A escleroterapia com espuma pode ser uma saída para se livrar daqueles vasinhos que atormentam a maioria mulheres

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Vinculada à hereditariedade, gravidez, obesidade e ao envelhecimento, o surgimento das varizes é uma preocupação muito comum no universo feminino. Mas atualmente já não é mais tão difícil acabar com o aparecimento de vasinhos nos membros inferiores; a escleroterapia ¿ método baseado na injeção de medicamento nas veias doentes com o objetivo de destruí-la e depois a tornando imperceptível através de uma espuma pode ser a solução que você procurava.

Método novo no Brasil e já largamente utilizado na Europa e nos Estados Unidos, é um tratamento que promete ser tão eficaz quando a retirada das veias por cirurgia, além de poder ser utilizado para todos os tipos de varizes: desde aquelas que deterioram a estética até aquelas de grosso calibre. No entanto, segundo o Dr. Eduardo Toledo Aguiar, diretor clínico da Spaço Vascular e membro da SBACB ¿ Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, nos casos de varizes secundárias, quando o paciente foi vítima de Venosa Trombose Profunda (TVP), o tratamento deve ser empregado como coadjuvante.

Uma das principais vantagens da técnica com espuma é a possibilidade de retornar à normalidade de seu dia a dia imediatamente após o tratamento, com apenas o acompanhamento de uma meia elástica, sem a necessidade de repouso. Porém, há algumas contra-indicações. O Polidocanol, medicamento utilizado na composição da espuma, pode provocar alergia embora seja algo raro. Segundo o Dr. Toledo Aguiar, este tratamento foi empregado em aproximadamente 2.000 doentes e houve apenas quatro casos de alergia, que consistiam em manifestações da pele, apenas. No entanto, se uma paciente estiver grávida, não está determinado se o polidocanol pode provocar lesões no feto, portanto não é indicado.

Já no caso de mulheres em período de amamentação, não há problemas contanto que deixem de amamentar por 24 horas após a injeção da espuma. Por outro lado, pessoas com diabetes ou hipertensas podem realizar o procedimento sem nenhum problema. O processo, que consiste na inflamação das paredes internas da veia comprometida para seu desaparecimento, deixará a pele sobre o local tratado inchada e sensível ao toque por aproximadamente um mês. Após este tempo, a pele ficará escurecida e, dependendo de cada organismo, pode permanecer assim até um ano. Geralmente, o período varia de 1 a 3 meses. Neste momento, é só comemorar!

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