O que mudou na forma com que essas mulheres vêem o mundo através do próprio espelho

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Todo mundo tem um defeitinho, ou pensa que tem. Tem gente que aceita isso. Mas tem gente que realmente se frustra e decide mudar o que incomoda em seu rosto e fazer uma plástica.

Entrevistamos cinco mulheres que tiveram a coragem de mudar - e se orgulham disso!

Pálpebra
Eu decidi fazer plástica porque não conseguia mais ver a cor da sombra que eu passava no olho, conta Cláudia Abrahão, de 51 anos. Depois da decisão, hora de pesquisar profissionais. Ela se consultou com dois cirurgiões, mas não se identificou. Foi quando descobriu que seu oftalmologista tinha especialização em blefaroplastia (cirurgia plástica de pálpebras).

Fiquei satisfeitíssima com o resultado, mas nem completamente desinchada estou ainda, diz Cláudia. Para desinchar precisa de um mês inteiro, e a entrevista aconteceu 15 dias após a cirurgia. Ela conta que a recuperação foi ótima, apesar do inchaço e do arroxeado, que a fizeram pensar que nunca mais ia voltar ao normal, quando se olhou no espelho pela primeira vez. Recomendo a plástica, de verdade: seus olhos se abrem, seu rosto se ilumina, finaliza ela.

(Arquivo Pessoal)

Nariz e queixo
Gabriela Stoque Granzotto, 21 anos, fez rinoplastia e mentoplastia (plástica no nariz e no queixo ¿ onde colocou uma prótese). Ela diz que decidiu fazer a plástica porque estava descontente com aparência, o que afetava inclusive sua auto-estima.

Entre o momento em que comecei a pensar na possibilidade de me operar e a cirurgia em si, passou menos de um ano. E fiquei muito satisfeita. Os três primeiros dias pós-cirúrgicos são os mais chatos, por causa do inchaço, mas no geral é tranqüilo, diz Gabriela, que recomenda a cirurgia, porém com uma ressalva: Acho que antes da mulher tomar uma decisão dessa, ela tem que pensar muito e ter absoluta certeza de que é isso o que quer, de que isso será uma coisa benéfica em sua vida, porque tudo tem conseqüências.
(Arquivo Pessoal)

Nariz
Nunca gostei do meu nariz. Era grande, feio, completamente desproporcional em relação ao meu rosto, diz Rafaela Piropo Cunha, de 26 anos. Eu tinha vergonha de ficar de perfil, imagine. Quando percebia que alguém me olhava, tinha certeza de que era pro nariz.

Rafaela conta que sempre quis fazer a rinoplastia, mas um dia se decidiu: ligou para o consultório e se informou sobre todos os exames pré-operatórios necessários. Marcou a consulta para uma quarta-feira e já levou tudo ¿ e ainda pediu que ele a operasse na manhã do dia seguinte. Eu tinha tanto medo de que a cirurgia não acontecesse que fiz questão de fazer tudo muito rápido, explica Rafaela. Foi a melhor coisa que fiz, e recomendo pra todo mundo. Uma boa plástica é capaz de melhorar a auto-estima de qualquer pessoa.

A recuperação foi tranqüila, sem dor, só algum incômodo: os hematomas nos olhos e a respiração pela boca, principalmente à noite. Quando se viu logo após a cirurgia, se achou outra pessoa. Ficou muito feliz, apesar de ter sentido um pouco de medo de não desinchar.  Mas meu médico me acalmou e me disse que o resultado final mesmo só seria visto depois de um ano.
(Arquivo Pessoal)

Júlia Gonçalves dos Santos, de 18 anos, também fez rinoplastia. Meu nariz, em relação aos meus traços, era muito grande, justifica. Quando eu tinha 14 anos, meu nariz cresceu rapidamente, e foi aí que eu vi que realmente ia precisar fazer a cirurgia. Fiquei bem satisfeita com o resultado ¿ ninguém percebe que é plástica.

Júlia, assim como Rafaela, também reclama da recuperação. Foi um pouco sofrida ¿ fiquei três dias com tampão, não comia porque não conseguia respirar pelo nariz e portanto não sentia gosto nenhum. Além disso, meu rosto inchou muito. Sem querer assustar ninguém mas, na primeira vez em que me olhei no espelho, eu desmaiei ¿ literalmente.

Apesar do susto, ela recomenda a rinoplastia para outras mulheres, e justifica: Se para mim foi uma das melhores coisas que já fiz na vida, para outras mulheres também pode ser. Ficar mais bonito satisfaz qualquer ser humano.
(Arquivo Pessoal)

Orelhas
Nunca prendia o cabelo ¿ eu me sentia diferente das outras pessoas. Essa foi a razão principal pela qual Joice Reis Lula Lublanski, de 25 anos, decidiu fazer a otoplastia e corrigir suas orelhas de abano. Desde os 15 ela tinha vontade de operar, mas sentia medo. Só depois de conhecer pessoas que passaram pelo procedimento e se deram bem é que resolveu ¿ sua cirurgia foi no fim de abril deste ano. Tudo é muito recente, mas estou cada dia mais feliz, diz Joice.

Ela conta que a recuperação tem sido tranqüila e rápida, e diz: Certamente recomendaria a operação a quem me perguntasse. Uma mudança estética não resolve a vida de ninguém, mas faz muito ¿ muito mesmo ¿ bem pra auto-estima.
(Arquivo Pessoal)


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