Veja as dicas que reunimos para você reformular sua casa sem dores de cabeça

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Papel e caneta em mãos? Pronto, este é o primeiro passo para começar a reforma da sua casa. Faça uma lista detalhada do que é necessário mudar e que ambientes serão reformulados.

Coloque tudo no papel

"Comece a relacionar o que gostaria de ser feito, independente se é possível ou viável. Isso expõe tanto o sonho como as necessidades que levam a pensar numa reforma, ajudando nas decisões e estabelecimento de metas", explica o arquiteto Laércio Pavanelli. Para ele, a falta de metas gera atrasos e custos adicionais, além de atrapalhar os profissionais envolvidos na obra.

Descreva o que é necessário para cada ambiente da casa, incluindo também a área externa, a fachada, garagem e telhado. É importante relacionar ainda se haverá acréscimo ou decréscimo de área construída, gabarito de altura (se vai subir ou descer um andar), recuos laterais, de fundo e frontal, pois nestes casos é possível que tenha necessidade de alvará da prefeitura, orienta o arquiteto.

Outro ponto importante é verificar se será preciso desocupar o imóvel enquanto a obra estiver sendo feita, já que, em caso positivo, os custos com a locação de outra residência e com a mudança também deverão ser incluídos no orçamento da reforma.

Faça um orçamento

Contratar um arquiteto é fundamental para viabilizar a sua lista de necessidades. Ele será o responsável por fazer um estudo detalhado para criar o projeto da obra e também sempre vai sinalizar com orientações e ilustrações no desenvolvimento da obra e, minimizando as surpresas desagradáveis.

Ter uma relação de empatia e confiança com o arquiteto escolhido para a reforma também é importante, porque isso ajudará nas tomadas de decisão ao longo da obra.

Só com o projeto em mãos que será a hora de fazer o levantamento dos custos. "O orçamento deve considerar todos os detalhes e etapas, levando em conta também toda mão de obra e material, além de facilidades e dificuldades que terão para execução da obra", explica o arquiteto.

Mantenha o foco

Perder o foco do objetivo inicial descrito na lista de necessidades pode gerar desperdício de dinheiro e tempo. Os históricos das reformas indicam que em cada 10 obras, 8 mudam o percurso original, acarretando vários transtornos a todos, seja nos prazos e orçamentos estourados, afirma Pavanelli.

Uma reforma em si não é algo tão complicado, mas sim a forma de conduzi-la, seja por parte do cliente, dos profissionais ou dos dois. Atento a isso, qualquer um dando à devida atenção a uma reforma pode se sair bem e evitar gastos excessivos prazos controlados e paciência poupada, finaliza.


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