Respondemos às dez principais dúvidas relacionadas à contratação de seguros residenciais

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Em busca de mais tranquilidade e comodidade, muitas pessoas procuram os seguros residenciais para os seus imóveis. Porém, diversos pontos ainda não são claros para quem procura este serviço. A técnica do PROCON-SP, Renata Reis, responde às 10 principais dúvidas sobre os seguros residenciais.

O que é um seguro residencial?

É um seguro contratado para proteger casas e apartamentos de alvenaria, habituais ou de veraneio. Normalmente o pacote básico de cobertura residencial inclui incêndio, queda de raios e explosão, mas existem coberturas mais completas que atendem também a roubo, furto, assistência 24 horas, entre outros serviços. 

Quais serviços adicionais estão nas coberturas completas?

As seguradoras oferecem serviços como chaveiro, segurança, eletricista, encanador, entre outros. Há casos em que as empresas também cobrem roubo e furto, mas esses serviços precisam estar contratados. O segurado tem que observar na apólice as modalidades contratadas e os valores, porque existem várias opções de limites de indenização por cobertura contratada.

Antes de assinar a proposta, o contratante precisar ler com atenção e pedir uma cópia da apólice onde constam todas as condições gerais do seguro. Dessa forma, será possível visualizar o que está contratado e o que a seguradora não paga. 

Existe algum bem que não é indenizável?

São indenizáveis apenas os bens contratados. Entretanto, é muito comum que as seguradoras não reembolsem pedras preciosas, papel moeda, bens de terceiros, objetos de arte, entre outros.

Quais instituições fazem os seguros residenciais?

Geralmente são as seguradoras e os grandes bancos que fazem o seguro de imóveis. Porém, a garantia sempre é feita por uma seguradora, mesmo que o seguro seja feito pelo banco.

Qualquer um pode fazer um seguro residencial? Mesmo se a casa for alugada?

Sim, não há impedimento legal.

O que devo fazer se minha casa sofrer algum sinistro, ou seja, uma ocorrência que venha a causar prejuízo, total ou parcial, aos bens segurados?

Imediatamente, deve-se verificar na apólice o que foi contratado e como contatar a seguradora. Além disso, lá estão especificados quais são os documentos necessários para que a seguradora reembolse os prejuízos.

Em quanto tempo, após o sinistro, será paga a indenização? Quais são suas formas de pagamento?

Depende de cada seguradora, pois não existe nenhuma especificação legal. É importante que o segurado verifique no contrato qual foi o tempo mencionado para o reembolso. A forma de pagamento também consta na apólice e pode ser feita através de cheque nominal, crédito em conta ou ordem de pagamento. 

Existe algum tipo de franquia para os seguros?

Sim, as franquias são uma parcela do prejuízo suportada pelo próprio segurado. Na verdade, o segurado paga parte do prejuízo (esse valor é fixado na apólice). Toda vez que tiver um sinistro, só há indenização quando o valor for superior ao da franquia.

Se minha residência sofrer um sinistro e for acionada a garantia que prevê pagamento de franquia, devo pagá-la antes de receber a indenização?

Sempre.

O prêmio, ou seja, a importância que o segurado paga à seguradora para ter direito à indenização em caso de sinistro, é o mesmo independente do imóvel?

Não, é variável. Cada seguradora calcula o risco levando em consideração o grau de risco. Por exemplo, se for um imóvel novo, a seguradora tem risco menor em comparação a um imóvel antigo, e então o prêmio será calculado. 

Posso alterar os limites que contratei?

Sim, pode-se formalizar qualquer eventual alteração fazendo um endosso na apólice. No entanto, isto vai mexer no risco do imóvel, que determina o valor do seguro, e no prêmio, podendo obrigar o segurado a pagar a mais. 

Para mais informações, o PROCON-SP disponibiliza em seu site uma cartilha sobre seguros residenciais. Acesse aqui o site da instituição.


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