É isso mesmo: Rosana Welte, de 35 anos, reduziu seu peso à metade apenas com dieta e exercícios físicos

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Acordo Ortográfico

A carioca saltou dos 120 kg para os 60 kg sozinha, sem cirurgia, remédios ou ajuda médica. Seu único artifício: força de vontade. Ela, que já vestiu manequim 52, deixou todo mundo de queixo caído quando exibiu seu corpo novo, 18 meses depois do início de seu regime.

No primeiro ano, eu fiz só dieta. Perdia, em média, 3 kg por mês . Comia muitas frutas, saladas e grelhados. Cortei doces, frituras e reduzi os carboidratos, conta Rosana que também substituiu os alimentos regulares pelos light, diet e integrais. Depois de um ano fazendo isso, a balança estacionou. Não emagrecia e nem engordava. Foi aí que li em uma revista sobre os benefícios dos exercícios físicos e resolvi tentar.

Rosana não era muito fã de academia, mas, adorava pedalar. Comprei uma bicicleta ergométrica e, assim, podia me exercitar em casa mesmo, explica ela que, com isso, voltou a perder peso. Nessa fase, eu estava eliminando 6 kg por mês. Pudera: Rosana fazia 3 horas de bicicleta todos os dias. Na primeira hora de manhã, outra à tarde e mais uma à noite. Sempre assistindo televisão, lendo livros ou revistas. Assim, eu nem via a hora passar, diz ela, que começou fazendo o exercício apenas por 20 minutos.

Antes de seguir esse esquema, Rosana procurou um endocrinologista que lhe passou remédios para emagrecer, dieta e caminhadas. Nessa época, eu pesava 100 kg. E perdi, no primeiro mês, 4,5 kg. Mas, a meta era eliminar 6 kg, porém, como eu não tinha seguido os exercícios que ele recomendou, não consegui. E ele me deu uma enorme bronca, lembra. Fiquei muito chateada e não voltei mais lá. E passei a comer mais ainda: foi quando cheguei ao meu peso máximo, os 120 kg.

Valeu!
Mesmo tendo perdido tanto peso e não ter passado por plástica nenhuma, ela não ficou flácida. Eu comia muita gelatina e usava muitos cremes para firmar a pele. E deu muito resultado. Tem gente que acha que eu fiz cirurgia, mas, não fiz, diz Rosana que confessa ter muito medo de operações.

Rosana diz ¿ sem pestanejar ¿ que, se fosse necessário, faria tudo de novo . Hoje, meu marido morre de ciúmes de mim. Antes, eu podia sair sozinha numa boa. Agora, é uma luta!, assume orgulhosa. Ele foi a pessoa que mais me apoiou nessa fase: comprava tudo o que eu precisava e sempre tinha uma palavra de incentivo.

A moça recorda de um passeio no shopping que fez com o marido, antes de emagrecer: Meu marido pediu para eu entrar e perguntar quanto custava uma roupa. Eu disse a ele que não teria meu número, mas, mesmo assim, ele mesmo entrou e perguntou. A vendedora me olhou e disse: aqui não temos tamanhos grandes . Saí chorando da loja.

Depois de emagrecer, passando em frente à mesma loja, notou que a vendedora ainda era a mesma. Pensei em entrar lá e falar com ela. Mas, aprendi que não se deve pagar o mal fazendo o mal. Então, só entrei e pedi para experimentar uma roupa . Quando pedi de um tamanho grande, pois ainda não tinha noção do meu novo manequim, ela logo me interrompeu dizendo: imagine! Para você, o tamanho é o pequeno. Na mesma hora eu fiquei radiante e esqueci de vez daquele episódio anterior, vibra Rosana.

Agora, vida nova. Eu era muito tímida. Vivia quieta. Mal sorria. Hoje, sou falante, alegre e me imponho, relata Rosana, falando de sua extinta submissão. Eu aceitava tudo o que diziam. Hoje, só faço o que eu tenho vontade. Aprendi a dizer não para as pessoas, coisa que eu nunca fazia, pois tinha que ser a gordinha legal sempre, conta. Sou muito feliz. E dar essa entrevista lavou a minha alma, desabafa.

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