Saiba quando está na hora de trocar o seu colchão

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Escolha bem o colchão e fique atento ao prazo de validade
Uma bela noite de sono é suficiente para repor as energias e combater o cansaço e o stress do dia a dia. Mas nem sempre é possível dormir bem devido a desconfortos, torcicolos e dores musculares que podem aparecer, muitas vezes, por causa do colchão . Para evitar que isso ocorra é preciso escolher o colchão que lhe traga mais conforto e ficar atento ao prazo de validade.

Segundo Eduardo Carrieri, gerente comercial da Mannes, todo colchão, independente de tipo ou modelo, tem um tempo médio de vida, que gira em torno de quatro a cinco anos. “Isso se deve a dois fatores muito importantes: o vencimento das substâncias bactericidas e a fadiga da espuma.”

Durante o período de vida útil, os colchões vão perdendo as substâncias que o protegem contra ácaros e bactérias e começam a ficar vulneráveis a esses agentes, que aproveitam para se proliferar. “O suor diário, em contato com o colchão aquecido, torna o ambiente propício à produção desses causadores de doenças respiratórias e alérgicas”, diz Carrieri. Nesse estágio podem aparecer manchas e odores na superfície do colchão.

O outro fator que determina a troca é a fadiga da espuma. De acordo com o gerente comercial, ao comprar um colchão novo, os primeiros 90 dias serão de adaptação do peso do usuário ao formato do produto escolhido. “É nesse período que o corpo vai se acomodar, o que trará conforto e aconchego.”

Porém, com o tempo, essa sensação tende a diminuir, já que o colchão vai perdendo a mobilidade e a maciez, e começa a ficar deformado. “Dores na coluna e noites mal dormidas costumam aparecer nesse período”, explica Carrieri.

Serviço:

Mannes


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