Saiba quando elas são inocentes e quando é preciso se preocupar

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O melanoma é o câncer de pele mais agressivo, entre os tipos existentes que atingem essa parte do corpo. E sabe quem pode denunciar seu surgimento? Aquela pinta que você considera inocente. A dermatologista Fabiana Pietro, professora da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, explica quando é necessário tomar cuidado.

Tudo aquilo que for pigmentado, escuro, pode ser um tipo de tumor, alerta a médica. Aquela pinta que for de nascença pode até ser normal, a menos que apresente alguma alteração com o tempo. O mais comum de acontecer é a pinta mudar de cor, crescer, sangrar ou coçar... Caso haja qualquer alteração na estrutura da pinta, procure um médico.

Segundo a Fabiana, as pintas sofrem mudanças se expostas ao sol ou por causa do atrito com a roupa. Às vezes, a mulher tem uma pinta exatamente no local onde passa a alça do sutiã. E o atrito sobre a pinta pode alterá-la e, nesse caso, é arriscado o desenvolvimento de um tumor.

Agora, se você tem pele do tipo cheia de pintas, o mais seguro é fazer um acompanhamento, pois, nesses casos, é mais difícil notar alguma alteração. E, além dessas, claro, as que aparecem ao longo da vida também devem ser investigadas.

Como prevenir
A maneira de evitar já não é novidade. Tem que usar filtro solar. E não é qualquer protetor, não. A radiação ultravioleta UVB é a que avermelha a pele. Quando você compra um protetor com FPS 30 esse número está ligado à proteção dessa radiação. Porém, a mais perigosa, que causa câncer e envelhece a pele, é a UVA.

Para comprar o filtro certo, não basta que esteja escrito que ele tem proteção UVA e UVB. Fabiana ensina a escolher o correto. Na composição, é preciso estar descrito que o produto tem proteção PPD. Aí, sim, ele tem capacidade de filtrar os raios UVA.  Mas lembre-se: mesmo com filtro, ficar muito tempo exposto ao sol pode ser perigoso.

A dermatologista faz outro alerta: quem tem a pele mais clara corre mais riscos. Essas pessoas têm menos melanina, que é um filtro solar natural. Portanto, quanto menos proteção você tem, mais exposto está.

Os riscos
Por ser um tipo de câncer agressivo, o melanoma pode levar o paciente à morte, se as providências adequadas não forem tomadas. Caso não haja tratamento, pode matar em 6 meses, diz a dermatologista. Assim como qualquer outro tipo de câncer, ele pode se espalhar e atingir outros órgãos do corpo.

Caso seja diagnosticada a doença, a primeira coisa a se fazer uma cirurgia para retirar o tumor o mais rápido possível. Depois, fazer uma análise para saber se espalhou. Caso haja suspeita que o problema foi além, o paciente é encaminhado para um oncologista, que vai decidir qual tratamento será feito, como a quimioterapia, por exemplo, encerra a médica.

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