O pop cirurgião plástico analisa a beleza da brasileira e fala sobre silicone nos seios, plástica íntima e o bumbum perfeito

Quem curtiu o carnaval pela televisão fatalmente deu uma paradinha na Rede TV! para conferir o cirurgião plástico Robert Rey nos bastidores da folia. Irreverente e um tanto eufórico com a beleza das moças seminuas, Dr. Rey emplacou entre os nomes mais comentados no Twitter nos dias de desfiles das escolas de samba. Ao Delas , o médico que faz sucesso também no exterior com programas de televisão diz o que achou do bumbum das brasileiras, explica detalhes sobre a cirurgia íntima e afirma que o império dos peitões está acabando.

Aprova ou não aprova? Robert Rey carimbou corpos femininos durante o carnaval 2012
Divulgação/ RedeTV
Aprova ou não aprova? Robert Rey carimbou corpos femininos durante o carnaval 2012

iG: Durante o carnaval, você avaliou os corpos das foliãs para um programa de televisão. A brasileira está com tudo em cima mesmo?
Dr. Rey: As brasileiras são mulheres lindas. Além do Brasil ser visto como o país mais legal do mundo [segundo uma pesquisa feita pela CNN], também virou referência em padrão de beleza. Hoje em dia todo mundo quer ter esse corpo, todas querem ter o bumbum da brasileira, que é arrebitado e bonito.

iG: O bumbum da brasileira é inigualável?
Dr. Rey: Tenho programas de televisão na Alemanha, na África do Sul, nos Estados Unidos, em Israel e em outros países. Vejo muitas mulheres bonitas por todo o mundo. As alemãs, por exemplo, são lindas, mas têm zero bumbum. As americanas e as holandesas, a mesma coisa. A cirurgia é o que elas chamam de “levantamento de bumbum". Gostam do arrebitado.

iG: O silicone nos seios foi um item quase obrigatório na avenida. O “peitão” ainda é bastante desejado no Brasil, mas lá fora a coisa está mudando, certo?
Dr. Rey: A época dos seios grandes está acabando. Aliás, que bom. Antigamente eu colocava cinco pares de 500 ml por dia, e agora deve fazer uns três anos que não implanto uma prótese enorme. Seio tamanho 38/40 é o estilo da moda hoje em dia. Aquele peso todo [do silicone] causa artrite nas costas e muitas estrias na pele, o seio acaba caindo rapidamente. Agora as mulheres querem seguir mais a linha Jennifer Aniston.

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Dois momentos: os seios fatos de Pamela Anderson e a naturalidade de Jennifer Aniston
Getty Images
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iG: Agora vamos falar de cirurgia íntima. Você sempre cita esse tipo de plástica como uma das mais procuradas pelas americanas e europeias.
Dr. Rey: A cirurgia íntima era comum entre mulheres mamães que tiveram a vagina alterada após o parto. Mas hoje a coisa mudou, a moça que nunca teve filho é quem mais procura por esse procedimento – saem com muitos caras e querem parecer bem. Podemos fazer preenchimento, encurtar o lábio vaginal muito crescido e incômodo e até clarear a região.

iG: Clarear a região?
Dr. Rey: Nenhuma mulher gosta de ficar com a vagina escurecida. Os lábios começam a raspar contra o jeans e escurece. Não uso o laser, metade do procedimento é cirúrgico e a outra metade é químico.

iG: Por que esse tipo de cirurgia não é tão comentada no Brasil?
Dr. Rey: Até é feita no Brasil, mas não é muito discutida, exposta. Pensei que vocês fossem como os americanos, mais “louquinhos”. Mas a realidade é outra. O Brasil é um país católico e ainda muito conservador.

iG: Além da finalidade estética, a cirurgia íntima corrige problemas mais graves?
Dr. Rey: Em alguns casos, a pele do clitóris é tanta que a mulher pode não ter orgasmo. Faço a correção, fecho e deixo tudo bonitinho. Até um vento pode fazê-la ter orgasmos depois disso. [ Leia mais sobre plástica íntima ]

Poucas e boas do Dr. Rey durante os bastidores do carnaval 2012, transmitido pela Rede TV!:

Sobre o traseiro irretocável:
“O bumbum perfeito é um coração de ponta-cabeça”

Detalhe que faz diferença:
“Os bumbuns mais bonitos do mundo têm covinhas”

Sobre suas partes íntimas:
“Tanto bumbum assim pode acordar o Mr. Happy”

Desmascarando turbinadas que não assumem:
“Faz o teste da ‘chacoalhação’. Se chacoalhar é natural.

Ao presenciar um striptease parcial:
“Oh my God, Oh my God”

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