Entre os imoveis tinindo de novos e os cinquent?es, veja qual tipo de apartamento e mais indicado para cada comprador

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Comprar um apartamento novo, recem-inaugurado ou mesmo na planta, ou um imovel antigo, daqueles com estrutura e layout que n?o se faz mais hoje em dia? A duvida para decidir sobre isso vai longe ? e, para comecar, vale apanhar papel e caneta para elaborar uma listinha de pros e contras que ajude a tomar a dificil decis?o.

Antes de mais nada, e preciso que o comprador pense exatamente (e com detalhes) sobre aquilo que procura em termos de moradia. O quanto conforto e fundamental ou se e possivel abrir m?o disso, se localizac?o e importante, quanto tem disponivel para gastos com reformas etc., tudo entra na conta.

Velhos problemas

E sabido que imoveis mais velhos tem precos mais baixos e qualidade de construc?o muitas vezes superior, mas eles perdem na quest?o das mordomias e do gasto em conservac?o.

E verdade, tambem, que um apartamento antigo, por mais que tenha sido reformado, jamais sera como um novo. As construc?es foram evoluindo conforme a necessidade ao passar das decadas, e hoje, so para citar um exemplo de estrutura, os apartamentos novos possuem varias tomadas em cada parede e varios sistemas de internet e TV a cabo ja instalados, coisa que antigamente nem existia. S?o detalhes assim que devem pesar antes de fazer a opc?o por esse ou aquele imovel.

A reforma que os antigos quase sempre necessitam deve ser uma das primeiras ideias a ser levada em conta ? ate porque, isso pode arruinar um orcamento. Um apartamento novo que vale R$ 100 mil, por exemplo, se o proprietario investe R$ 20 mil em melhorias, ele consegue vende-lo por R$ 120 mil ou ate mais com facilidade. Em apartamentos mais velhos, isso nem sempre acontece. As melhorias de R$ 20 mil podem n?o surtir qualquer efeito na hora da revenda por serem meramente estruturais (e n?o aparecem aos olhos de um novo comprador).

Alem disso, o comprador deve observar a quest?o dos acessorios que vir?o com o novo lar. No passado, era muito incomum que os predios tivessem parquinho, piscina, quadras, churrasqueiras coletivas. Alguns sequer dispunham ? e ainda n?o disp?em ? de elevador ou de servicos de zelador ou porteiro. Se isso e importante para a familia, mudar-se para um predio mais novo e com esse tipo de servico e a melhor escolha. Casais sem filhos, solteiros ou que n?o d?o valor a isso e que podem se dar melhor em um estilo de vida das antigas.

Velhinhos mas com estilo

As vantagens dos apartamentos antigos ficam mesmo e da porta para dentro ? depois de uma boa reforma feita, claro. Os imoveis desse tipo que s?o bem conservados e ficam em regi?es charmosas costumam se tornar preciosidades disputadas a tapa nas imobiliarias.

Em bairros paulistanos como Pinheiros, Vila Madalena, Perdizes e Pompeia, todos na Zona Oeste, apartamentos situados em predios baixos, de dois ou tres andares, s?o altamente procurados, diz a corretora de imoveis Celia Vianna, especializada em apartamentos do tipo. O estilo de vida mais despojado, de quem n?o procura saunas ou garagens com manobristas, e que chama compradores, diz.

Observando tudo isso, ha quem enxergue ainda um otimo negocio. Segundo dados do Sindicato da Habitac?o de S?o Paulo (Secovi-SP), um apartamento novo na regi?o metropolitana chega a custar tres vezes mais do que um antigo. E como os antigos em bom estado s?o de grande procura por uma fatia do publico, comprar apartamentos em predios antigos, reforma-los, devolvendo a simpatia de antigamente, e depois revender ou alugar tornou-se rentavel.

O engenheiro Marco Antonio Mendes apostou nisso e se deu bem. Ha tres anos ele adquiriu um apartamento antigo de 120 m?, que havia sido de uma tia, por R$ 180 mil. Com a reforma, os dois quartos viraram tres e mais um escritorio. Ele permanece com os lindos detalhes de antigamente, como os tacos de madeira, mas ganhou uma renovada geral nos pisos frios, armarios, metais de banheiro. Mandei avaliar o apartamento recentemente e ja penso em vende-lo, pois o preco ja foi fixado em R$ 380 mil, comemora Mendes.



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