Nova lei autoriza que os inadimplentes tenham o nome incluido nas listas de protec?o ao credito

_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=delas%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1237508120854&_c_=MiGComponente_C

Um problema cronico do mercado imobiliario, a inadimplencia das taxas de condominio, recebeu um novo tratamento legal em S?o Paulo desde o dia 22 de julho.

A nova lei autoriza o protesto em cartorio das taxas em atraso, o mesmo valendo para aluguel. Na pratica, os inadimplentes podem ter o nome incluido nas listas de protec?o ao credito e ficar com o nome sujo.

Ate ent?o, era necessario entrar com ac?o no Judiciario, responsavel pelas ac?es de cobranca deste tipo de divida. Por estar repleto de processos, a justica demora ate um ano meio para dar uma soluc?o, o que beneficia os devedores.

O objetivo da medida, ha muito tempo pleiteada pelo setor imobiliario, e evitar que os moradores em dia com o pagamento tenham que pagar a parte dos que n?o cumprem suas obrigac?es mensais. De acordo com os dados do Secovi-SP (Sindicato da Habitac?o), a taxa de inadimplencia de condominios esta em torno de 15%, o que e considerado muito alto.

Em decorrencia da nova lei, havera mais agilidade nos processos de cobranca dos inadimplentes, o que ajudara a desafogar o Judiciario. Alem disso, todo o processo tende a ser agilizado porque o devedor n?o precisara mais pagar um advogado para quitar seu debito.

O Secovi orientou o mercado para que a nova lei n?o seja usada indiscriminadamente contra quem esta passando por dificuldade eventual. Aconselhou a tentativa de soluc?o amigavel como o melhor caminho. Segundo a entidade, o problema esta nos maus pagadores cronicos, que aproveitam a lentid?o da justica para fugir aos seus compromissos.

Pelas novas regras, se protestado em cartorio, o condomino sera notificado e tera 48 horas para quitar a divida. Apos esse periodo, tera o nome enviado, automaticamente, ao cadastro do SPC e da Serasa.


Leia mais sobre: inadimplencia

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.