Italianos provam na Casa Cor que é possível trabalhar com materiais simples de forma sofisticada

Representantes do primeiro escritório italiano a participar da Casa Cor, Lilian Tedesco e Pier Paolo Cossu apostaram na emoção para criar a joalheria do evento. A começar pelo painel de madeira teça, produzido com sobras da indústria moveleira e fabricado por detentas de um presídio no Rio de Janeiro.

O piso recebeu resina epóxi com um toque de purpurina dourada na composição. E o lustre central foi desenvolvido com madrepérola por uma comunidade da favela de Paraisópolis, na capital paulista.

Tudo para provar que é possível trabalhar com materiais sustentáveis de forma requintada e diferenciada, mesmo quando o tema do projeto é ligado ao segmento de luxo.


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Os arquitetos italianos provam que é possível unir requinte e sustentabilidade
Tricia Vieira / Fotoarena
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