Assim como os cabelos, as sobrancelhas também marcaram época.

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Anos 1910: o cinema mudo conta com as sobrancelhas para poder se expressar. As atrizes depilavam-nas completamente e depois as pintavam, conforme axigia o papel. Se fosse uma mulher mais ingênua, pintava sobrancelhas curtas. Se fosse mais sensual, mais longas e arqueadas. Ícones: Theda Bara.



Anos 1920: a moda era ter sobrancelhas retas, depiladas no centro para afastar os olhos, criando um look entre o inocente e andrógino. Ícone: Louise Brooks.

Anos 1930: ainda finas, ganharam um desenho mais arqueado. O cinema estava na moda e o olhar lânguido fazia sucesso. Ícone: Greta Garbo.

Anos 1940: na década da feminilidade,  a moda era deixar as sobrancelhas ligeiramente mais grossas no começo e mais finas no final. Ícone: Rita Hayworth.

Anos 1950: a novidade era maquiar as sobrancelhas com sombra para que elas assumissem tons inusitados e sexys. Ícone: Marilyn Monroe.

Anos 1960: movimentos de liberação da mulher tomam conta do mundo. Raspar a sobrancelha vira moda. No lugar, as mulheres desenham arcos bem finos com lápis. Ícone: Twiggy.

Anos 1970: tudo ao contrário, os hippies tomam conta do mundo e as sobrancelhas voltam a ser grossas, quase selvagens. Nada de depilar. Ícone: Sônia Braga.

Anos 1980: grossas e expressivas, elas assumem o importante papel de melhorar o desenho dos olhos. Ícone: Malu Mader.

Anos 1990: ainda espessas, elas voltam a respeitar o desenho original. Quanto menos depilar, melhor. Ícone: Ana Paula Arósio.



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