Exercícios aeróbicos evitam que esta substância cause problemas à saúde

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Quem nunca teve medo de colesterol, que atire a primeira pedra. Para que ele nunca nos dê problema, é necessário deixar seus níveis no sangue bem equilibrados entre as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e as de alta densidade (HDL), os designados transportadores da substância necessária que pode trazer malefícios à saúde.

Em vista de que uma boa alimentação é sempre necessária para manter o colesterol em bom estado, a atividade física também colabora ¿ e muito ¿ para reduzir o risco de infartos, muitas vezes causados pelo excesso do LDL. Ele, denominado como colesterol ruim, se deposita na parede das artérias ao longo dos anos, restringindo o fluxo sanguíneo.

Com a prática de exercícios, os riscos diminuem. Segundo o Dr. Carlos Alberto Werutsky, nutrólogo e diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), as atividades físicas estimulam a ação da LPL, a lípase lipoprotéica, uma enzima que auxilia na queima do LDL. Para isso, a atividade que proporciona maior estímulo à limpeza do fluxo sanguíneo é a aeróbica, quando realizada em sessões de 40 minutos ininterruptos, entre quatro e cinco vezes por semana.

Mas ainda assim, é preciso estar atento. Quem nunca foi de praticar exercícios deve iniciar o processo mais lentamente, enquanto quem já se exercita há algum tempo terá um aumento menor no nível de HDL e uma redução menor no nível de LDL, isso em comparação ao primeiro grupo. Agora, se o desequilíbrio do colesterol é originado de fatores genéticos, o Dr. Werutsky alerta que um especialista deve ser buscado, já que dietas ou exercícios não adiantarão.

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