Identificação com o caso recente do golfista Tiger Woods pode justificar aumento

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Tiger Woods e a mulher Elin Nordegren: Depois da série de traições ele se internou para tratar do vício em sexo
Clínicas para o tratamento de viciados em sexo na Grã-Bretanha afirmam que tiveram um aumento na procura por seus serviços após o golfista americano Tiger Woods assumir dependência por sexo.

Segundo o psiquiatra Aderbal Vieira Júnior, coordenador do Ambulatório de Tratamento do Sexo Patológico do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes), a identificação com o outro pode facilitar a busca por tratamento.

“Dependentes não químicos costumam ser mais escolarizados e, consequentemente, melhor informados. No caso do Tiger, ele é um ídolo, tem família, o que leva a pensar: `Então isso não é malandragem e eu também posso ter’. Dessa forma, a pessoa se sente motivada a buscar um diagnóstico”, diz. Vieira conta que o recebe três novos pacientes por semana no Proad. “Cerca de 90% das pessoas que buscam esclarecimento são homens”, conta.

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