Pisos de madeira e outros materiais serão doados para dois projetos sociais

selo

Após quase dois meses de mostra, a Casa Cor fecha as portas no dia 18 de julho. Mas, nos 56 mil m² que recebem o evento no Jockey Clube de São Paulo, as obras continuarão. Isso porque boa parte do material usado nos ambientes será doado a dois projetos beneficentes que darão novo uso ao que poderia virar resíduo ou mesmo lixo.

Pisos de madeira que revestiram a Casa Cor serão doados para o Projeto Felicidade
Divulgação
Pisos de madeira que revestiram a Casa Cor serão doados para o Projeto Felicidade
O projeto A Gente Transforma, comandado pelo arquiteto e designer Marcelo Rosenbaum, é uma das instituições que receberá doações. “Pretendemos arrecadar fios, madeiras, revestimentos, vidros, plantas, vasos, caminhos de jardim, entre outros objetos para transformar o bairro do Parque Santo Antônio, em São Paulo”, afirma Rosenbaum.

Entre os dias 19 e 25 de julho, a equipe de arquitetos, designers e outros profissionais do projeto, além de 35 universitários e pessoas do próprio bairro, uma das regiões mais carentes da Zona Sul paulistana, usarão os resíduos doados para criar equipamentos urbanos, como parquinhos, bancos, praças e números para as casas, entre outros.

Para o idealizador do projeto, a parceria com a Casa Cor logo na primeira edição do A Gente Transforma foi muito bem-vinda. “Fazer com que o maior evento de decoração e uma comunidade carente estejam em um mesmo projeto é uma grande realização pra mim”, afirma Marcelo Rosenbaum.


Piso contra o câncer

Outra iniciativa irá doar os pisos de madeira que revestiram alguns dos espaços da Casa Cor 2010 para o Projeto Felicidade, que cuida de crianças em tratamento contra o câncer. “Apoiamos o Projeto Felicidade há quatro anos, além de outros projetos, como a Casa dos Meninos e o Projeto Moleque”, explica Dimas Gonçalves, CEO da IndusParquet, empresa responsável pelas doações.

Ao todo, serão enviados 300 m² de pisos de madeira usados nos ambientes de Leonardo Junqueira, Denise Barreto, Clélia Regina Ângelo e Carlos Marsi. “Quando nós colocamos o piso na Casa Cor, fizemos de uma maneira mais simples para não danificá-lo. E, agora, vamos orientar as pessoas que receberão as doações sobre a correta aplicação”, diz Gonçalves.


    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.