Saiba quais são as vantagens e desvantagens de cada sistema e qual se encaixa melhor no seu bolso

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Atualmente, existem seis formas de adquirir a casa própria tão sonhada: através da compra à vista, financiamento bancário, consórcio, cooperativas habitacionais, título de capitalização e financiamento direto com a construtora. No entanto, os financiamentos e consórcios são os mais indicados e procurados por quem não consegue pagar o imóvel de uma única vez.

Por que optar pelo financiamento?

Nos financiamentos bancários, a vantagem é que o comprador pode adquirir tanto imóveis novos, quanto usados, com prazos de pagamento de até 30 anos, o que cria prestações com valores mais baixos. Além disso, o comprador poder habitar o imóvel imediatamente após a concessão do financiamento.

Porém, esse prazo estendido dado pelas instituições bancária também traz custos mais altos para o comprador. Por conta dos juros que ainda são elevados, os financiamentos bancários acabam encarecendo muito o custo final pago, principalmente quando o prazo de pagamento for elevado, o que pode significar um custo final de até 300% superior ao valor inicial da casa em um financiamento de 30 anos, alerta Miguel Ribeiro de Oliveira, economista da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Outros pontos negativos do financiamento bancário é que as instituições são rigorosas nos critérios para a concessão de crédito ao comprador e não financiam o valor total do imóvel, sendo necessário fazer uma poupança para pagar a parte não financiada.

Por que optar pelo consórcio?

Ao contrário do financiamento bancário, os consórcios cobrem integralmente o valor total do imóvel e não exigem o pagamento de uma entrada, além de não pedirem para que o consumidor comprove sua renda para conceder o crédito.

O consórcio também é regulado pelo Banco Central, que controla este sistema e dá mais segurança ao consorciado, lembra Oliveira. No entanto, é preciso ter paciência até conseguir habitar o imóvel. A desvantagem é que o comprador não pode habitar o imóvel imediatamente, correndo o risco de ter que esperar o tempo do plano para entrar na residência. Claro que, eventualmente, há a possibilidade deste consorciado se programar e dar um lance para ser sorteado logo, explica o economista.

Por ser uma compra programada e o valor pago mensalmente ser o mesmo durante todo o parcelamento, o consórcio é uma alternativa mais barata do que o financiamento, que depende das taxas de juros, voláteis a cada período. Mas, ao mesmo tempo, é preciso esperar para poder residir no imóvel, o que não acontece com o financiamento.

Portanto, cada uma dessas formas de aquisição do imóvel próprio é ideal para um tipo certo de consumidor, pois ambas podem ser interessantes dependendo de condições como o prazo para habitar a residência, juros, valor das parcelas, entre outros itens.


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