Se fosse uma ciência, o amor dificilmente estaria no campo das exatas. Mas para o psicólogo e pedagogo Dirceu Moreira, as relações amorosas podem sim ser traduzidas em números. Em seu novíssimo livro “A Matemática do Amor” (Wak Editora, 160 páginas), o autor joga um pouco de razão nesse papo de relacionamento. O resultado é um manual interessante que lista cinco variações de dinânicas entre casais. Veja quais são elas e torça para a sua somar “1+1+1”.
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½+½ = ½
Como mostram os números, essa operação tem duas metades que não se juntam. Ela representa os casais formados por parceiros distanciados – um não acrescenta nada na vida do outro. Trata-se das relações mornas e semifelizes. “Neste tipo de relacionamento, os dois cederam, porém o curioso é que não se somaram”, avalia Moreira. O risco, segundo o autor, é de uma explosão inesperada de um dos lados.
1+½ = 1
Nessa conta um dos lados se sente superior ao outro, seja intelectualmente ou financeiramente, e subjuga a outra parte. O submisso, no entanto, não é totalmente vítima, ele aceita ser anulado, mas pode virar o jogo de alguma forma. “Este tipo de relacionamento pode levar a uma traição, uma forma inadequada de buscar o amor”, esclarece Moreira.
1+1 = 1
Simbiose é a marca dessa relação. Um parceiro não faz nada sem o outro, e, dessa forma, os pares ficam dependentes e perdem a individualidade – e a graça, convenhamos. Nesse caso, a parte mais frágil tende a se deixar levar pela mais forte, copiando gostos e costumes. O medo de perder a cara-metade é latente. “Aquele que foi anulado pode ter uma atitude de isolamento e até mesmo de depressão, se afastando de amigos e familiares”, conta Moreira, dizendo que é muito comum essas pessoas ficarem perdidas quando a relação acaba.
1+1 = 1+1
“Parceiros” não é o termo mais correto para representar esse tipo de casal, já que eles vivem em competição. De acordo com Moreira, uniões “1+1” são muito frequentes atualmente. Devido ao individualismo exacerbado, muitas pessoas são incapazes de compartilhar na vida a dois – e isso pode ser notado principalmente no campo financeiro. Se insistirem na dinâmica, o destino tratará de oficializar a separação que já existe.
1+1 =1+1+1
Calma, nem todas as uniões são negativas. Essa operação representa os casais que têm parceiros mais realistas, que aprenderam com o que viveram no passado e que conseguem projetar um futuro em conjunto. Os dois crescem juntos com reciprocidade de sentimentos, conseguindo conquistar o terceiro elemento da equação, o amor. Moreira conta que passar pelas situações anteriores pode fazer parte do caminho em busca de uma relação mais saudável. Não perca a esperança!
Qual tipo de equação representa a fase atual do seu relacionamento? Deixe o seu comentário!
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“A Matemática do Amor” - Dirceu Moreira
Wak Editora, 160 páginas. Preço sugerido: R$ 26
O amor está mais para quimica do que para matematica.
Responder comentário | Denunciar comentárioEu acredito que essa demonstração matemática é importantíssima para você avaliar o seu desempenho amoroso. Pois, temos que perceber sempre, até onde estamos contribuindo para a nossa felicidade e também para a felicidade do nosso parceiro.\nTemos que amar ao nosso próximo com qualidade, e para falar ou expressar o amor, vale todos os tipos de demonstrações, seja ela em fórmulas ou poéticas. \nValeu Dirceu Moreira.
Responder comentário | Denunciar comentárioInteressante a materia, relacionamentos é feito de fases,etapas que precisamos vive-las para amadurecer e fortalecer a relação, mas acredito que não há regras,equações que nos ajude a chegar num denominador comum, acredito sim que tem que ter compromisso das duas partes para formar um relacionamento baseado na confiança,amor.
Responder comentário | Denunciar comentárioTambém achei isso, naõ entendi nada!!!!!!!!!
Responder comentário | Denunciar comentárioAchei interessante está matéria sobre o lançamento deste livro. Hoje posso dizer com certeza que minha equação é: 1 1 = 1 1 1. Passei pelas anteriores e realmente acredito que elas proporcionam o amadurecimento necessário para se alcançar a equação ideal. Mesmo tendo ciência de que o amor não pode ser representado na sua totalidade por números ou uma receita única, acredito que existem várias diretrizes práticas e exatas que nos colocam num caminho de um relacionamento baseado no amor verdadeiro, respeito e felicidade mútua.
Responder comentário | Denunciar comentárioQual o benefício fazer este tipo de demonstração matemática? Não levou a lugar nenhum.
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