Chocolate emagrece, não dá espinhas e ainda por cima é afrodisíaco? Descubras os mitos que cercam essa delícia

_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=delas%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1237508660335&_c_=MiGComponente_C

Durante a Páscoa, o consumo de chocolate e produtos a base desse ingrediente aumenta radicalmente. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Cacau, Chocolates, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) cada brasileiro chega a consumir 2,12 kg de chocolate por ano, enquanto durante a semana que antecede a Páscoa que essa quantia costuma dobrar a comilança.

Para acabar com o peso na consciência e desfazer os mitos "maléficos" que cercam o chocolate, muitas novas histórias surgem por aí: chocolate emagrece, não dá espinhas e ainda é afrodisíaco . Mas será que isso tudo é verdade ou são apenas desculpas para podermos nos fartar?

A equipe de Beleza do iG resolveu ir atrás desses rumores para descobrir o que é confiável e o que não passa de mito. Assim, você poder curtir a Páscoa sem gastar os neurônios calculando as calorias.

Engorda ou emagrece?
Por ser um alimento altamente calórico, uma média de 500 calorias em 100 gramas, o medo de que se ganhe alguns quilinhos durante a Páscoa é recorrente, porém segundo a nutricionista Teresina Mendes, se consumido moderadamente, o chocolate é uma fonte importante de nutrientes, vitaminas e sais minerais.

Melhor que isso, é saber que dependendo da concentração de cacau no chocolate, ele pode ser um aliado à dieta. Segundo uma publicação da revista científica International Journal of Obesity, cientistas dinamarqueses, da Universidade Real de Copenhague, concluíram que o tipo amargo (chocolate com maior concentração de cacau) tem o poder de aumentar a sensação de saciedade. Uma gostosa para a dieta, não?

Acne
Um estudo realizado pela Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia demonstrou que o consumo de chocolate não está ligado ao surgimento de espinhas, o que na verdade a determina são fatores genéticos ou desequilíbrios hormonais, que ocorrem na puberdade, gravidez ou na menopausa.

Afrodisíaco
O chocolate, assim como o café e o chá, possui uma capacidade para interagir com a química cerebral. Nesse caso, por conter substâncias derivadas da serotonina responsável pela sensação de bem-estar e prazer, ele estimula a produção de feniletilamina, que pode ser encontrada no cérebro e desencadeada por eventos simples, como uma troca de olhares ou um aperto de mãos. Por esse motivo é chamada de substância do amor. É daí que vem a capacidade afrodisíaca da guloseima.

Antioxidante
O tipo de chocolate amargo é o que apresenta maior quantidade de cacau que é rico em flavonóides, substâncias de ação antioxidante. É dessa forma que o doce ajuda a combater os radicais livres e retarda o envelhecimento. O antioxidante também impede o depósito de gordura na parede das artérias, reduzindo a taxa de colesterol no sangue no sangue. Além disso, ele apresenta o elemento químico fenólico, que ajuda a diminuir o risco de doenças cardíacas, explica a nutricionista.

Para Cristiane Kovacs, nutricionista da Seção de Nutrição do Instituto Dante Pazzenese, o chocolate não deve ser consumido mais do que duas vezes na semana, ainda sim, em pequenas doses. Apesar dos benefícios, o ideal é dividir com os amigos e familiares os ovos de chocolate. Nada de guardar e comer tudo sozinho, alerta.

Leia mais sobre: chocolate

    Leia tudo sobre: dieta
    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.