Tecnologia que bloqueia o crescimento dos pelos indesejáveis com segurança e sem dor promete os mesmos resultados obtidos nos consultórios de dermatologia e estética

Lumea: tecnologia bloqueia o crescimento dos pelos indesejáveis com segurança e sem dor
Divulgação / Philips
Lumea: tecnologia bloqueia o crescimento dos pelos indesejáveis com segurança e sem dor

Depilação definitiva é o sonho de consumo da maioria esmagadora das mulheres. As tecnologias de foto depilação disponíveis por aqui ainda são caras, mas o barateamento das máquinas está movimentando um mercado bastante lucrativo. De olho nele, a gigante Philips trouxe ao Brasil seu primeiro aparelho portátil de depilação com luz pulsada para usar em casa e no corpo todo, inclusive no rosto.

A maquininha, batizada de Lumea, é o resultado de mais de 10 anos de pesquisas e testes clínicos com mais de duas mil mulheres. O tratamento consiste na aplicação de flashes de luz na raiz, bloqueando o crescimento de novos pelos. Para evitar disparos acidentais nos olhos ou em outras áreas extremamente sensíveis, um sistema de bloqueio só permite o disparo do flash quando o produto está em contato completo com a pele da área a ser depilada.

“A depilação com luz pulsada é uma alternativa inovadora e segura para a remoção dos pelos. O processo se caracteriza pela emissão de vários flashes de ondas de calor suficientes para o enfraquecimento e queda do pelo. O método é ideal para quem deseja uma depilação duradoura e indolor, tem alergia a cera e lâminas, ou tendência a ter pelos encravados”, explica a dermatologista Adriana Vilarinho.

Apesar da praticidade, a novidade animadora para quem detesta o interminável ciclo de depilar, esperar crescer e voltar a depilar tem as mesmas limitações das máquinas dos consultórios: não pode ser usada em peles negras e não funciona em pelos brancos, louros, grisalhos e ruivos. E mais: chegou por aqui com um preço final salgado – algo em torno de 3 mil reais. A gerente de marketing da área de beleza da Philips, Gabriela Mello Haas, argumenta que a versão mais moderna do aparelho (esta deve estar nas lojas até o fim do ano) tem uma lâmpada extra de longa duração com capacidade equivalente a 200 tratamentos corporais.

“Fazendo o cálculo, dá uma média de 15 reais por tratamento, bem menos do que se gasta para depilar com cera no salão”, diz ela.

Com planos de investir cada vez mais no mercado de home devices (nome em inglês para os aparelhos eletroeletrônicos de uso doméstico) a Philips não pretende parar nos foto depiladores e deve trazer para o País tratamentos de dermoabrasão e limpeza profunda da pele para uso em casa.

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