Curiosidades, acessórios preferidos e as fantasias mais vendidas em sex shops

De uma lingerie mais sensual até o uso de um chicotinho, há várias formas de explorar os desejos mais íntimos e fetiches na cama. Pesquisas e dados ajudam a desvendar o imaginário – e a prática – das fantasias sexuais pelo mundo. Confira algumas curiosidades sobre o assunto:

Algemas e fantasias de enfermeira estão entre os itens preferidos pelos brasileiros
Getty Images
Algemas e fantasias de enfermeira estão entre os itens preferidos pelos brasileiros
De mãos atadas
As algemas são as campeãs de vendas entre os acessórios de fetiches no Brasil, seguidas de chicotes e fantasias. A categoria, aliás, representa 6% dos produtos eróticos comercializados no Brasil, segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme).

É só amizade?
Durante o sexo, 37,7% das pessoas fantasiam com... Um amigo! É o que aponta uma pesquisa da empresa de produtos eróticos Adam & Eve.

Brincando de médico
Na hora de escolher um personagem para apimentar o sexo, as fantasias de profissionais de saúde, como enfermeiras, doutores e salva-vidas, são as preferidas por homens e mulheres – no total de 18% das roupas eróticas vendidas. Segundo a Abeme, faxineiras, policiais e soldados também são populares.

Podolatria
O fetiche pelos pés está entre os mais comuns. Um estudo da Universidade de Bolonha mostrou que dedões e o pé são os preferidos por 47% das pessoas que têm fetiche por alguma parte do corpo. Já entre os objetos associados ao corpo, sapatos e botas também fazem sucesso e são a primeira opção de 64% dos entrevistados.

Amor pode doer
E é inevitável que algumas atividades mais ousadas na cama acabem mal ou em contusões. Um levantamento da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, calculou que entre 1995 e 2006 mais de 6.500 adultos foram tratados no pronto-socorro com machucados em função do uso de brinquedos eróticos. Números de outra pesquisa mostram que um terço das pessoas já sofreu algum tipo de lesão durante sexo - e que cinco por cento da população adulta já teve que faltar ao trabalho em função disso.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.