Reconstruída após a guerra, a capital alemã é prova da saudável união do novo com o clássico

Portão de Brandemburgo, uma das construções mais clássicas de Berlim
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Portão de Brandemburgo, uma das construções mais clássicas de Berlim
A cidade de Berlim, na Alemanha, passou por uma verdadeira revolução arquitetônica depois da queda do muro de Berlim, em 1989. Para acabar de vez com as ruínas que ainda permaneciam (resultado da época de guerras e perseguições nazistas), diversos arquitetos famosos, como Zaha Hadid, Jean Nouvel e Renzo Piano, foram convidados ou participaram de concursos que deram novos ares à cidade.

 Com o passar do tempo, ela foi se modificando e ficou conhecida como uma das mais sofisticadas do mundo. “A cidade é uma prova de que o antigo e o novo podem conviver amigavelmente, sem apagar a história”, diz Frederico Flósculo, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (Unb).

Inclua no roteiro

Museu Judaico, projetado pelo arquiteto Daniel Libeskind
Divulgação
Museu Judaico, projetado pelo arquiteto Daniel Libeskind
Uma boa pedida de passeio para conhecer um pouco da história da cidade é o Museu Judaico, projetado pelo arquiteto Daniel Libeskind. A edificação é marcada por uma fachada assimétrica com pequenos rasgos na estrutura que possibilitam a entrada de luz. Tudo isso para o visitante ter a sensação que os judeus tiveram na época do holocausto.

Vale saber

Berlim também é uma cidade de compras. Um dos lugares mais famosos é a Galeria Lafayette, projetada pelo arquiteto francês Jean Nouvel, em 1996.

Além de contemplar todos os produtos que as lojas oferecem, uma boa pedida é não perder nenhum detalhe da fachada composta por vidros espelhados, estrutura de aço e uma grande claraboia no teto.

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