Não é só de bonequinhos que é feita essa mania; conheça outras ideias para incorporá-la à decoração da casa

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Você já deve até ter ouvido falar em toy art, mas sabe como surgiu a mania? Pois bem, toy art, deisgner toy ou urban vinyl são alguns dos nomes utilizados para classificar a nova geração de brinquedos feitos por artistas e designers. E ela não é feita somente de bonequinhos, pois mescla design, moda e urbanidade.

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São bonecos de vinil, plástico e outros materiais, com inspiração em caricatos desenhos japoneses, com pitadas de ironia e bom humor. O conceito nasceu no Japão, na metade dos anos 1990, e logo se espalhou pela Europa e pelos Estados Unidos, arrebanhando colecionadores. Hoje, é mania mundial em todas as áreas, da moda à decoração.

Esse brinquedinho de gente grande chegou à decoração em meados do ano passado, em forma de bonequinhos reais, como esses acima da Benedixt. Agora, eles estão em adesivos, papéis de parede, almofadas, lençóis, cobertores, e visitam os mais variados cômodos, do quarto ao banheiro.

Segundo Doris Sochaczewski, dona da loja Coisas da Doris, existem várias opções para quem quer aderir à mania. Toda vez que viajo para a Europa me surpreendo com a quantidade de influência toy art que há por lá, diz.
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Na Hits KidsnTeens, loja recém-inaugurada em São Paulo, o tema que serviu de inspiração para esse quarto infantil (ao lado)foi, claro, o toy art. Até mesmo as cores utilizadas para piso e paredes tiveram inspiração nas cores fortes dos bonequinhos.
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E que tal incrementar a sala com um adesivo como esses, da Artfix Store? Ideal para paredes brancas ou coloridas, eles ficam super divertidos e não são só pra quartos de crianças não. Não tem restrição de idade, repito. Só de humor e personalidade. Quem gosta mesmo tem que experimentar misturar vários bonequinhos a objetos com inspiração em toy art, diz Doris.

É lógico que não é pra encher o quarto de bonequinhos! brinca Doris. Segundo ela, o ideal é apostar nas peças com influências bem divertidas, mas somente, claro, se fizer o perfil da pessoa e do ambiente. Se não, imagina, não vai ter nada a ver, diz. Para ela, essa é a única restrição ao uso, porque no restante você pode abusar. Pode usar quantas cores quiser, formatos também, afinal, é essa a proposta, finaliza.


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