita força para retirar a rolha.

Decanter: O processo de oxigenação do vinho é muito importante. Por isso, é legal ter em casa um decanter de cristal, que também colabora com a higienização do vinho, pois faz com que a borra natural que o vinho forma fique na garrafa.

Copos: Existe um copo para cada tipo de vinho, mas a regra básica determina que, para vinhos tintos, os copos devem ser bojudos e com boca larga, para favorecer a oxigenação. Já para vinhos brancos, o corpo do copo pode ser bojudo, mas sua boca deve ser estreita, a fim de preservar os aromas primários. Já para champagne e espumantes, a taça deve ser alta, para manter por mais tempo a presença do gás.


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