Adega subterrânea conserva características europeias e prioriza o uso de lâmpadas fluorescentes

Na casa de 800 m², na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, espaço nunca faltou. Mesmo assim, os proprietários não abriram mão de construir a adega no subsolo, seguindo à risca os costumes italianos na hora de conservar os vinhos.

“Eles queriam um espaço maior que um simples armário para poder receber os amigos e aproveitar o local”, explica a arquiteta Carla Michel, da Klenner&Michel arquitetura, responsável pelo projeto.

Com aproximadamente 12 m², a adega caseira possui balcão para apoio de bebidas, copos e petiscos e armários horizontais, em madeira peroba maciça, que guardam as garrafas e os tonéis de carvalho onde armazena vinhos artesanais trazidos do interior de São Paulo, lugar de nascimento do proprietário.



Totalmente isolado, sem luz e ventilação natural, o espaço conta com lâmpada fluorescente amarela, para não esquentar os vinhos. “Optei por uma iluminação mais aconchegante, sem incidir nas garrafas”, afirma.

Para manter a temperatura do ambiente sempre constante – condição fundamental para a preservação dos vinhos –, foi instaladou um aparelho de ar-condicionado especial.

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